Blog Scuderia Brazil
terça-feira, 13 de outubro de 2026
Stanwyck & MacMurray... hidden gem in Sirk's filmography
Ontem revi esse melodrama soberbo dirigido com "finesse" pelo mestre Douglas Sirk, com o casal de "Double Indemnity" Fred MacMurray e Barbara Stanwyck.
Barbara, na minha opinião, é a grande dama do cinema americano ... uma tremenda atriz, com incrível presença em cena, que se destacou nos mais diversos gêneros: do faroeste à comédia ...
segunda-feira, 12 de outubro de 2026
domingo, 11 de outubro de 2026
"MEDO DAS URNAS"... irão aceitar uma derrota !?!
Manifestantes picham e quebram estações de metrô na Paulista após ato pró-Lula https://t.co/UUxx8Lnvi7
— CNN Brasil (@CNNBrasil) October 11, 2026
SINAIS muito preocupantes
no caso de derrota ...
irão aceitar, ou partirão para a ANARQUIA ...
incentivados por um LÍDER que não "aceita" UMA DERROTA !
anarquia, medo, desrespeito por quem "PENSA DIFERENTE" ...
uma turba revoltosa "pregando" REVOLUÇÃO (sic) !
QUE REVOLUÇÃO ?
Vai ter "REVOLUÇÃO" (golpe) no caso das URNAS derem a vitória para a oposição?
É ESSE TIPO DE "GENTE" QUE DEFENDE A "DEMOCRACIA"
Ouvi esse MESMO DISCURSO" em 2022... da boca de Jair Bolsonaro 👇
BOM DOMINGO A TODOS ! 👇
A mentira fica pior na boca de quem se pretende dono da virtude.
— @dorakramer_ (@DoraKramer) October 9, 2026
sábado, 10 de outubro de 2026
"Polarização Tóxica" ... FERNANDO SCHÜLER !
A política é um terreno limitado, as opções eleitorais são imperfeitas e as questões em jogo são bem mais prosaicas. Deveríamos nos debruçar no pouco tempo que resta para o debate sobre as temáticas econômica e institucional
“Precisei ser hospitalizada”, diz a influencer digital, horas depois do resultado eleitoral. Devidamente imersa em sua tribo, ela conta ter tido “picos de pressão” e recebido recomendações do médico para se afastar da internet. Sabedoria médica. A maluquice anda nas redes. Os espertalhões do marketing e caçadores de likes sabem disso, e por aí vai a onda algo patética de ódio e fake news que corre solta, em nossa festa da democracia. Nem mesmo gente vetusta e bem-preparada escapa. De um conhecido jurista, leio que a eleição do candidato da oposição jogaria o País em um “precipício”. Em um artigo, leio que é preciso (incrível originalidade) decidir entre a “civilização e a barbárie”. E mesmo de uma autoridade federal leio que tudo se resume a um conflito entre a “honra e a humilhação”.
Há um componente “psicótico” em nossas democracias. A definição foi dada por Peter Coleman, um calmo e erudito professor em Colúmbia, autor de The Way Out, livro de referência no tema da “polarização tóxica”, que aflige a política na era digital. Seu traço mais comum é o que se poderia chamar de “captura da vida pela política”. A política que deixa seu terreno próprio — o debate sobre políticas públicas — e passa a definir a identidade das pessoas. A partir daí, a obsessão, a linguagem hiperbólica. Aquele vizinho antes ameno que passa a excluir os amigos que pensam diferente, ocupa o seu dia com a política, parece mesmo acreditar que ele representa a luz e o “outro”, a escuridão, além de entrar em depressão (ou mesmo ir para o hospital) quando seu candidato toma uma surra nas eleições.
De minha parte, chama a atenção a “tentação do espantalho”. O vezo do sujeito que passa tanto tempo metido com sua própria tribo que passa a ver o adversário como um tipo de monstro moral. Ou simplesmente como “precipício”. O professor Curtis Puryear, da Kellogg School of Management, em uma ampla pesquisa, mostrou que democratas e republicanos superestimam significativamente a proporção de adversários que aprovam comportamentos manifestamente imorais, como pornografia infantil e apropriação indevida de dinheiro. Na prática, tendem a enxergar seus oponentes como uma caricatura. O Brasil de hoje é um perfeito laboratório disso. Ainda por estes dias lia que Lula fecharia as igrejas e que Flávio acabaria com o SUS, o Pix e iria “privatizar as praias”. E isto de gente autoproclamada “civilizada”. Por alguma razão, há quem realmente pense que mentir é desculpável se a causa for virtuosa. Não é. É apenas patético, além de um jogo em que todos saem perdendo.
Nas eleições passadas, tivemos parte da “direita” nesta toada, com a infinita conversa em torno das “urnas eletrônicas”, hoje vencida. Nesta campanha, os ventos mudaram. Já tivemos o “vão tirar Nossa Senhora de padroeira do Brasil”, que deu direito à impagável cena de Lula erguendo a santa e gritando, em um comício, que “enquanto eu for presidente ninguém vai avacalhar com Nossa Senhora!”. Tivemos a conversa sobre a “intervenção externa” nas eleições, com direito a um pedido de “investigação”, pelo governo, a partir de uma matéria de imprensa (e devidamente arquivado). E ainda esta semana assistimos à conversa histriônica em torno da “mudança na Constituição”, em algum momento mencionada pelo candidato da oposição. “É golpe!”, li de um notório jurista, sem saber do que se tratava. Também sem saber, escutamos de um ex-ministro do STF que a democracia “repudia pretensões autocráticas!”, com inescapável ponto de exclamação. No fim, a tal mudança dizia respeito a coisas como reduzir a maioridade penal, terminar com a reeleição e fazer reformas no Judiciário, em geral já em discussão no Congresso. Mesmo o que poderia ser um bom debate, coisa rara em uma campanha, termina na vala comum da caricatura.
O fato é que a política é um terreno limitado, as opções eleitorais são imperfeitas e as questões em jogo são bem mais prosaicas. No terreno econômico, precisamos resolver a questão fiscal e retomar reformas com foco na produtividade. No tema institucional, voltar a fazer valer a letra da lei, encerrar de vez o estado de exceção tropical que criamos no País, ao menos desde o inquérito das fake news. E, de quebra, levar ao Supremo quatro novos ministros que não sejam políticos de carreira e estejam dispostos a fazer cumprir a Constituição. Não é pouca coisa. São temas complicados, mas todos no plano da política. Muito longe da retórica do “precipício”, da birutice dos militantes e pegadinhas do marketing irresponsável. E é sobre eles que deveríamos nos debruçar no pouco tempo que resta para o debate, até as eleições.
sexta-feira, 9 de outubro de 2026
BOM DIA... Nada de Novo no Front ! 👇
Quando eles falam em cortar R$ 200 bilhões do orçamento, você sabe de onde eles vão cortar? Do Pé-de-Meia, do Farmácia Popular, do Minha Casa, Minha Vida, da merenda escolar, do Gás do Povo. E não vão dar aumento acima da inflação para trabalhadores e aposentados. Toda vez que alguém da elite fala que vai cortar, eles cortam do sangue do povo e não dos ricos. Nós vamos manter e aprimorar todas as nossas políticas sociais. Compartilhe!
— Lula (@LulaOficial) October 8, 2026
EM VEZ DE SE DISCUTIR "PLANO DE GOVERNO" ...
MUDANÇAS OU SEI LÁ O QUÊ ...
... "Partiu-se para o ataque"
O ELEITOR está "farto" desse discurso LENGA-LENGA !
PT aposta na estratégia do ‘medo’, já usada contra rivais no passado, para tentar virar votos e pressionar Flávio https://t.co/25OpN1hDN4
— Jornal O Globo (@JornalOGlobo) October 9, 2026

quinta-feira, 8 de outubro de 2026
BANDIDOS vestem TOGA ...“Podemos confiar nos tribunais" !?!
TSE julga o registro de candidatura de Deltan Dallagnol, eleito ao Senado pelo Paraná | Deltan foi eleito para a segunda vaga do Senado pelo Paraná, com 2,9 milhões de votos; O recurso apresentado ao TSE pede o indeferimento do registro e a nulidade dos... https://t.co/OLeCST8FLX https://t.co/frUmMKNwAT
— Estadão 🗞️ (@Estadao) October 8, 2026
TSE vai julgar o registro da candidatura de Deltan Dallagnol ... eleito pelo "POVO" com 2,9 milhões de votos!
Como confiar, que o julgamento será justo, imparcial, num tribunal "contaminado"...
com juízes sem ética !!!!!!! 👇
ALTERNÂNCIA de PODER ... Alberto Carlos Almeida !
O cientista político Alberto Carlos Almeida faz uma avaliação mais categórica sobre o resultado da eleição e diz não ver caminho para Lula virar a disputa.
“É aritmético. Você tem um candidato de governo, que é o Lula, e todos os demais são de oposição. Os outros candidatos somaram cerca de 8% dos votos. O Flávio vai ter mais da metade, no mínimo cinco, e deve alcançar 52% dos válidos. Lula vai a 48%, que é o teto dele”, diz. “Eu considero irreversível o resultado. Em todas as eleições para presidente, quem liderou no primeiro turno também chegou na frente no segundo. Isso não acontece por acaso. O segundo turno não é uma nova eleição; é a consolidação do primeiro.”
Almeida sustenta, desde o início do ano, que Lula caminhava para uma derrota e avalia que o presidente não agiu a tempo para melhorar a percepção sobre o governo, que, segundo ele, permaneceu em patamar abaixo do necessário para uma reeleição.
“Bolsonaro deu um aumento gigante do Bolsa Família seis meses antes da eleição. Isso ajudou muito. Avaliação de governo não melhora da noite para o dia. Provavelmente, o Lula e seu entorno, especulando, devem ter dito: “A eleição está ganha, o Flávio é um candidato ruim e é muito rejeitado”. Mas não é o candidato que importa, é o contexto. As pessoas vão procurar o candidato de oposição que representa a mudança no pleito.”
Autor de livros como “A cabeça do brasileiro” e “O voto do brasileiro”, Almeida também se distancia dos demais especialistas ao rejeitar a leitura de que o resultado das urnas deste domingo representa uma vitória do bolsonarismo ou uma “onda” de direita. Para ele, o que houve foi um movimento de alternância de poder.
“Não foi vitória do bolsonarismo ou onda de direita, foi alternância de poder com crescimento do partido de um candidato a presidente competitivo. O PL comeu cadeira dos partidos do Centrão, que são ideologicamente próximos dele”, afirma o especialista.






















