Mostrando postagens com marcador motocross. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador motocross. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 12 de abril de 2018

MOTOCROSS "GOLDEN YEARS"








1975 - Época de ouro do Motocross, Marty Smith, Roger DeCoster, Jimmy Weinert, Tony DiStefano, Heikki Mikkola... a nata reunida, os melhores de todos os tempos...

....L.A. Coliseum lotado... de 1975 até 1985 foi a fase áurea do Motocross...

Sensacional este video mostrando todo clima e a excitação que o motocross despertava no público...









quarta-feira, 11 de janeiro de 2017

GREEN MEANIE:




1976 - "May I help you with something?"

"Yeah, I'm looking for a big, powerful dirt bike. How much is the one over there with the tough metalflake paint job?"

"That is a beauty, isn't it? It's Kawasaki's biggest, fastest, most powerful production motocrosser. It was even bigger last year, closer to 450cc, but they must a figured that the average guy just couldn't handle all that power. But dropping 50cc hasn't slowed this baby down any, just made it easier to control. You know who Brad Lackey is? He rode a bike like this and won the 500 National Championship. It's yours for about $1400."
















sexta-feira, 9 de setembro de 2016

MOTOCROSS


BackTrack Motocross from Kent Taylor on Vimeo.


domingo, 10 de abril de 2016

"HOLY SHIT"! SUZUKI RM125

"Like syrup flows over pancakes"



1975 - Every four years the best ad men in the country get together to sell us the ultimate product: a president.

Every sunday we are deluged with invitations to sign our lives away for a few years to have the very same machine our football heroes drive (in the background, as an even more subtle invitation, is the beautiful woman that somehow must appear with the car).

And more recently these clever ad men have found a new market. With the country going berserk being economical it is a natural. Go smaller than a small car. So for one reason or another we poor motorcyclists are the recipients of some very fine advertising hype.

 It is subtle and it is clever. Which is not say it is a bad. After all, there are better motorcycles out there now than there have ever been. Let's narrow down the topic. Suzuki is pushing the new RM125. They are pushing it hard.



In the hot 125 class it is doubtful if the Suzuki will be blowing off even a slightly tricked-out member of the competition in a straight line drag race. But that's not what really counts. Around a motocross course that engine works with that suspension to let you keep up with anything in its class. And it is remarkably reliable. And it is even relatively inexpensive. Watch out, McDonald's. 




quarta-feira, 23 de março de 2016

MOTOCROSS


1978 - Upon close scrutiny, life on a motocross track is rather simple. On most Sundays, the AMA's top professional motocross racers come to the gate at a major event. Each has just one thing in mind: winning!

At the end of the day one lucky and talented guy picks up most of the money, gets a kiss from a foxy lady or two, signs autographs for an adoring public and makes headlines which could mean a bigger salary next year.

Being a motocross star isn't easy... but it is simple, a question of who can ride the fastest.




Bob Hannah Yamaha's neutron bomb, devasted the competition while leaving racetracks and stadiums staning.

Behind the scenes, though, a less publicized and more complicated struggle takes place. It begins long before the first race of the season and continues 12 months a year. The battle is among the managers of factory motocross teams, men who knock themselves out trying to handle minute details which can make or break a season, trying to keep superstar riders happy and winning, and trying to maintain their sanity.

Team Yamaha: 17-year-old Broc Glover won his 125cc title and attracted young girls.








terça-feira, 16 de setembro de 2014

CAMPEONATO BRASILEIRO MOTOCROSS


Roberto Boettcher




1982 - Depois da confusão reinante em União da Vitória, que culminou com a não realização da prova, pela decisão dos pilotos em não largar por causa das condições da pista, a segunda etapa do campeonato Brasileiro acabou sendo realizada em Brasília.

O Motocross hoje, no Brasil, atrai muito mais público do que qualquer competição de motos ou carros, com exceção da Fórmula 1, e por esse mesmo motivo percebe-se cada vez mais o interesse das fábricas em incentivá-lo e também mostrar a superioridade das suas motocicletas nas pistas, resultados que serão usados depois, comercialmente.

Para isso as equipes oficiais de fábrica não estão medindo esforços no preparo das suas máquinas e na escolha dos pilotos que as representarão. E nesta segunda etapa já pudemos perceber pelas disputas e equilíbrio das provas o quanto isso é benéfico para o motociclismo de competição nesta modalidade, o motocross.

Em Brasília o equilíbrio ficou demonstrado com a vitória da Honda na 125cc através de Moronguinho, e da Yamaha na 250cc com Roberto Boettcher.

Na 125cc, a prova mais disputada, Álvaro Cândido Filho da equipe Comstar assumiu a liderança seguido de perto por Roberto Boettcher e por Nivador Bernardi. Moronguinho, que se atrasou na largada, vinha em quarto, mas com excelente recuperação perto do meio da prova, já era o primeiro seguido de Boettcher e Nivador, Enquanto um pouco mais atrás a disputa pelo quarto lugar era incrível, envolvendo Claudio Assunção, Claudio Teixeira e Ylton Veloso, com vantagem no final para Veloso.

Na 250cc as posições se inverteram, e foram quase que definidas desde o início. Roberto Boettcher abriu uma boa vantagem sobre Nivanor, Moronguinho e Alvaro Cândido, que disputavam duramente a segunda posição. Neste momento Nivanor caiu e quase foi atropelado por Moronguinho, desistindo da prova em seguida. Excelente participação teve também Ylton Veloso, que após um tombo na largada recuperou-se com muita garra, cruzando a linha de chegada em quarto lugar e muito aplaudido pelo bom público presente, aproximadamente de 10 mil pessoas.

CLASSIFICAÇÃO 125CC

  1. Pedro Bernardo Raimundo / RS / Honda
  2. Roberto Boettcher / GO / Yamaha
  3. Nivanor Bernardi / PR / Yamaha
  4. Alvaro Cândido Filho / SP / Honda
  5. Ylton Veloso / PB / Honda
  6. Claudio Teixeira / SP / Yamaha


CLASSIFICAÇÃO 250CC

  1. Roberto Boettcher / GO / Yamaha-Shell
  2. Pedro Bernardo Raimundo / RS / Honda
  3. Alvaro Cândido Filho / SP / Honda
  4. Ylton Veloso / PB / Honda
  5. Osmar Ferreira / MG / Yamaha-Shell

quarta-feira, 13 de agosto de 2014


quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014

CAMPEONATO PAULISTA DE MOTOCROSS


1975 - Das seis baterias disputadas na abertura do Campeonato Paulista de Motocross, em Sorocaba, (três de 125 e três de 250 cc), Nivanor Bernardi ganhou cinco.

Apesar disso, e da excelente fase por que passa o campeão de 1974, a temporada deste ano parece ter afastado o perigo da monotonia : novas revelações estão surgindo e, mesmo que não dêem trabalho a Nivanor, certamente oferecerão bons espetáculos nos pelotões intermediários.


Em partidas de futebol, o recorde de público na cidade é de 15 mil pessoas. Na rodada de abertura do Campeonato Paulista de Motocross, havia quase 40 mil pessoas _ o que parece confirmar as opiniões de que Sorocaba caminha rapidamente para tornar-se uma espécie de "Capital Motociclística" do interior do estado de São Paulo. Com apenas 180 mil habitantes, a cidade tem 750 motocicletas (sem contar motonetas, lambretas e vespas), o que dá um dos mais altos índices proporcionais do país.

Organizado pelo Sorocaba Motor Clube e Centauro Motor Clube, a prova de abertura foi realizada numa nova pista, de 1.200 metros, construída nos moldes dos circuitos internacionais, medida que reflete uma nova mentalidade cujo objetivo é dar aos pilotos brasileiros condições de evoluirem dentro do mesmo tipo de pista "travada" nas quais são disputadas as provas de cross no exterior.

Até então, em decorrência talvez da pouca idade desse esporte no Brasil, os circuitos tem sido construídos com percursos mais suaves, o que, se cumpre uma função de não assustar novos adeptos com obstáculos em excesso, já não oferece a necessária carga de desafios aos veteranos.

Com 23 concorrentes, as três baterias da categoria 125 cc apresentaram uma briga constante entre Nivanor Bernardi, Roberto Boettcher e Francisco Carvalho o "Neco", todos com Yamaha.

Essa marca, aliás, dominou: de um total de 42 motos nas duas categorias, havia apenas três Suzuki e a Maico do uruguaio Gustavo Cerdeña.

Com uma excelente largada, Nivanor Bernardi foi menos incomodado na primeira bateria, deixando Roberto Boettcher e Neco lutando pela segunda colocação, poucos metros atrás. Já na segunda bateria, certamente mais desinibidos, os dois jovens ameaçaram o campeão brasileiro do início ao fim, apesar dos problemas enfrentados por Neco nas últimas voltas.

A terceira bateria foi a melhor de todo o torneio: retardando-se na largada, Nivanor Bernardi saiu em quinto lugar. Ganhando posições nos trechos mais difíceis do circuito, ele aparecia em terceiro lugar já na sexta volta, atrás de Boettcher e Neco, iniciando um duelo longamente aplaudido pelo público.

Mesmo depois de uma queda, Nivanor conseguiu recuperar-se e encostar novamente nos líderes. Passou para segundo a duas voltas do final, mas não teve tempo de alcançar Boettcher, que a partir desse momento era chamado de Davi, numa clara referência ao vencedor do gigante Golias.


 O uruguaio Gustavo Cerdeña e o jovem Roberto Boettcher


Na categoria 250 cc, com 19 concorrentes, Nivanor venceu as três baterias, em todas elas seguido pelo uruguaio Gustavo Cerdeña.

Apenas na primeira Nivanor teve que se esforçar, também por causa de uma má largada. Gustavo Cerdeña, que correu em primeiro nas voltas iniciais, trocou duas vezes de posição com Francisco Carvalho, mas nenhum dos dois conseguiu barrar Nivanor, que parece disposto a dar tudo que tem para atrair os patrocinadores de que necessita para competir no Mundial.

Na segunda bateria, ele e Cerdeña, o uruguaio atualmente radicado no Brasil, manteve-se a uma distância prudente todo o tempo, depois de uma tentativa frustrada de acompanhá-lo nas primeiras voltas, chegaram a colocar uma volta de vantagem sobre os demais. Também sem ninguém ameaçando-os, os dois correram tranqüilos na terceira e última bateria.

A julgar pela abertura, o campeonato de cross deste ano deverá repetir 1974 na categoria 250 cc, mas na 125 cc algumas boas surpresas parecem esboçar-se no pelotão intermediário, já que dificilmente alguém terá condições de roubar as vitórias que Nivanor pretende continuar colecionando.

Roberto Boettcher e Francisco Carvalho ressentem-se ainda da experiência e preparo físico necessários para dosar melhor seus desempenhos, mas já mostram condições de suprir a falta de ídolos. Principalmente Franscisco Carvalho, o Neco, que tem apenas 17 anos e já é apontado como futuro campeão, desde que consiga adicionar uma boa dose de calma ao seu estilo.




CLASSIFICAÇÃO GERAL 125 CC

  1. NIVANOR BERNARDI
  2. ROBERTO BOETTCHER
  3. FRANCISCO "NECO"  CARVALHO
  4. MARCELO R. MENTIEL
  5. MARIO CALCIA


CLASSIFICAÇÃO GERAL 250 CC

  1. NIVANOR BERNARDI
  2. GUSTAVO CERDEÑA
  3. AUGUSTO TOLEDO
  4. ERNESTO MARTINS
  5. UBIRATAN RIOS

domingo, 16 de junho de 2013

KENNY ZAHRT


1976 - Easy the 7.834th shot of Kenny Zahrt getting sideways. This time he does it a bit differently, though.

terça-feira, 7 de maio de 2013

CAMPEONATO BRASILEIRO DE MOTOCROSS


Roberto Boettcher, Nivanor Bernardi e Pedro Bernardo Raimundo



A primeira etapa do Campeonato Brasileiro de Motocross, realizada na cidade paranaense de União da Vitória, evidenciou mais uma vez a supremacia técnica de Nivanor Benardi nesse tipo de competição.

O piloto paranaense, radicado em São Paulo, venceu as seis baterias disputadas, totalizando 45 pontos em cada uma das duas categorias, a de 125 e a de 250 cc.

Além da excelente forma que atravessa, Nivanor teve a seu favor o fato de as suas duas máquinas, uma MX 125 e uma MX 250, terem sido preparadas pela Yamaha, enquanto a maioria de seus adversários contou apenas com os recursos dos revendedores de suas cidades.

Dessa forma, as possibilidades de derrotar Nivanor ficaram reduzidas a uma eventual quebra, o que não aconteceu em nenhuma bateria. Somente em duas oportunidades ele deixou de ocupar a liderança, conseguindo recuperá-la, porém, antes de se completarem as oito voltas da bateria.

Numa dessas vezes, ele entrou mal numa curva de cotovelo, sua moto atolou no barro e o motor morreu. Em conseqüência, caiu para o quinto lugar, mas antes de terminar a volta já estava liderando novamente. Isso aconteceu na segunda volta da primeira bateria de 250 cc.

Mais tarde quando foi dada a saída para a terceira bateria, também de 250 cc, sua moto ainda não estava com a marcha engatada e por isso atrasou-se para o sexto lugar. Antes de terminar a primeira volta, entretanto, ele já perseguia o líder, que era o gaúcho José Toledo, dominando-o logo em seguida.

Em razão da superioridade da máquina de Nivanor,  prova teve poucos momentos de emoção, que se resumiram à luta pelo segundo lugar entre o goiano Roberto Boettcher e o gaúcho Pedro Bernado Raimundo, na categoria 125 cc, e entre o mesmo Roberto Boettcher e Araquem Olsem, de União da Vitória, nas baterias de 250 cc.

A forte chuva que caiu na véspera deixou a pista cheia de lama e em alguns trechos, por causa dos treinos realizados de manhã,formaram-se caminhos que só permitiam a passagem de uma moto de cada vez. Quem saísse da trilha corria o risco de atolar, ficando para trás.

Apesar disso, só houve um acidente. Ao tentar uma ultrapassagem, na terceira bateria de 250 cc, a máquina de José Toledo bateu na de Marcelo Montiel, de Brasília. Em conseqüência, o piloto gaúcho perdeu o controle e caiu de mau jeito, quebrando um braço.


Nivanor Bernardi recebe a bandeirada da vitória

Na bateria anterior, também de 250 cc, o mesmo José Toledo foi protagonista da única falha atribuída aos organizadores da prova. Logo depois da reta de chegada, ele resolveu cortar caminho na frente de um fiscal, recebendo acertadamente a bandeirada preta de desclassificação.

Entretanto, continuou correndo e no final da bateria, inexplicavelmente, os juízes acabaram lhe consignando os oito pontos que obtivera com o quarto lugar.

Os treinos começaram às oito horas e prosseguiram até as 12:30. Por solicitação dos pilotos, os organizadores retiraram um obstáculo colocado no meio da reta de chegada para um pequeno salto. É que, por causa da chuva, formou-se junto à lombada uma valeta profunda, o que obrigava os pilotos a frearem muito antes da curva.

Das 18 motos inscritas a categoria 125 cc, apenas duas não completaram as três baterias. Já na categoria 250 cc houve apenas dez inscrições, sendo cinco com motores 125 cc.

Para a população local, o grande interesse estava na atuação de Araquem Olsem, cuja Yamaha MX 125 tinha sido adquirida com a ajuda dos moradores da cidade. E ele não decepcionou, obtendo respectivamente o quinto e o terceiro lugares nas categorias de 125 e 250 cc.

A pista de União da Vitória tem um circuito fechado de 1800 metros e largura de 2 metros em todos os pontos, à exceção da reta de largada que tem espaço para alinhar lado a lado todos os participantes.

O percurso total de cada bateria foi de 14,40 Km, cabendo também a Nivanor Bernardi fazer o melhor tempo em cada uma das categorias. Na de 125cc ele marcou 18m 44,8s e na de 250cc baixou para 18m 19,8s, com média de 46 Km/h.

CATEGORIA 125CC
  1. Nivanor Bernardi - São Paulo - Yamaha MX
  2. Roberto Boettcher - Goiânia - Yamaha YZ
  3. Pedro Raimundo - Porto Alegre - Yamaha MX
  4. Marcelo da Rocha - Brasília - Yamaha MX
  5. Araquem Olsen - União da Vitória - Yamaha MX
  6. Mario Calcia - Rio de Janeiro - Yamaha MX
  7. Antonio Shaufert Jr - Itajaí - Yamaha MX
  8. Uiratan Rios - Curitiba - Yamaha MX
  9. Geraldo Soares - Belo Horizonte - Yamaha MX
  10. Assir Arantes - Porto Alegre - Yamaha MX
CATEGORIA 250CC
  1. Nivanor Bernardi - São Paulo - Yamaha MX
  2. Roberto Boettcher - Goiânia - Yamaha MX
  3. Araquem Olsen - União da Vitória - Yamaha MX
  4. Ricardo Voigt - Curitiba - Yamaha MX
  5. Claudio Cordeiro - Brasília - Yamaha MX
  6. Jose Toledo - Belo Horizonte - Yamaha MX
  7. Ito Cornelsen - Curitiba - Yamaha Trail
  8. Alceu Moreira - União da Vitória - Yamaha MX
  9. Ubiratan Rios - Curitiba - Yamaha MX
  10. Iberê Matorch - Rio de Janeiro - Yamaha MX



sexta-feira, 26 de abril de 2013

FULL BORE



Full Bore Boots by Sidi became a very popular boot in the 70's. Used by 9/10 motocross riders in the 70's.


sexta-feira, 21 de dezembro de 2012

Equilíbrio Entre as Marcas


Em sua estréia pela Honda, "Moronguinho" fez a festa

Quando em 1970, o engenheiro belga Lucien Tilkens criou a suspensão MONOSHOCK, um amortecedor longitudinal ao invés do tradicional sistema duplo vertical na traseira, jamais imaginou que estaria provocando uma verdadeira revolução em termos de engenharia motociclística.

Na mesma época, a YAMAHA do Japão comprou a patente, aplicando o invento inicialmente nas motos de motocross, mais tarde nas de Velocidade e, algum tempo depois, até mesmo nos modelos para a rua. E foi um sucesso.

Mais de dez temporadas se passaram até que as demais fábricas desenvolvessem sistemas semelhantes que conseguissem equilibrar o panorama das competições internacionais.

No ano passado, a HONDA surpreendeu com sua suspensão PRO-LINK vencendo em várias categorias e desbancando campeões até então considerados imbatíveis.

Felizmente, esse sucesso em provas internacionais acabou se refletindo no Brasil, onde o motocross, desde o seu lançamento, permanecia sob o domínio absoluto dos produtos da Yamaha.

Através da revenda Gaúcha-Cross, a Honda investiu com seriedade. Contratou nada menos do que Pedro Bernardo Raimundo, o "Moronguinho", Campeão Brasileiro, Latino-Americano e apontado pelo tricampeão mundial Heikki Mikkola como o melhor piloto brasileiro da atualidade.

Sem apoio oficial direto mas com o patrocínio da Staroup, os paulistas Carlos Ourique "Scateninha" e Marcelo Scarano, também trocaram seu equipamento original Yamaha, pelas novíssimas Honda CR125 RW e CR250 RW. "Scateninha", principalmente, é considerado um valor quase ao nível dos campeões "Moronguinho", Nivanor Bernardi e Roberto Boettcher, mas, na opinião de alguns, ainda lhe falta um pouco de maturidade para alçar-se ao padrão dos demais.

Ciente e ao mesmo tempo preocupada com a investida da Honda, a Yamaha não perdeu tempo. Com o co-patrocínio da Shell, armou uma equipe de fábrica com Nivanor Bernardi e Roberto Boettcher, antes ferrenhos rivais dentro das pistas. Para fazer frente á concorrência, mandou trazer as Yamaha 125 e 250 YZH, modelos do ano, a menor, com refrigeração a água e a 250, equipada com a válvula YEIS, que, segundo o fabricante, permite maior aproveitamento do torque em baixas rotações.

Imaginando que "Moronguinho" eventualmente disputaria provas do regional paulista como "hors-concours", inscreveu tanto Nivanor quanto Boettcher pela federação paulista.























Nivanor Bernardi

Finalmente, o grande "tira-teima"; a primeira etapa do Campeonato Brasileiro, disputado na pista de Novo Hamburgo. "Moronguinho", que nunca vencera uma prova nacional em frente a seu público, levava muito a sério sua responsabilidade e treinava quase que um mês seguido na pista.

"Scateninha", seguindo os passos do piloto líder, chegava juntamente com Marcelo Scarano, quase dez dias antes da prova. O último não chegou nem a correr, vítima de uma fratura nos dedos do pé.

Nivanor Bernardi chegou somente no dia anterior à disputa e em menos de quatro voltas já virava marcas quase iguais às do gaúcho. Roberto Boettcher, ainda longe de seu melhor condicionamento físico, dava o melhor de si na esperança de, pelo menos, auxiliar no espírito de equipe.

A bateria de 125 cc foi talvez uma das melhores provas que a categoria já assistiu.

Em frente a mais de 40 mil espectadores, "Moronguinho" largou na dianteira seguido de perto por Nivanor e Boettcher. À medida que Boettcher perdia contato com os líderes, "Moronguinho" aumentava sua vantagem sobre o paranaense.

Com dez minutos de prova, a vitória do gaúcho, salvo problemas mecânicos, parecia assegurada. Para completar a impressão, Nivanor, sofreu uma queda, atrasando-se ainda mais. Mas, o impossível acabou acontecendo.

Pouco a pouco, com uma determinação absurda, Nivanor Bernardi começou a descontar a diferença até que, faltando quatro voltas, encostou decididamente em "Moronguinho". Foi a conta. Enquanto a multidão "urrava", Nivanor tentou por três vezes a ultrapassagem, sem resultado. No final, faltando uma volta, a segunda queda o alijou da disputa e trouxe para o gaúcho e a Honda seu primeiro grande resultado.

Na bateria de 250 cc, tudo fazia crer que o espetáculo se repetiria. Quem partiu na dianteira foi "Scateninha", mas logo na primeira volta foi ultrapassado por "Moronguinho". Duas voltas mais tarde, foi a vez de Nivanor, que na metade da prova assumiu a dianteira.

O gaúcho ainda tentou pressionar mas, como confirmou mais tarde, o cansaço era demais. Vitória para Nivanor Bernardi e para a Yamaha. Depois da primeira etapa do brasileiro, Yamaha e Honda permanecem empatadas: uma vitória para cada uma.

125 Cm³
  1. Pedro Raimundo "Moronguinho" - HONDA
  2. Nivanor Bernardi - YAMAHA
  3. Ademir Silva - KAWASAKI
  4. Léo Dias - HONDA
  5. Osmar Ferreira - YAMAHA
  6. Roberto Boettcher - YAMAHA
250 Cm³
  1. Nivanor Bernardi - YAMAHA
  2. Pedro Raimundo "Moronguinho" - HONDA
  3. Carlos Ourique "Scateninha" - HONDA
  4. Roberto Boettcher - YAMAHA
  5. Ademir Silva - KAWASAKI
  6. Fábio Ceschin - YAMAHA

sexta-feira, 30 de novembro de 2012

JIM WEST, DEAD AT 23



Livermore Trans-AMA, November 23, 1975 - Marty Smith gets the holeshot in the second moto but eats it on the uphill hairpin.

Breaking loose from the squad of Maicos trailing behind, Jim West rockets into the lead.

Coming around on the third lap he's pulled away from the pack and is enjoying his finest moment.

Down the long straight past the pits he's in top gear with hammer all the way down.

Nothing stays with him execpt the whirlwinds dancing alongside his screaming Maico.

Jim West is at the peak of his long and distinguished career.

One week later at Saddleback, Jim West is dead.

A hard crash early in the first moto took away the spirit that made him great.

The trouble with losing a person like Westy is that, for the friends who knew him, the family that loved him and the lady who built her life around him, there is no filling the empty space.

Our world is less than it was before.




terça-feira, 9 de outubro de 2012

TRANS-AMA MACHINERY



The factory Yamahas of Jim Weinert and Tim Hart sported the air pressure forks by Kayaba that will appear on the 1976 production YZs.

The housings on the top of the fork tubes, shown here by mechanic Ed Schiedler, contain diaphragms that provide progressive air spring pressure. 

No, they're not the tach and the speedometer !


terça-feira, 18 de setembro de 2012

BULTACO


1975 - Launched by Unadilla's Screw U Uphill, Kenny Zahrt


sábado, 30 de junho de 2012

DG RACE TEAM



Left to Right - Dave Williams 125/250 Pro - Broc Glover 125 Pro - Gary Denton 125 Pro - Kevin Harlow 125 Jr. - Dave Eropkin 125 Pro - Bob Hannah 125/250 Pro

Front row, left - Dominic Brock mechanic - Rocky Williams mechanic


quarta-feira, 21 de março de 2012

1975 Motocross World Championship




Out front in the Austrian GP: Bauer, Robert, Weil, Hansen, Everts and Falta. But after five of the 12, 250 cc GPs, it´s Willi Bauer with yhe points lead. If he keeps that up, if Roger does it again this year, and if Gaston Rahier continues to dominate the 125 cc, Suzuki could take all three in the first year all the classes are World  Championships.



He lost the Championship to the Russian last year when a bad back injury put him out for the beginning of the season, but Hakan Andersson is dialed again. The first moto of the season was his in Spain, there was another in Belgium, and a couple of good finishes in Poland put him into the race. Hakan could put it together and do it again.




Joel Robert is back and in training, trying for an incredible seventh Championship. Guenady Moiseev, purported champion this year, is out so far this season with an arm that's broken in two places. Rybaltchenko, the Russian who knocked Falta down last year, is in, however, and has scored points in every GP. Vladimir Ovchinnikov, Moiseev's KTM teammate, has been trying, but his best to date was an eighth at the Polish GP. 




Harry Everts Keeps smiling, but the GP season is serious. The racing's been tight; he won in Spain on time like Bauer did in Czechoslovakia. As a matter fact, it's remarkable that the Czechs gave it to Willi, since he was tied with Miroslav Halm, the CZ rider who usually only shows up to win the hometown event. But after five events, things are settling down and the trends are beginning to show.




Everts and Roberts: both possibles for this year's Champion. Harry won in Spain and in Poland; he's the only rider even close to Bauer. But Joel is, after all, Joel. Anything is possible for him. It´s rumored that he's swearing off everything but motocross this year.




Jim Pomeroy used to be the only American ever to win a Grand Prix. Now he's the only American to ever win two. At Retinne, Belgium, he set fastest time in practice, missed the start, and worked his way past everyone in the world to take it. In the second moto, he worked his way up again until he was behind a German trio of Willi Bauer, Adolf Weil and Hans Maisch, all following Hakan, who had the moto wire to wire. When Weil slipped a chain, Willi and Jim got by. That was good for fourth and good enough for the overall.




Hideaki Suzuki is sharing the Grand Prix circuit with his brother, Torao. Hideaki will ride the Yamaha until the German GP, then Torao takes over. Hideaki is a true banzai rider, giving it everything, using both hands and feet to turn, and forcing his way past anyone he can. His best ride was a fourth in Poland's first moto.




Off Montesa and on Husqvarna, Kalevi Vehkonen ran into bad luck at the Sittendorf, Austria, track. A "rally driver" wiped out his car, the organizers slapped him into the second start row, and then someone stood in front of him as the gate fell. He punched the guy out, but that didn't make up for finishing out of the points.




Jaroslav Falta, back in fourth place in points, spoke about this year's season: "I think Hakan Andersson and Harry Everts will be the guys to look for," and about 250s in general: "It's tougher in the 250 class because there are better riders and so many more makes are competing. This makes standards higher. I don't like the 500s. They are dull and clumsier".


250CC WORLD CHAMPIONSHIP

SPANISH GRAND PRIX

  1. Harry Everts ....PUC
  2. Willi Bauer......SUZ
  3. Hakan Andersson.....YAM
  4. Adolf Weil......MAI
  5. Jaroslav Falta.......CZ
  6. Sylvain Geboers.......HUS
  7. Torleif Hansen.......KAW
  8. Joel Roberts..........SUZ
  9. Kalevi Vehkonen.........HUS
  10. Hans Maisch......MAI

AUSTRIAN GRAND PRIX

  1. Jaroslav Falta ....CZ
  2. Joel Robert ....SUZ
  3. Willi Bauer .... SUZ
  4. Oldrich Hammersmid .... CZ
  5. Jim Pomeroy .... BUL
  6. Harry Everts .... PUC
  7. Hans Maisch .... MAI
  8. Torleif Hansen .... KAW
  9. Adolf Weil .... MAI
  10. Zdenek Velky .... CZ
BELGIAN GRAND PRIX

  1. Jim Pomeroy .... BUL
  2. Willi Bauer .... SUZ
  3. Adolf Weil .... MAI
  4. Hakan Andersson .... YAM
  5. Hans Maisch .... MAI
  6. Zdenek Velky .... CZ
  7. Joel Roberts .... SUZ
  8. Harry Everts .... PUC
  9. Eugeny Rybaltchenko .... CZ
  10. Uno Palm .... HUS
CZECHOSLOVAKIAN GRAND PRIX

  1. Willi Bauer .... SUZ
  2. Miroslav Halm .... CZ
  3. Zdenek Velky .... CZ
  4. Jaroslav Falta .... CZ
  5. Hans Maisch .... MAI
  6. Joel Robert .... SUZ
  7. Oldrich Hammersmid .... CZ
  8. Adolf Weil .... MAI
  9. Jim Pomeroy .... BUL
  10. Vic Allan .... BUL
POLISH GRAND PRIX

  1. Harry Evert .... PUC
  2. Hakan Andersson ....YAM
  3. Willi Bauer .... SUZ
  4. Adolf Weil .... MAI
  5. Uno Palm .... HUS
  6. Hans Maisch .... MAI
  7. Hideaki Suzuki .... YAM
  8. Eugeny Rybaltchenko .... CZ
  9. Vic Allan .... BUL
  10. Sylvain Geboers .... HUS


*

terça-feira, 13 de dezembro de 2011

ROGER DE COSTER









quarta-feira, 2 de novembro de 2011

Jim Pomeroy

The first American to win an FIM World Championship Motocross GP

" Here's mud in your eye "

1975 - He really isn't crying, but the girl wants to touch his face. All she did is get the crud out of his eyes after Jim Pomeroy won the 250cc Belgium Motocross Grand Prix.

In 1973, he became the first American rider to win a FIM motocross race when he rode a Bultaco to victory in the 250 cc Spanish Motocross Grand Prix.

Pomeroy is the only American to ever win a World Motocross Grand Prix. Better than that, he's done it twice. Go for it, Jim ...

*

segunda-feira, 2 de maio de 2011

Taça Continental

1984 - Das seis etapas da Taça Continental realizada no Peru, Alvaro Candido Filho ganhou quatro provas e foi vice em uma, e sétimo em outra. O maior problema foram as rodas que se quebravam devido ao terreno muito duro.

Álvaro Candido Filho, o "Paraguaio", foi o brasileiro que conseguiu mais medalhas de ouro em agosto. Só que não foi nas Olimpíadas, e sim no motocross, durante o Campeonato Sul-Americano, a Taça Continental, realizado próximo a Lima, no Peru, de 2 a 5 de agosto.

"Paraguaio" ganhou quatro medalhas de ouro e uma de prata nas seis etapas do torneio. Com este resultado Álvaro passa a ser o quarto brasileiro Campeão Sul-Americano de Motocross. Antes dele, Nivanor Bernardi, Beto Boettcher e Pedro Bernardo Raymundo, o "Moronguinho", já conquistaram este título.

Pilotando uma Honda CR 250RE "Paraguaio" mostrou uma forma física muito boa ao superar todos os problemas do piso ruim, muito duro, do Circuito de Manchay.

Por se localizar numa região desértica, a pista estava muito esburacada e cheia de pedras, forçando o piloto brasileiro a parar duas vezes na primeira etapa para trocar as rodas dianteiras e traseiras. Os pilotos locais dispunham de rodas especiais, mais largas e resistentes, afirmou Álvaro Candido, "Por isso tive que poupar mais o equipamento nas etapas seguintes".

Na segunda série, "Paraguaio" venceu com uma boa vantagem, mesmo tomando cuidados especiais com o terreno.

O desempenho da equipe de mecânicos brasileiros também foi elogiado pelo piloto, já que na terceira etapa foi necessário trocar a roda traseira e os mecânicos realizaram o trabalho em 1 minuto e 2 segundos. Depois de voltar à pista "Paraguaio" deu um show de pilotagem e terminou em 2º lugar recebendo uma medalha de prata.

Nas três etapas seguintes "Paraguaio" venceu com folga, acumulando quatro medalhas de ouro, cuidando apenas de procurar um traçado ideal na pista que não fosse tão acidentado.

Agora, Álvaro Candido Filho espera uma chance para mostrar esta garra no Campeonato Mundial de Motocross.