quinta-feira, 15 de outubro de 2026

NEIVA UNIVERSAL T-25 !

 





Major-Brigadeiro do Ar Fernando CESAR de Oliveira









BOM DIA ... CELSO MING !

 


O novo pacote de bondades anunciado pelo governo Lula, de apoio ao pequeno empreendedor, deve ser analisado sob dois ângulos diferentes.

A decisão mais relevante é a que perdoa dívidas tributárias dos microempreendedores individuais (MEIs) para com a União. A outra cria o agora denominado Pix MEI, que nada mais é do que uma doação de até R$ 5 mil por empreendedor.

A primeira bondade prevê renúncias fiscais de até R$ 12,6 bilhões. A outra, despesas de aproximadamente R$ 5 bilhões. O objetivo não é apoiar o negócio próprio, como afirmou o ministro da Fazenda, Dario Durigan, mas amolecer a boa vontade do pequeno empresário, que normalmente se inclinaria a votar no candidato da oposição.

Fosse um objetivo de política econômica (ou social), o governo Lula teria agido ao longo dos quatro anos de sua administração.

A rigor, o atual governo nunca demonstrou simpatia pelo pequeno e médio empreendedor. Ao longo de todos esses anos, o ministro do Trabalho, Luiz Marinho, tentou enquadrar iniciativas desse tipo nos dispositivos da velha CLT e na sindicalização.

Nunca se conformou com a negativa dos trabalhadores de aplicativos, como os que pilotam todas as formas de uberização, de aceitar a imposição de regras trabalhistas à moda antiga.

Espalha-se pelo País a ideia de que, melhor do que o emprego formal, com carteira assinada e tudo o mais, é ser patrão de si mesmo e se ver livre de bater o ponto. Claro, quem quer ser patrão, ainda que apenas de si mesmo, dispensa a intermediação do sindicato.

Esse novo empreendedorismo vem sendo fortemente incentivado pelas igrejas evangélicas. Baseia-se numa espécie de teologia da prosperidade, segundo a qual o sucesso material e empresarial do fiel deve ser visto como consequência de seu contrato com Deus.

Essa mentalidade, que pode ser vista como nova ética protestante, é uma das razões pelas quais o PT e o presidente Lula têm dificuldades de diálogo com os evangélicos.

Em todo caso, essa nova distribuição de benefícios aos pequenos e médios empreendedores deve ser vista como convencimento tardio do governo Lula de que não pode ignorar as grandes transformações nas relações de trabalho.

O outro ângulo de análise dessa decisão envolve uma questão de risco moral (moral hazard, para os ingleses).

O Brasil tem uma longa história com o perdão de dívidas tributárias. O prazo de validade do Refis (Programa de Recuperação Fiscal), que prevê regularização de dívidas de impostos com abatimentos, nunca se esgota. Um Refis acaba quase sempre emendado no seguinte, como cigarro de tabagista aceso no anterior.

Nessas condições, para que pagar dívida com a Receita? Melhor sempre esperar por algum perdão. Nessa condição, quem paga certinho acaba se sentindo um trouxa.







quarta-feira, 14 de outubro de 2026

JORNALISTA OU CABO ELEITORAL !?

Villas-Bôas Corrêa foi um dos melhores analistas político do Brasil
 


Nós vivemos numa democracia ...

O país tem eleições livres...

no dia 4, o eleitor foi as urnas escolher quem iria representa-lo no congresso, no governo do estado e quem vai comandar o país nos próximos 4 anos ...

Cada um vota no candidato que quiser !

ISSO É DEMOCRACIA !

Graças a Deus, ainda temos uma IMPRENSA LIVRE ... que é um dos pilares fundamentais do Estado democrático de direito.


O problema ... é quando o "jornalista" (com ou sem diploma) "veste a camisa" e entra na campanha para eleger um candidato ...

na minha opinião, ele perde credibilidade ... deixa de ser um jornalista para virar "militante" político !

O jornalista tem todo o direito de ter preferência por um ou outro candidato ... não existe jornalista 100% imparcial ...

mas quando um jornalista divulga FOTO em "rede social"... fazendo "o L", ou vestindo camiseta da seleção brasileira no "MEIO DE UM COMÍCIO" de um candidato... ele perde o respeito do seu leitor, porque deixa de ser jornalista para virar "CABO ELEITORAL". 

Nesse caso o "jornalista" SE APEQUENA !


Há 40 anos, na extinta TV MANCHETE, assisti a uma entrevista com o grande jornalista Villas-Bôas Corrêa ... um dos melhores analistas político do Brasil

ele disse: "Você nunca vai me ver falando mal do Sarney, porque eu sou amigo pessoal dele"

... SINCERIDADE é o mínimo que a gente exige de um grande jornalista !








terça-feira, 13 de outubro de 2026

BOA NOITE ... DORA KRAMER !

 



Stanwyck & MacMurray... hidden gem in Sirk's filmography

 


Ontem revi esse melodrama soberbo dirigido com "finesse" pelo mestre Douglas Sirk, com o casal  de "Double Indemnity" Fred MacMurray e Barbara Stanwyck.

Barbara, na minha opinião, é a grande dama do cinema americano ... uma tremenda atriz, com incrível presença em cena, que se destacou nos mais diversos gêneros: do faroeste à comédia ...
















segunda-feira, 12 de outubro de 2026

BOA NOITE ... IVAN LESSA !

 





BOA TARDE... SPENCER DAVIS GROUP !

 










domingo, 11 de outubro de 2026

"MEDO DAS URNAS"... irão aceitar uma derrota !?!

 


SINAIS muito preocupantes

no caso de derrota ...

irão aceitar, ou partirão para a ANARQUIA ...

incentivados por um LÍDER que não "aceita" UMA DERROTA !

anarquia, medo, desrespeito por quem "PENSA DIFERENTE" ... 

uma turba revoltosa "pregando" REVOLUÇÃO (sic) !

QUE REVOLUÇÃO ?

Vai ter "REVOLUÇÃO" (golpe) no caso das URNAS derem a vitória para a oposição?


É ESSE TIPO DE "GENTE" QUE DEFENDE A "DEMOCRACIA"


Ouvi esse MESMO DISCURSO" em 2022... da boca de Jair Bolsonaro 👇

BOM DOMINGO A TODOS ! 👇

 






 

sábado, 10 de outubro de 2026

BOA NOITE ... CLARK GABLE !

 (February 1, 1901 – November 16, 1960)












"Polarização Tóxica" ... FERNANDO SCHÜLER !

 


A política é um terreno limitado, as opções eleitorais são imperfeitas e as questões em jogo são bem mais prosaicas. Deveríamos nos debruçar no pouco tempo que resta para o debate sobre as temáticas econômica e institucional


“Precisei ser hospitalizada”, diz a influencer digital, horas depois do resultado eleitoral. Devidamente imersa em sua tribo, ela conta ter tido “picos de pressão” e recebido recomendações do médico para se afastar da internet. Sabedoria médica. A maluquice anda nas redes. Os espertalhões do marketing e caçadores de likes sabem disso, e por aí vai a onda algo patética de ódio e fake news que corre solta, em nossa festa da democracia. Nem mesmo gente vetusta e bem-preparada escapa. De um conhecido jurista, leio que a eleição do candidato da oposição jogaria o País em um “precipício”. Em um artigo, leio que é preciso (incrível originalidade) decidir entre a “civilização e a barbárie”. E mesmo de uma autoridade federal leio que tudo se resume a um conflito entre a “honra e a humilhação”.

Há um componente “psicótico” em nossas democracias. A definição foi dada por Peter Coleman, um calmo e erudito professor em Colúmbia, autor de The Way Out, livro de referência no tema da “polarização tóxica”, que aflige a política na era digital. Seu traço mais comum é o que se poderia chamar de “captura da vida pela política”. A política que deixa seu terreno próprio — o debate sobre políticas públicas — e passa a definir a identidade das pessoas. A partir daí, a obsessão, a linguagem hiperbólica. Aquele vizinho antes ameno que passa a excluir os amigos que pensam diferente, ocupa o seu dia com a política, parece mesmo acreditar que ele representa a luz e o “outro”, a escuridão, além de entrar em depressão (ou mesmo ir para o hospital) quando seu candidato toma uma surra nas eleições.

De minha parte, chama a atenção a “tentação do espantalho”. O vezo do sujeito que passa tanto tempo metido com sua própria tribo que passa a ver o adversário como um tipo de monstro moral. Ou simplesmente como “precipício”. O professor Curtis Puryear, da Kellogg School of Management, em uma ampla pesquisa, mostrou que democratas e republicanos superestimam significativamente a proporção de adversários que aprovam comportamentos manifestamente imorais, como pornografia infantil e apropriação indevida de dinheiro. Na prática, tendem a enxergar seus oponentes como uma caricatura. O Brasil de hoje é um perfeito laboratório disso. Ainda por estes dias lia que Lula fecharia as igrejas e que Flávio acabaria com o SUS, o Pix e iria “privatizar as praias”. E isto de gente autoproclamada “civilizada”. Por alguma razão, há quem realmente pense que mentir é desculpável se a causa for virtuosa. Não é. É apenas patético, além de um jogo em que todos saem perdendo.

Nas eleições passadas, tivemos parte da “direita” nesta toada, com a infinita conversa em torno das “urnas eletrônicas”, hoje vencida. Nesta campanha, os ventos mudaram. Já tivemos o “vão tirar Nossa Senhora de padroeira do Brasil”, que deu direito à impagável cena de Lula erguendo a santa e gritando, em um comício, que “enquanto eu for presidente ninguém vai avacalhar com Nossa Senhora!”. Tivemos a conversa sobre a “intervenção externa” nas eleições, com direito a um pedido de “investigação”, pelo governo, a partir de uma matéria de imprensa (e devidamente arquivado). E ainda esta semana assistimos à conversa histriônica em torno da “mudança na Constituição”, em algum momento mencionada pelo candidato da oposição. “É golpe!”, li de um notório jurista, sem saber do que se tratava. Também sem saber, escutamos de um ex-ministro do STF que a democracia “repudia pretensões autocráticas!”, com inescapável ponto de exclamação. No fim, a tal mudança dizia respeito a coisas como reduzir a maioridade penal, terminar com a reeleição e fazer reformas no Judiciário, em geral já em discussão no Congresso. Mesmo o que poderia ser um bom debate, coisa rara em uma campanha, termina na vala comum da caricatura.

O fato é que a política é um terreno limitado, as opções eleitorais são imperfeitas e as questões em jogo são bem mais prosaicas. No terreno econômico, precisamos resolver a questão fiscal e retomar reformas com foco na produtividade. No tema institucional, voltar a fazer valer a letra da lei, encerrar de vez o estado de exceção tropical que criamos no País, ao menos desde o inquérito das fake news. E, de quebra, levar ao Supremo quatro novos ministros que não sejam políticos de carreira e estejam dispostos a fazer cumprir a Constituição. Não é pouca coisa. São temas complicados, mas todos no plano da política. Muito longe da retórica do “precipício”, da birutice dos militantes e pegadinhas do marketing irresponsável. E é sobre eles que deveríamos nos debruçar no pouco tempo que resta para o debate, até as eleições.





BOM DIA ... DEMÉTRIO MAGNOLI !

 


sexta-feira, 9 de outubro de 2026

BOM DIA... Nada de Novo no Front ! 👇

 



EM VEZ DE SE DISCUTIR "PLANO DE GOVERNO" ... 

MUDANÇAS OU SEI LÁ O QUÊ ...

... "Partiu-se para o ataque"


O ELEITOR está "farto" desse discurso LENGA-LENGA ! 






quinta-feira, 8 de outubro de 2026

Drugstore Cowboy ... DESMOND DEKKER !

 







BOA TARDE ... DORA KRAMER !