domingo, 22 de janeiro de 2017

ENTER THE DRAGON



1973 - No início dos anos 70 era difícil você encontrar alguém que não gostasse de Bruce Lee. O cara era sensacional, tinha carisma e seu estilo cool na frente das câmeras era perfeito. Bruce Lee para a minha geração foi uma espécie de super herói moderno.

Operação Dragão (Enter the Dragon) é um filme essencial para que gosta dos anos 70. O enredo é simples, mas o carisma de Lee e as cenas de ação fazem desse filme uma diversão de primeira. Foi o primeiro filme de artes marciais feito por um grande estúdio de Hollywood.

Bruce Lee morreu poucas semanas antes do filme estrear. Este filme era para ser a sua introdução ao grande público de Hollywood.

Rever esse filme ainda da o mesmo prazer que senti quando assisti no cinema 44 anos atrás.

Um clássico da cultura pop dos anos 70!!!!!!

No set o diretor do filme Robert Clouse, John Saxon e Bruce Lee









sábado, 21 de janeiro de 2017

TRENTO - BONDONE

Trento - Bondone competição de Subida de Montanha organizada pela primeira vez em 1925



As competições de Subida de Montanha são diferentes das disputadas em circuito fechado. Os concorrentes não partem em grupos, mas separadamente. Há intervalos de tempos pre-estabelecidos e mediante acurado sistema de cronometragem, registra-se o tempo em que cada piloto realiza o percurso, sendo o vencedor o que faz menor tempo.

As primeiras corridas do gênero realizaram-se nos primórdios do automobilismo, quando a simples superação de aclives constituía fato esportivo de relevo, independente do tempo. Quando os automóveis se tornaram capazes de vencer as mais acentuadas inclinações das estradas montanhosas, introduziu-se o conceito de velocidade em subida.

Entre as mais antigas e importantes corridas em subida de montanha está a Trento - Bondone organizada pela primeira vez em 1925 e válida pelo Campeonato Europeu da Montanha desde 1958.


Um Porsche 906 na edição da prova de 1971

O percurso, muito difícil, sofreu várias mudanças até chegar, em 1959, ao comprimento de 17,3 Km, ligando a localidade de Trento ao passo de Bondone, na Itália. O desnível entre a partida e chegada, de 1.300 m, provoca constantes problemas de carburação nos carros.

Depois de sua inclusão no Campeonato Europeu da Montanha, a corrida atraiu o interesse dos melhores especialistas de corrida de subida.

Várias vezes participaram da Trento - Bondone pilotos oficiais de escuderias importantes, ao volante de carros construídos para crono-escaladas. Registraram-se assim, nos anos 60, emocionantes duelos no passo de Bondone entre as equipes da Ferrari e da Porsche, com pilotos como Edgar Barth, Lodovico Scarfiotti, Gerhard Mitter, Wolfgang Von Trips e Peter Schetty.  


Edição da prova de 1975, vencida pelo March de Mauro Nesti

Além dos vencedores dessa competição, outros nela se destacaram, embora sem nunca chegarem à vitória. Entre eles estão Hans Herrmann (cinco segundos lugares), Herbert Demetz, Nino Vaccarella, Joakim Bonnier, Arturo Merzario e François Perrot.







1980 - Love Will Tear Us Apart






quinta-feira, 19 de janeiro de 2017

MADE IT, MA! TOP OF THE WORLD!

BLACK HEAT


Amigos, muita especulação sobre o contrato de 1 ano de Valtteri Bottas com a equipe Mercedes. Uma das teorias é que o contrato assinado de 1 ano seria para esperar a liberação de Alonso ou Vettel. Acho essa hipótese pouco provável, Lewis Hamilton tem contrato de três anos até o final da temporada de 2018. Para um desses dois entrar na equipe só com a saída do Hamilton. 

A McLaren já testou a dupla Hamilton/Alonso e os resultados foram ruins. Perderam um título que já estava ganho. E tem mais, naquela época a "estrela" era só o Alonso. Hoje temos duas "primadonnas". A Mercedes corre o risco de juntar o fio positivo com o negativo, isolar e ligar a força. Vai dar curto-circuito na certa. Não acredito nessa possibilidade. Errar é humano, mas repetir o erro é burrice!.  Alonso em 2018 só acontece se a Mercedes chutar o Hamilton.

Alguém pode imaginar uma dupla Hamilton/Vettel? Se acontecer a equipe Mercedes vai precisar de "babás" não de mecânicos! O cara no chuveiro quando tocar o telefone vai pensar: "Quem será dessa vez: Lewis ou Vettel!!!!!!!!!!

Pode descarta essa hipótese. Só acontece se quebrarem o contrato do Hamilton.

No caso de uma quebra de contrato, quem mais sairia perdendo é o Hamilton. Hoje só existem três times com chances de vitórias: Mercedes, RBR e Ferrari. Pra onde Lewis iria? 

Ferrari, difícil, não tem o perfil de piloto Ferrari. Se com o Vettel não deu certo, com Lewis menos ainda. A Ferrari só não dispensou o Vettel por causa da falta de opção. Acredito que quando vencer o contrato dele, o time vai com tudo atrás do Ricciardo.

RBR possibilidade quase nula. eles tem o seus próprios pilotos.

Só sobra a McLaren, mais ela atualmente está ruim das pernas. Na hipótese de melhorar em 2017, e construir um carro para briga por vitórias, por que o Alonso iria sair na equipe?. Ele aguentou com o carro ruim e agora que o carro ficou bom ele vai sair. Alonso só sai da McLaren se o carro continuar ruim. Nesse caso é pouco provável que Lewis volte para a McLaren para sentar em um carro que não permita a ele brigar pelo título.


Então por que contrato de 1 ano? Na F1 a gente sabe que contratos não valem nada, mas fica a dúvida, por que 1 ano e não dois.

Pode ter muitas razões. Pode ser exigência da Williams ter uma cláusula no contrato que caso a Mercedes no final do ano não pretenda continuar com o Bottas ele é obrigado a voltar para a Williams. A Mercedes ficaria proibida de negociar o Bottas com outro time.

Vamos imaginar que o Bottas faça um campeonato muito ruim e o Hamilton uma temporada excelente e conquiste o título. Nesse caso a Mercedes dispensa o Bottas, fica com o Hamilton para 2018 cumprindo o contrato normalmente e sobe o Pascal ou o Ocon. Bottas retornaria para a Williams no lugar do Felipe.

Ou pode ser também uma forma de obrigar o Valtteri Bottas a mostrar tudo nesse ano. Com contrato de dois anos ele entra mais relaxado, sabendo que tem mais um ano. Com contrato de 1 ano ele não pode relaxar, seria uma forma de testá-lo no limite.

O problema é que a Mercedes criou um "monstro", Lewis Hamilton, que agora está fora de controle.

A Mercedes passou a mão na cabecinha sempre que ele aprontava. Prometia punir mas sempre recuava. O time perdeu o controle sobre ele. Agora está pagando por isso.

Quando Rosberg anunciou que estava fora, pensei que a Mercedes imediatamente subiria um de seus pilotos juniors, Ocon ou Pascal.

Na teoria ela tem Hamilton, um piloto top que já conquistou 2 títulos para o time e por isso não precisaria se preocupar em arranjar um substituto à altura de Rosberg. Lewis seria o cara para trazer o título e Pascal ou Ocon somariam pontos e ganhariam experiência para em 2019 assumirem o papel de substituto de Hamilton.

As vezes você ter 2 pilotos top pode ser ruim porque um acaba roubando pontos do outro, sem contar a chatice de ter que administrar "egos" gigantescos.

Lewis sozinho no time não seria perturbado pelos novatos e nem a Mercedes ia permitir. Se algum tentasse alguma coisa, logo a equipe cortaria as suas asinhas.

Então por que a preocupação e demora para encontrar um substituto?

Porque Lewis Hamilton apesar de seus 32 anos ainda usa fralda.

Quando Rosberg depois de conquistar o título, mostrou uma banana para a equipe, o time logo tratou que alisar o Hamilton.

Todo mundo na equipe mudou o discurso, para colocar panos quentes e acabar com as polêmicas.

Primeiro, não puniram ele. Toto Wolff tinha prometido que Lewis Hamilton sofreria uma punição pela insubordinação. Mas logo mudou o discurso e negou a punição.

Aí fizeram o Paddy Lowe declarar que foi um erro dar aquela ordem na última corrida.

Bom, depois de tudo isso, Lewis Hamilton continuou com a língua afiada.

Disse que foi humilhado pela equipe, levantou novamente dúvidas sobre a quebra do motor, continuou com a teoria de conspiração sobre a troca dos mecânicos, insinuando que a Mercedes fez isso para prejudicá-lo, etc.

Isso mostrar o quanto ele é imaturo.

Em vez dele aproveitar a ocasião para encerrar a polêmica, trazer de volta a confiança do time nele. Trazer tranquilidade para a equipe depois do turbulento final de temporada. Mostrar para a Mercedes que agora ele iria assumir sozinho a responsabilidade de levar a equipe novamente ao título em 2017.

Mas não fez isso. Continuou botando lenha na fogueira sem motivo.

O que motivou a equipe a sair atrás de alguém de nível alto. A Mercedes foi obrigada a assediar os pilotos da RBR, Ferrari e McLaren. Mas todos estavam bem amarrados em contratos. Sobrou o Bottas. que apesar de nunca ter tido um carro bom na mão, tem mostrado grande potencial.

Por isso que a Mercedes fez aquela novela toda para conseguir o Valtteri Bottas.

Se a gente for ver, o negócio foi complexo. Envolveu o Pascal, o Massa, a Williams, a Sauber... foi muito complicado.

Tudo porque o time não confia mais em Lewis Hamilton. Acham que ele é instável, imaturo e por causa disso não podem apostar só nele.

A Mercedes não tem bola de cristal para adivinhar como vai ser o desempenho do Bottas durante o ano, mas uma coisa ela tem certeza...Bottas é um homem maduro. Nos anos como piloto da Williams ele mostrou ser um excelente profissional.

Um cara bem diferente de Vettel e Hamilton.

Vettel e Hamilton são bem parecidos. Duas crianças mimadas que só rendem quando tem o melhor brinquedo e ainda precisam ser paparicados pela equipe.

Eles não tem a capacidade de liderança. Não são capazes de fazer o que o Schumacher fez, construir, montar um time á sua volta e levá-lo a vitória.

A Ferrari já está no limite com o Vettel, o mesmo acontece com o Lewis na Mercedes. Só não levaram um chute porque a equipe não tem opções para substituí-los.

Lewis Hamilton precisa crescer ou corre o risco de acabar como James Cagney no final de White Heat.

'Eu consegui mamãe, estou no topo do mundo", aí tudo acaba numa grande explosão...



quarta-feira, 18 de janeiro de 2017

24 HORAS DO BRASIL


1976 - A Moto Jumbo/Mavi preparou uma 550 extremamente equilibrada: veloz, forte e fácil de dirigir, e fez um cuidadoso planejamento de corrida. Pela tática da regularidade e resistência, pode passar a prova longe da ponta e assumí-la nas horas finais.

MOTO E PILOTOS: Honda CB-500, pilotada por Ramon Macaya e Plinio Lima.

Ramon Macaya, campeão brasileiro na categoria esporte em 1975 (classe 350/500cc) é um dos pilotos brasileiros com maior experiência em velocidade. Já correu em todos os tipos de motos, desde Honda 125cc até as Yamaha TZ. Conhece profundamente a máquina que vai participar das 24 Horas. Com ela, ganhou as 500 Milhas na categoria Esporte.

Plinio Lima, é um piloto veloz, um pouco menos técnico que Macaya, mas muito brigador. venceu a Taça Centauro com esta mesma máquina. A dupla é muito equilibrada.

PREPARO DO MOTOR E CHASSI: a Honda tem kit 550, comando Yoshimura de 314 graus, cabeçote, molas e válvulas Yoshimura (molas mais elásticas e mais fortes, com menor número de voltas). Câmbio Yoshimura de cinco marchas mais elástico que o normal, fricção Barchi. Potência aproximada 65 HP.

O chassi recebeu dois reforços no berço e em todos os ângulos do triângulo que sustenta a roda traseira. Os pontos de fixação da pedaleira foram mudados. A suspensão dianteira é de Honda 750, com duplo freio a disco hidráulico. Amortecedores traseiros importados de Daytona, especiais para provas de 24 Horas.

É um motor violento mas resistente. O ponto crítico não é muito alto e tem a experiência comprovada da vitória nas 500 Milhas.

PARTE ELÉTRICA: toda original, mas com um dínamo transformado de 150 para 280 watts. A moto andará com três faróis dianteiros, todos de 55 watts. No Retão, só o farol central (de profundidade) será aceso. Nas curvas, permanecerá o central e será aceso o farol do lado da curva em questão (o controle é feito por meio de um comutador na manopla esquerda). Com todos os faróis e lanternas ligados, sobram 3,5 ampéres na bateria.

BOX: o tanque de 24 litros dá autonomia de duas horas à moto. Manolo Victor, o chefe da equipe, planejou uma parada a cada 25 voltas, com uma média de 3m40s por volta. Em cada parada, de 30 segundos, será feita a troca de piloto, reabastecimento, lubrificação da corrente e verificação do nível de óleo.

A Moto Jumbo/Mavi usará pneus Pirelli Mandrake, projetados para durar 24 horas sem necessidade de troca. No caso de furo, a troca dos dois pneus poderá ser feita, segundo Manolo, em 1m30s.




terça-feira, 17 de janeiro de 2017

1974 - A MILLION MILES AWAY







COMEÇOU A DESCONSTRUÇÃO



SPOILER ALERT - Atenção pessoal, ingleses de pelinho em pé, vão começar a desconstrução do Bottas. Muitas teorias de conspiração estão sendo preparadas...

Já começou!



segunda-feira, 16 de janeiro de 2017