sábado, 2 de maio de 2026

BOM DIA ... MIGUEL REALE JR ! 👇

 


O clima de desrespeito ao outro se expressa, sem dúvida, na corrupção que lavra em nosso país. Os conchavos e acertos por cima entre os detentores do poder, malefício de séculos, também consagram o mais perfeito desprezo por todos os demais, com a concretização do princípio de que “se a farinha é pouca, meu pirão primeiro”.

Infelizmente, o desprezo ao próximo está presente no cotidiano do brasileiro, a começar pelo costume de não dar “bom dia” nem mesmo ao vizinho no elevador do edifício onde se mora. O “bom dia” soa como uma invasão, a ponto de se receber como resposta uma cara amarrada a dizer: “Bom dia, você”.

Mas o trânsito é o exemplo mais significativo de como se dão as relações sem prevalência do respeito à pessoa do outro. Mais vale chegar logo, o mais depressa, ao seu destino para satisfação de urgência incontida, na maioria das vezes nada justificada, do que evitar riscos ao próximo. O princípio consagrado no Código de Trânsito Brasileiro (CTB) de ser o pedestre prioridade é letra morta. Não se atende à ordem clara e precisa de que se respeite a faixa de pedestres. Instala-se uma confrontação: pedestres contra motoristas. A faixa de pedestres apenas existe para colorir o asfalto, ao contrário do que sucede em outros países.

Se numa esquina na conversão à direita há faixa de pedestre, o sinal aberto indica estar livre o trânsito para seguir em frente, mas para conversão à direita, se houver faixa, a preferência é do pedestre, e o motorista deve parar e esperar a sua travessia. Mas é arriscado, corretamente, assim agir: o pedestre será atropelado pelo apressado veículo que converte à direita e morre tendo razão; o carro que espera o pedestre atravessar na faixa com certeza levará um buzinaço do de trás, com o risco de colisão na traseira.

Mas o mais espantosamente revelador da guerra diária vivida no cotidiano de São Paulo está na tumultuada presença das motos. Os motociclistas mudam de personalidade ao cavalgarem uma moto. Formam, então, um batalhão de cavalaria ligeira, a enfrentar todos os obstáculos, para com coragem e maestria driblar os retrovisores inimigos, em arriscados malabarismos, alardeando com a estridência da buzina a chegada do combatente a exigir um abre-alas imediato. O número de vítimas motociclistas é imenso. As ruas de São Paulo se transformam em campo de batalha com motos velozmente transitando entre carros em movimento, com joelhos a passarem raspando pelos para-choques.

Disciplina no trânsito viria com campanhas educacionais e com a eficaz imposição de multas a práticas proibidas, como desobedecer a faixa de pedestre. A menor velocidade tornará a cidade e os motoristas menos tensos, conscientes da diminuta diferença de tempo gasto no deslocamento. Não se espera reproduzir Helsinque, capital da Finlândia, que entre 2024 e 2025 não apresentou morte no trânsito, como consequência de limites de velocidade mais baixos e educação rigorosa de conscientização dos riscos.

Mudanças são imperiosas: nosso panorama é assustador. Segundo o Infosiga do Departamento Estadual de Trânsito de São Paulo (Detran-SP), que contabiliza e classifica acidentes de trânsito, a maioria dos eventos envolve motos. Entre janeiro de 2024 e abril de 2026, as vítimas masculinas fatais constituem 83%, sendo 42% decorrentes de acidente com moto, seguido de atropelamento (26%) e automóvel (7%), apesar de só recentemente o número de motos quase se igualar ao de automóveis. Conforme o Sindicato dos Mensageiros, Motociclistas, Ciclistas e Mototaxistas Intermunicipal do Estado de São Paulo (Sindimoto-SP), entre 2020 e 2025, 45 mil motociclistas foram internados na cidade de São Paulo, sofrendo severas mutilações. Por sua vez, no País, segundo dados do Sistema de Informações Hospitalares do Ministério da Saúde, apresentados na Conferência Nacional de Segurança no Trânsito de julho de 2025, entre 2010 e 2023, 1,4 milhão de motociclistas, dos quais 20% motoboys, foram internados, com custo de R$ 2 bilhões.

Estudo da Associação Paulista de Medicina (APM), de janeiro de 2026, confirma que o custo das internações de motociclistas em hospitais pode chegar a cinco vezes o valor do repasse feito pelo Sistema Único de Saúde (SUS). A maior parte dos acidentes se dá com motos transitando em alta velocidade entre os carros em movimento. O texto original do CTB, de 1997, trazia a proibição de motos andarem em “corredor” entre carros (art. 56), a não ser que o trânsito estivesse parado. O presidente Fernando Henrique Cardoso, mal orientado, vetou sob a escusa de não existir tal vedação em outro país.

O Congresso tentou reintroduzir essa norma, primeiramente pelo Projeto de Lei 2.650/03, aprovado na Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ), em 2009, com efeito conclusivo, havendo, no entanto, recurso apresentado pelo então deputado Jair Bolsonaro para apreciação pelo plenário. O líder das motociatas teve oportunidade também de barrar nova disposição neste sentido constante da Lei n.º 14.071, de 2020, que, como presidente, vetou.

Os números de mortos e feridos e também os gastos não “sensibilizam”: mais vale a pressa para não perder tempo com o outro nem com sua própria segurança. Essa é a deseducação da sociedade e de seus dirigentes a ser vencida para se ter um Estado de Direito material, fundado no respeito efetivo à pessoa humana.





quinta-feira, 30 de abril de 2026

BOA NOITE ... Fernando Schüler 👇!

 





 

BOM DIA ... MEMORÁVEL !

 



quarta-feira, 29 de abril de 2026

BOA TARDE ... MoMA: JACKSON POLLOCK !



 


Ontem revi POLLOCK dirigido pelo ótimo ator Ed Harris. Gostei do filme quando passou no cinema e ao ser lançando em DVD comprei uma cópia (infelizmente, no Brasil, foi lançado no "criminoso" formato "tela cheia")

Com uma atuação brilhante (incrível semelhança física com Pollock) indicada ao Oscar, e uma direção segura, o filme retrata o atormentado pintor, do surgimento até a trágica morte. Ed Harris teve interesse em filmar Pollock depois de ler um livro sobre o artista.

O resto do elenco é de primeira: Marcia Gay Harden como Lee Krasner,  também indicada ao Oscar, Jennifer Connelly, Jeffrey Tambor e Amy Madigan como Peggy Guggenheim.

Ouvindo agora, o CD lançado pelo MoMA, durante uma retrospectiva ...


Sing, Sing, Sing de Benny Goodman & Gene Krupa - ED HARRIS & ROBERT KNOTT



Museum Music is a terrific company that creates compilations to accompany exhibitions in museums, and their Jackson Pollock Jazz CD, created for the Jackson Pollock Retrospective at MoMA, is another example of their thoughtful and insightful work. 

According to Pollock's wife, Lee Krasner, Pollock thought that jazz was "the only other really creative thing happening in this country," and he would sometimes listen to jazz around the clock for days on end!


Seventeen great selections from Pollock's record collection... Includes original recordings by Louis Armstrong, Jelly Roll Morton, Count Basie, Duke Ellington, Billie Holliday, Coleman Hawkins, and Lionel Hampton.

TRACK LIST

1. Jelly Roll Morton & His Hot Peppers
Beale Street Blues (3:13) 

2. Louis Armstrong & His Orchestra
Lazy River (3:03)

3. Louis Armstrong & His Savoy
Ballroom Five
Mahogany Hall Stomp (3:14)

4. Count Basie & His Orchestra
One O’Clock Jump (2:57)

5. Billie Holiday & Her Orchestra
I Got a Man Crazy for Me (He’s Funny that Way) (2:38)

6. Duke Ellington & His Orchestra
Delta Serenade (3:18)

7. Artie Shaw & His Orchestra
It Had To Be You (2:30)

8. Billie Holiday & Her Orchestra
When A Woman Loves A Man (2:23)

9. Duke Ellington
Solitude (3:29)

10. Fats Waller
Carolina Shout (2:14) 

11. Count Basie & His Orchestra
Boogie Woogie (3:01)

12. T-Bone Walker
I Got A Break, Baby (3:14)

13. Lionel Hampton & His Orchestra
Central Avenue Breakdown (3:04)

14. Coleman Hawkins with Leonard Feather’s All Stars
Boff Boff (Mop Mop) (3:08)

15. Coleman Hawkins with Leonard Feather’s All Stars
My Ideal (3:06)

16. Lionel Hampton & His Orchestra
Jack the Bellboy (2:48)

17. Louis Armstrong & His Savoy Ballroom Five
St. James Infirmary (3:10) 









👇ISRAEL IS A TERRORIST STATE !

 




 

BOM DIA ... 👇!

 




 




 

terça-feira, 28 de abril de 2026

BOM DIA ... WILLIAM WYLER !

 ( Alsace–Lorraine, German Empire July 1, 1902 – July 27, 1981)











Três Oscars de melhor filme e direção - por Rosa da Esperança, Os Melhores Anos de Nossas Vidas e Ben-Hur, nos anos 1940 e 50 -, a Palma de Ouro em Cannes - por Sublime Tentação, em 1957. William Wyler ganhou os prêmios mais importantes do mundo e teve entre os seus defensores um dos críticos mais influentes de todos os tempos, André Bazin, que criou toda uma teoria em torno ao uso que ele fazia da profundidade de campo. Wyler, o perfeccionista, é um caso raro no cinema. Os críticos dizem que era um estilista sem estilo e ele próprio gostava de ser assim definido.Tudo isso vem a propósito de Tarde Demais (The Heiress), que a Versátil está lançando em DVD, com direito a extras que retraçam a carreira e a importância do diretor. Nascido na França, mas de nacionalidade norte-americana, por volta de 1960, em pleno surgimento da nouvelle vague, ele inscreveu nos seus cartões de apresentação as iniciais A.V., de "ancienne vague", velha onda. Considerava-se em oposição ao movimento que, irradiando-se de Paris, ganhava o mundo. No fim da vida, transformado em globe trotter profissional, Wyler viajou o mundo documentando suas andanças com o último modelo de Canon da época. Sérgio Augusto, que o entrevistou, diz que ele abusava, nos filmetes domésticos, de todos os fricotes visuais que nunca se permitiu nos 65 filmes que realizou em 44 anos de carreira e que esculpiram sua fama, seu mito, em Hollywood.Wyler foi sempre um clássico - nada melhor do que conferir, assistindo a Tarde Demais. O filme baseia-se num romance de Henry James, Washington Square, mas Wyler não adaptou diretamente o escritor e sim a peça que Ruth e Augustus Goetz escreveram a partir do livro. Faz sentido. "Sóbrios, ascéticos, elegantemente teatrais", segundo Sérgio Augusto, os melodramas de Wyler caprichavam na psicologia. E como ele apreciava as escadarias! O título brasileiro - o original é A Herdeira - nasce justamente do desfecho, da imagem impressionante de Olivia De Havilland na longa escadaria com o candelabro repetindo as palavras. Tarde demais...Olivia ganhou o Oscar por seu papel como a herdeira que, contra os desejos do pai, se envolve com arrivista -o personagem de Montgomery Clift, antecipando dois anos o caçador de fortunas de Um Lugar ao Sol, de George Stevens, com Liz Taylor. No filme, Olivia não é particularmente bonita e o pai a adverte de que Clift está atrás de seu dinheiro, não dela. A filha descobre tardiamente que o pai tinha razão.Realismo social. Entrou para a história a forma como Wyler quase levou sua atriz à loucura - mas valeu a pena, pelo menos em termos de Oscar. Em busca de determinado efeito, o diretor fez com que Olivia descesse uma escadaria 37 vezes. Na última, à beira de um ataque de nervos, a atriz deixou o leque cair, de tão cansada. Wyler teria exclamado - "É isso!" A Academia de Hollywood validou o grau de exigência e Olivia, a Melanie de ...E o Vento Levou, finalmente ganhou, em 1949, seu Oscar. 
Por Luiz Carlos Merten
20/01/2011 















segunda-feira, 27 de abril de 2026

11-year-old Brazilian child, his mother, also Brazilian, and his Lebanese father, who were victims of an attack by the Israel Defense Forces!



 OS FACÍNORAS ISRAELENSES DESTRUÍRAM MAIS UMA FAMÍLIA ...

PAI E MÃE (brasileira) MORTOS PELO IDF E O OUTRO IRMÃO (brasileiro) HOSPITALIZADO !



 Publicado em 27/04/2026 19h04

O governo brasileiro tomou conhecimento, com consternação e pesar, das mortes, em 26/4, de criança brasileira, de 11 anos, de sua mãe, também brasileira, e de seu pai libanês, vítimas de ataque das Forças de Defesa de Israel. Outro filho do casal, igualmente brasileiro, encontra-se hospitalizado. A família encontrava-se em sua residência, no distrito de Bint Jeil, no Sul do Líbano, no momento do bombardeio.

Esse ataque constitui mais um exemplo das reiteradas e inaceitáveis violações ao cessar-fogo anunciado em 16 de abril, as quais já resultaram na morte de dezenas de civis libaneses, incluindo mulheres e crianças, assim como de uma jornalista e de dois integrantes franceses da Força Interina das Nações Unidas no Líbano (UNIFIL).

Ao expressar sinceras condolências aos familiares das vítimas, o Brasil reitera sua mais veemente condenação a todos os ataques perpetrados durante a vigência do cessar-fogo, tanto por parte das forças israelenses quanto do Hezbollah. Condena, ainda, as demolições sistemáticas de residências e de outras estruturas civis no sul do Líbano, levadas a efeito, ao longo das últimas semanas, pelas forças israelenses, e a persistência do deslocamento forçado de mais de um milhão de libaneses.

Nesse contexto, o Brasil exorta as partes ao cumprimento integral dos termos da Resolução 1701 (2006) do Conselho de Segurança das Nações Unidas, que estabeleceu os termos do cessar-fogo que encerrou a guerra de 2006, e à imediata cessação das hostilidades, com a retirada completa das forças israelenses do território libanês.

A Embaixada do Brasil em Beirute está em contato com a família dos brasileiros falecidos para prestar assistência consular, incluindo para o filho hospitalizado.





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BOM DIA... CUBA: A CRUELDADE DE TRUMP ! 👇

 


Cuba parece estar em suspensão, à espera de acontecimentos que remodelarão sua fisionomia em futuro mais ou menos próximo. Vive uma drôle de guerre, dir-se-ia, assemelhada à que acometeu os franceses em 1940, antes da guerra propriamente dita.

Bem verdade que as diferenças também são cruciais. Agora, prevalecendo minimamente a lógica, não se espera invasão por terra ou chuva de bombas aéreas. Em compensação, os sofrimentos humanos já são reais e não podem ser dissimulados, como se a vida pudesse seguir com a aparência de sempre. A crueldade de Donald Trump não só afeta a economia da ilha, mas irrompe na emergência dos hospitais, nos cortes de água, na escassez de alimentos e remédios.

Nisto que parece ser o ato final, o bloqueio norte-americano reitera sua dimensão tacanha. Desde que se estabeleceu há quase sete décadas, nem de longe cumpriu o objetivo declarado de cercar, enfraquecer ou derrubar o regime. Antes o fortaleceu, dando-lhe a possibilidade de arregimentar a população contra o inimigo externo, uma das armas clássicas para calar toda e qualquer dissidência, caracterizada invariavelmente como antinacional e instrumento do imperialismo.

O caso cubano é daqueles que exigem capacidade de lidar com verdades antagônicas e até inconciliáveis – uma das capacidades humanas menos empregadas. Ao longo do tempo, suscitou adesões e repulsas ideologicamente carregadas que expulsaram, e expulsam, o espírito crítico e a argumentação serena.

Fácil demais, à direita, demonizar a ilha e suas tentativas – na verdade, quixotescas – de exportar o modelo revolucionário para uma América Latina supostamente em chamas, pronta para gerar “um, cem, mil Vietnãs”. Não menos fácil, à esquerda, dobrar-se ao mito do “território livre das Américas” e incorrer em rituais duvidosos, como o culto à personalidade do homem providencial ou a celebração de um tipo de sociedade e de Estado crescentemente autoritários.

A socióloga argentina Claudia Hilb, num pequeno e precioso livro, chamou a atenção para a substancial inaptidão para decifrar o regime da Revolução Cubana por parte de variados setores da esquerda democrática. Em Silêncio, Cuba (Paz e Terra, 2010), tratou de decifrar a antinomia fundamental do “paradigma revolucionário”: conquistas sociais na educação ou na saúde, por exemplo, se mostraram indissociáveis da concentração tendencialmente absoluta do poder político. Por isso, o grau relativamente mais elevado de igualdade, para os padrões latino-americanos, teve como contrapartida necessária a compressão das liberdades civis.

No plano “estrutural”, a economia centralizada nunca constituiu base sólida para o welfare à cubana dos anos 1970-1980. No seu auge, devia ser apoiada externamente pela distante União Soviética, interessada em cravar um espinho nas costas da Flórida, assim como, já no seu declínio, passaria a depender cada vez mais da precária Venezuela chavista. No plano “superestrutural”, a direção única seguia o caminho do controle ideológico e da difusão do conformismo como princípio regente do comportamento cotidiano. (Hilb, aliás, fala diretamente do medo como princípio de ação.)

“Dentro da revolução, tudo; fora da revolução, nada” – a consigna popularizada por Fidel Castro desde a fase heroica não pôde se manter quando a esquerda, ou parte dela, trocou o paradigma revolucionário pelo democrático. As muitas vozes de uma sociedade plural e moderna não permitem que uma só voz defina o que é revolução, o que ela inclui e o que exclui. Em Cuba, desde o início muita gente foi excluída e passou a viver o drama do exílio e da separação, que não é lícito ignorar porque alegadamente afetaria só os que são “de direita” e fugiram para os Estados Unidos, México ou Espanha.

Muito pelo contrário, a emigração assumiu caráter de massa, tanto pelo bloqueio norte-americano quanto, sobretudo, pelos fundamentos estreitos da economia cubana. As sucessivas vagas migratórias acabaram por criar um problema demográfico de difícil resolução, expulsando os jovens e deixando para trás os necessitados de cuidado, que os serviços sociais desmantelados não conseguem atender. Para analistas sagazes, o paradoxo final é que assim, involuntariamente, Cuba e Estados Unidos, com milhões de exilados, se tornaram ainda mais entrelaçados nesta passagem de época repleta de tiranias locais e pulsões imperialistas.

A degradação da democracia na América faz temer o pior. Estamos longe de um Barack Obama que há exatos dez anos restabelecia relações diplomáticas e econômicas entre os dois países, ainda que sem pular a barreira do Congresso para suspender o bloqueio comercial. Tratava-se, segundo Obama, de encerrar o último legado da guerra fria no Hemisfério e propiciar reformas paulatinas na economia e na política.

Hoje, porém, pratica-se a “decapitação” das direções adversárias – bem-sucedida, por assim dizer, na Venezuela, e calamitosamente fracassada no Irã. Parafraseando o poeta, a violência da linguagem dá perfeita ideia da violência propriamente dita inerente aos desatinos de Trump.



Sandra Hernández 

A fotógrafa que registra luta diária de cubanos com colapso econômico: 'Sobrevivendo ao impossível'










domingo, 26 de abril de 2026

sábado, 25 de abril de 2026

BOM DIA... ISRAEL IS A TERRORIST STATE !

 

sexta-feira, 24 de abril de 2026

BOA NOITE ...

 











quarta-feira, 22 de abril de 2026

BOA NOITE... ISRAEL É UM ESTADO TERRORISTA !

 

 A ORGIA DE SANGUE DOS DEPRAVADOS CONTINUA ...

ASSASSINATOS, DESTRUIÇÃO ... ELES NÃO SE CONTENTAM EM SÓ MATAR

QUEREM INFLIGIR DOR E SOFRIMENTO !

O DÉSPOTA NETANYAHU TEM APROVAÇÃO DE 82% DOS ISRAELENSES!

O MUNDO CIVILIZADO ASSISTE CHOCADO O SADISMO DESSE POVO.









 

THIS YEAR'S F1 IS HARDER THAN EVER TO PREDICT !