Como mostrou o Estadão, foi o depoimento, em conjunto com um pedido feito pelo promotor da Justiça Militar Bruno Servello Ribeiro para que o procurador-geral da Justiça, Paulo Sérgio Oliveira e Costa analisasse a conduta de Coutinho em uma suposta omissão ao ser informado sobre propinas pagas pela cúpula do PCC a policiais da Rota, fizeram parte do cenário que levou à troca no comando da PM.
A defesa do ex-comandante da PM diz que não teve acesso ao inquérito, mas que não procedem informações de que ele teria sido alertado sobre o envolvimento de subordinados com a organização criminosa e deixado de tomar providências.
Já o governo de São Paulo informou que “o coronel Coutinho pediu afastamento das suas funções por motivos pessoais” e que “todas as movimentações realizadas na polícia militar têm como diretriz critérios técnicos fundamentados na trajetória de cada oficial”.

