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sábado, 31 de outubro de 2020

Das Kleine Wunder

 













sexta-feira, 12 de abril de 2019

BIRD CLEMENTE









quinta-feira, 14 de maio de 2015

DKW MALZONI



1964 - Em 1964 Rino Malzoni decidiu pôr em execução um projeto que havia idealizado algum tempo atrás. Ele pretendia iniciar a construção de um protótipo esporte utilizando os componentes mecânicos e o chassi do DKW-Vemag, fabricado no Brasil.

Para levar avante a idéia Rino Malzoni reuniu uma equipe composta por Milton Masteguin, Mário César Camargo Filho e Jorge Lettry. Eles iniciaram suas atividades, nos primeiros meses de 1964, na fazenda de Malzoni, em Matão, Estado de São Paulo.

Em outubro do mesmo ano a equipe de projetistas formou uma sociedade com a denominação de Automóveis Lumimari Ltda. (nome derivado das duas letras iniciais de cada sócio: Luiz Roberto Alves da Costa, Milton Masteguin, Mário Cesar Camargo Filho e Rino Malzoni).

Para a produção do carro a Lumimari montou uma oficina na avenida Presidente Wilson, em São Paulo. As primeiras unidades receberam a denominação DKW-Malzoni.

O carro tinha motor de três cilindros de dois tempos, com cilindrada de 981cc, que desenvolvia a potência de 60CV a 4.500 rpm. Sua carroçaria, construída em fibra de vidro, aliava à alta resistência mecânica, o peso bem menor (2/3 do peso da mesma carroçaria de aço). A utilização desse material contribuiu para que o peso total do veículo atingisse apenas 810 Kg, o que compensava a pouca potência do motor.

Este recebeu câmbio de quatro marchas, embreagem monodisco a seco e freios dianteiros opcionalmente a disco. Com 3,99 metros de comprimento, 1,6 metros de largura, apresentava boa estabilidade e desenvolvia velocidade máxima de 145 Km/h.

A Lumimari lançou o DKW-Malzoni nas pistas de corrida assim que o veículo ficou pronto. Ainda em 1964 esse automóvel começou a se impor aos de sua categoria, vencendo o Grande Prêmio Taça das Américas, em São Paulo, e os 500 Quilômetros da Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro.

Apesar de suas linhas harmoniosas e de seu bom desempenho, o DKW-Malzoni não entrou em produção comercial imediatamente.

Em 1965 a fábrica limitou-se a vender apenas alguns protótipos para competições. Nesse ano os DKW-Malzoni acumularam uma série de vitórias, como as obtidas nos Grande Prêmios de Piracicaba e do IV Centenário da Guanabara e na prova Interclubes, em Interlagos. Além disso, carros da Lumimari conseguiram a segunda colocação no Grande Prêmio Rodovia do Café no Paraná e na sétima edição dos 500 Quilômetros de Interlagos, em São Paulo.

No V Salão do Automóvel de 1966, em São Paulo, a Lumimari apresentou uma versão especial do Espartano, com todos os requintes de um carro  de categoria. O carro recebeu o prêmio destinado ao melhor projeto do ano.

Em conseqüência, o GEIMEC (Grupo Executivo das Indústrias Mecânicas), mais tarde transformado em GEIMOT (Grupo Executivo das Indústrias Motoras), reconheceu a fábrica como integrante do parque automobilístico brasileiro.

Pouco depois a empresa adotou nova razão social, passando a chamar-se PUMA VEÍCULOS E MOTORES LTDA. e o DKW-Malzoni recebeu o nome de Puma GT.




domingo, 4 de janeiro de 2015

DKW para o Tio Sam


1956 - O DKW volta a conquistar seus velhos mercados de pré-guerra, quando a Auto-Union gozava de merecida fama internacional. Ainda recentemente, 300 unidades DKW-Sonderklasse foram embarcados para Los Angeles.

O novo modêlo 3-6 tem a potência aumentada para 38 HP, possui motor de 3 cilindros, alcança a velocidade de 125 Km/h e gasta apenas 7.8 litros de combustível em 100 Km. O DKW está na iminência de ser fabricado no Brasil, com 90% de peças nacionais.


quarta-feira, 12 de dezembro de 2012

DKW Teuto - Norte Americano


A Flintridge Motor Manufacturing Corporation, da Califórnia, iniciou recentemente a fabricação em massa de carroçarias de material plástico que se adaptam a chassi DKW.

Sedãs novinhos, logo depois de recebidos, são levados a uma fábrica de carroçarias de material plástico de Santa Ana (Califórnia), onde tôda a forração interna é arrancada, a capota cortada, o painel de instrumentos, as portas e os para-lamas são removidos, a parede de fogo é avançada em cêrca de quinze centímetros e rebaixada dez.

Em seguida, um novo "chassi de refôrço" de metal leve é instalado sôbre o original para conservar as características de rigidez do modêlo original.

O conversível resultante, de linhas modernas e agradáveis, tem capacidade para 4/5 passageiros e pesa cêrca de 170 quilos menos que o sedã DKW comum. A produção atual é de mais ou menos 200 unidades mensais.


terça-feira, 26 de junho de 2012

Volante 13



Carros disciplinadamente bem alinhados, motores rugindo...

O homem que ia dar a partida, de bandeira levantada

O público em silêncio ante o "larga" sensacional

De repente, um DKW pretinho se aproxima, ruidosamente. Coloca-se lá no último pelotão

De dentro dêle saltam três mecânicos deixando o pilôto a sós ao volante

Tiram um motor sobressalente do cofre traseiro. E, também, muitas ferramentas de trabalho.

Todo mundo observa em silêncio

Os próprios concorrentes mostram-se espantados.

O homem da bandeirada continua imóvel, braço levantado no ar

Do DKW as ferramentas ainda são retiradas

Por fim, acabou-se a indecisão

O volante recém-chegado levantou o polegar direito, avisando que estava "OK"

E, arriada a bandeira quadriculada, fêz o carro disparar, "comendo" todo mundo

Ao chegar à primeira curva entrou errado e, talvez por isto ganhou vantagem e adquiriu o primeiro pôsto.

Acontece que êle entrou errado porque não conhecia a pista. E não chegou nem a completar a primeira volta.

Pouco adiante, em outra curva, entrou errado de nôvo, bateu numa guia e foi parar "espetado" num galinheiro.

Nada demais. Só que as galinhas levaram um bruto susto.

Isto se passou num sábado à tarde, quando se executava a prova de classificação para o Circuito de Piracicaba deste mês.

Na mesma noite, o DKW estava devidamente consertado. E ainda nesta mesma noite, talvez de castigo, nosso pilôto teve de dar muitas voltas na pista, para conhecê-la melhor.

Os moradores reclamaram contra o barulho e o treinamento acabou. Mas a pista, agora, era bastante conhecida.

No dia seguinte, bem cedinho, êle liquidou com a maré de azar.

Botou um padre para fora da cama e pediu que êste benzesse o seu carro.

Depois dêste derradeiro preparativo, entrou com fé na corrida.

Sòmente não tirou primeiro lugar em sua categoria porque o vencedor possuía um carro de igual potência e não lhe dava passagem.

Não faz mal. Ficou mesmo em segundo lugar e ganhou pela primeira vez em sua vida de automobilista um prêmio: Cr$30.000 mil.

Em tempo:

o protagonista chama-se Volante 13...

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terça-feira, 5 de abril de 2011

Marinho DKW

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Marinho foi o melhor com os Vemag

Mario Cesar de Camargo Filho, também conhecido por "Caipira", tornou-se famoso por sua habilidade com os carros de tração dianteira, e não poucas vezes liderou corridas longas como a Mil Milhas Brasileiras com seu minúsculo DKW número 10 à frente de carreteras com mais de 400 HP. Ninguém foi melhor que ele com os Vemag.