Why doesn’t Israel have to say whether it has nukes? https://t.co/N2eMHeAW6X
— Piers Morgan (@piersmorgan) March 3, 2026
Why doesn’t Israel have to say whether it has nukes? https://t.co/N2eMHeAW6X
— Piers Morgan (@piersmorgan) March 3, 2026
Today, I thought my brother was dead in the bombardments in Iran. I couldn’t speak.I was shaking, crying, unable to breathe, waiting for a sign he was alive. And then I see people celebrating this like it’s “glory.” There is no glory, My family are human beings. #Iran #StopTheWar https://t.co/15p5PqLDen
— Samira Korani (@SamiraKorani) March 2, 2026
A grieving Iranian woman, on vacation in Iran, after seeing a US‑Israeli strike:
— sarah (@sahouraxo) March 2, 2026
“I don’t live in Iran… they killed all my people… they bombed once, people went inside, then they bombed again… they killed children… alas for our youth.”
pic.twitter.com/T2tVMXNVgs
Iran held a mass funeral ceremony for 165 schoolgirls and staff killed on Saturday in what Iran has described as a United States-Israeli attack on a girls’ school in the southern city of Minab https://t.co/gYhzZFOMjM pic.twitter.com/LnzvVAKvM6
— Al Jazeera English (@AJEnglish) March 3, 2026
Criminoso que já matou milhares de civis. Autor de uma limpeza étnica em Gaza e Cisjordânia ...
Homem perigoso com arsenal nuclear !!!!
Fevereiro teve carnaval durante o mês inteiro. Sem que se saiba bem as razões, ampliaram o “tríduo momesco” para além do calendário. Agora, há um pré e um pós. Patrocinadores e foliões adoraram, mas muita gente reclamou.
Do outro lado da avenida, houve um desfile de sobressaltos e passos trôpegos. Nada de samba no pé. Foi um verdadeiro anticlímax, que estragou a festa de muitos graúdos.
Não se sabe por que a escola de samba Acadêmicos de Niterói resolveu levar à avenida um enredo sobre a vida e a obra do presidente Lula. Num ano eleitoral? Aceitemos que foi uma escolha espontânea dos dirigentes da escola, indiferentes ao mundo imperfeito em que vivemos. Afinal, é uma tolice querer colocar a arte a serviço dos objetivos imediatos de um movimento político, atitude que desrespeita a própria natureza da expressão estética. O governo e o PT acharam por bem deixar a banda passar, pois, numa democracia, cada um tem o direito de fazer o que acha melhor. Ninguém percebeu que a “exaltação da avenida” repercutiria negativamente e seria usada como munição pelos adversários.
Não deu outra. O que esperavam os governistas de um samba-enredo que canta “a família tradicional” dentro de uma lata de conservas para satirizar o conservadorismo de católicos e evangélicos? Foi preciso varrer para baixo do tapete o comprometimento de Lula com aquela provocação.
O desfile aguçou a disputa que se avizinha. Agora, os personalismos estão soltos: não teremos em 2026 uma eleição para escolher um plano de governo ou um projeto para o País. O confronto será, mais uma vez, entre dois “mitos”, o lulismo e o bolsonarismo, o que não deixará margem para conversas sérias. Não haverá uma “esquerda” combatendo uma “extrema direita”, nem uma ala “patriótica” voltada contra o “imperialismo”. Nem mesmo a democracia será defendida ou atacada. Será um embate para definir quem tem maior poder de conquistar os independentes, cerca de 30% dos eleitores que se dizem nem lulistas, nem bolsonaristas. Segundo as pesquisas, esse contingente tende para a centro-direita, mas é bastante heterogêneo em termos morais e é, majoritariamente, hostil à política e aos políticos. Portanto, ao governo.
A baixaria está deslocando a política. Agora, em vez de discussão, tem-se a troca de acusações. Em vez de ideias e proposições, temos refregas para saber quem se saiu melhor numa exibição de escolas de samba.
Fevereiro teve mais: a crise Master se esparramou e derramou sujeira por todos os lados. Pôs no olho do furacão o ministro Dias Toffoli, envolvido em relações suspeitas com o banco e seu dono, Daniel Vorcaro. O ministro passou a meter os pés pelas mãos dia após dia, envergonhando-se publicamente. Numa reação defensiva, o Supremo Tribunal Federal (STF) afastou-o do caso, não sem antes enchê-lo de elogios. Foi uma manobra tipicamente corporativa, conseguida graças a um fórceps, pois o colegiado se dividiu. Em vez de tirar o Supremo Tribunal da crise, fez com que ele mergulhasse nela de cabeça e corpo inteiro. Hoje, não dá para saber onde esse mergulho vai nos levar. Mas dá para dizer que o STF está desgastado e o tema da corrupção e da troca de favores entrou novamente na pauta.
Tudo somado, fevereiro não deu qualquer indício de que será desatado o nó que asfixia o País. Seguiremos sem qualquer agenda digna do nome. Está aí a miséria política e moral de nossas elites. Elas atuam com a sensação de que o País, em sua superfície, está indo bem. O silêncio que produzem só poderá ter como resultado a reprodução do que já existe, sem qualquer passo à frente.
A indignação permanece suspensa no ar, embalada pelos efeitos do caso Master. A rebeldia antissistema produz retóricas inflamadas. Mas nada disso se converte em política democrática. No momento, as vozes indignadas tanto podem dobrar à esquerda como à direita. As urnas dirão quem vencerá uma disputa que promete ser sangrenta.
Por fim, fevereiro teve uma nota de tristeza: a morte do cientista político José Álvaro Moisés, ocorrida no dia 13, aos 81 anos. Moisés teve uma carreira brilhante na Universidade de São Paulo (USP). No início de 1980, ajudou a fundar o Partido dos Trabalhadores (PT). Pouco antes do governo FHC, junto com Francisco Weffort, afastou-se do partido. Weffort foi ministro da Cultura, e Moisés dirigiu a área de política cultural. Ambos passaram a fortalecer o Partido da Social Democracia Brasileira (PSDB) e se tornaram críticos ao PT. Nos últimos anos, atuou como professor sênior no Instituto de Estudos Avançados (IEA-USP), onde coordenou o projeto Qualidade da Democracia e integrou o Núcleo de Pesquisa em Políticas Públicas (NUPPS), que dirigiu por duas décadas.
Moisés atuava nos movimentos “Direitos Já! Fórum Pela Democracia” e “Roda Democrática”, preocupado em viabilizar uma frente política que clareasse o terreno da luta pela democracia, com seus impasses, exigências e possibilidades. Uma de suas últimas atividades públicas foi endossar o manifesto “Fortalecer o Diálogo para Aprofundar a Democracia”, impulsionado pelo Instituto Ética e Democracia. Sua ausência no terreno democrático será sentida demais.
On World No Tobacco Day, I honor my grandpa Leonard, whose battle with COPD reminds us of the harsh impact tobacco can have on our lives. Let's unite & spread awareness, support each other, & drive change for a brighter future for us & future generations. #LLAP #WorldNoTobaccoDay pic.twitter.com/r8TNAmba6o
— Shop LLAP 🖖 (@ShopLLAP) May 31, 2025
Um rápido comentário a respeito da "nova" F1 que começa na próxima semana.
Vou me limitar aos pilotos, pois os novos carros são uma incógnita.
Vamos ter que esperar as etapas na América para ter uma noção das forças em 2026...
Além das 4 grandes (Ferrari, RBR, Mercedes, McLaren) pode aparecer alguma outra...
Max Verstappen este ano não terá vida fácil ... não entendeu ?!
Eu explico:
Lando Norris, campeão do mundo, virá mais forte em 2026...
O título vai dar mais confiança ao piloto britânico, além do mais, ele é um piloto perfeccionista, que procura sempre "melhorar"... um dos favoritos ao título de 2026.
Seu companheiro, o australiano Oscar Piastri, é outro candidato a coroa de 2026. Excelente piloto, inteligente, ótimo de se trabalhar. O ano de 2025, foi um ano de aprendizado, em 2026 não repetirá os erros do passado. Tenho certeza que será competitivo desde as primeiras etapa.
Mercedes, tem o forte George Russell como o líder da equipe, "sedento" por um título mundial (teve o azar de entrar na equipe quando ela já não era dominadora) mais experiente e sem a sombra do Hamilton, pode ser um dos candidatos se a Mercedes acertar com o novo carro.
Kimi Antonelli, melhor "rookie" do ano passado, na minha opinião. Mais experiente, sem a "ansiedade" do ano de estreia, onde substituiu Lewis Hamilton. Chegou à F1 de modo conturbado, depois de uma péssima temporada na F2 e o fiasco da batida em Monza quando andou pela primeira vez...
Ano passado, provou ser piloto de ponta.
Disputou na pista com o campeão Max Verstappen e com o atual Lando Norris, com Piastri, Leclerc, Hamilton... etc
Em corrida de carro é isso que conta !
Tem muito "bobalhão" por aí, que não entende nada desse esporte e se põe a comentar ... que acha que o que vale é os pontos.
O sujeito fica "comparando" piloto pelos pontos, exemplo: O piloto Y fez 100 pontos a mais que X piloto ... isso é bobagem !
Pontos é "relativo" numa corrida.
O piloto pode fazer a "melhor corrida" da sua vida, e faltando 2 voltas para terminar a corrida, o seu "motor estoura" e ele marca "zero pontos" ...entenderam?!
O que vale é que Antonelli, ano passado, disputou com gente graúda e não fez feio. Os pontos que marcou não importa, quando se faz uma análise de sua performance no ano de sua estreia ...
Vou dar outro exemplo ...
Se você perguntar para o Oliver Bearman, qual foi o ponto alto da sua temporada em 2025, ele vai te responder que foi naquela corrida em que ele "disputou" posição com o campeão Max Verstappen !
O fato de terminar na frente de seu companheiro nos pontos, é secundário !!!!
Ferrari, outra candidata ao título, tem dois pilotos fortes.
O incansável Charles Leclerc, e um Lewis Hamilton, que declarou estar "motivado" em 2026...
O carro se mostrou rápido nos testes, o que deixou os pilotos animados.
Na RBR, como em 2025, vai correr com um só piloto "Max Verstappen"...
Hadjar, na minha opinião, é "fraco".
O carnaval tem um lado esquecido que define seu paradoxal temperamento de ser, ao mesmo tempo, uma festa profana e sagrada. Se no carnaval as irreverências são possíveis, deve-se lembrar que ele ocorre entre o Advento e a Quaresma – o nascimento e a paixão de Cristo.
O carnaval inventa um intervalo libertino entre dois eventos cruciais da religiosidade católica: o nascimento, a morte e a ressurreição de Deus encarnado em Jesus Cristo. A festa de Momo é um espaço de licenciosidades que invertem o cotidiano – gênero e idade são neutralizados; a rua vira casa e a noite, dia; o bloco voluntário substitui a compulsão da família; o canto malicioso, o discurso e a prece; e a estrutura social fantasiosamente se inverte: pobre vira nobre e negro ganha a liberdade do branco.
Depois dessa liberdade cósmica expressa no abuso do corpo ou carne – pois carnaval (carne levare) significa “abandonar a carne” –, chega a Quaresma, exprimindo uma polaridade comum em todas as sociedades: depois do excesso e da guerra, vêm a disciplina e a paz.
Conforme afirmei nas minhas pesquisas, o papel do carnaval neste Brasil legislado e dominado por gente branca que ocupa altos cargos e, se culpada, escapa da lei pela lei, o carnaval se modernizou. Incorporou dimensões capitalistas, organizando-se em grupos profissionais, com desfiles competitivos, ingressos, tempo regulado e prêmios. Nesses tempos de moderno desencanto, o “brincar” tem sido vencido pela competição que – como no esporte e na vida em geral – determina o campeão e o prêmio. Tudo realizado sob a égide do “progresso” que calcula, racionaliza e, como dizia Max Weber, desencanta.
É dentro desse contexto que ocorre a guinada dos deuses, orixás, fadas e outras figuras encantadas para as celebridades. Tudo se passa, como é típico do capitalismo, no movimento que vai dos céus à crueza do mundo real. A fantasia tem sido absorvida pela voracidade capitalista da luta por dinheiro e, com ela, por uma ameaça ainda mais perversa: a da propaganda político-partidária.
Se houver esse movimento infeliz de abrir o carnaval para a louvação e a adesão política, como fez a Escola de Samba Acadêmicos de Niterói ao petismo e ao presidente Lula, o carnaval será canibalizado pelo que ele sublima: a luta de classes, sem pandeiro, mas com guilhotinas.
Seria o fim do que o carnaval expressa como alternativa simbólica. Será a morte de Dom Carnal pela convencionalidade burra, hipocrisia, mentira e pelas regras que, desde a sua invenção, celebram o lado mais humano da nossa humanidade. O riso pelo riso e a vida mesmo sabendo que se morre.
Nota: Se conservador é simbolizado como lata de conserva, todo canhoto seria esquerdista; e os destros, fascistas.
PS: Expresso aqui meus sentimentos pela morte do prof. João Baptista Borges Pereira, um companheiro profissional afetuoso.
Como não "adepto" do Sodoma e Gomorra do carnaval tupiniquim (não bebo álcool, não faço "xixi" na rua e não gosto de música ruim!), nesse pós-carnaval, aproveitei para rever filmes do mestre Teruo Ishii.
Como não pode faltar nos filmes do "desvairado" diretor japonês, tem orgia, escravas sexuais, tortura (afogamento, decapitação, esfolamento humano) e um corcunda bebedor de sangue!
O filme é uma salada mix de melodrama, vingança, abuso crônico e rivalidade de gangs Yakuza.
No elenco, a sensual atriz de olhos puxados Meiko Kaji !!!
Ladies, gentlemen, SWs fans…😝⁰I have explored space.⁰I have explored time.⁰Now… I explore distortion.
— William Shatner (@WilliamShatner) February 20, 2026
Yes. You read that correctly.⁰I am releasing a HEAVY METAL album.
Thirty-five metal virtuosos. Thunderous guitars. Chaos with purpose.⁰Covers of legends like Black… pic.twitter.com/Wk9HUzbYZK