terça-feira, 3 de janeiro de 2017

AUTOESPORTE



Aqueles que acham que Felipe Nasr tem alguma chance de continuar na F1 em 2017 podem tirar o cavalinho da chuva. Ele está fora, a única chance dele continuar seria comprando um lugar em alguma equipe, sem patrocínio fica impossível.

Não estou questionando as suas habilidades como piloto, mas o seu comportamento dentro da equipe nesses dois anos não mostraram nada que pudesse chamar a atenção de algum outro time.

Passou a maior parte do tempo, nas duas temporadas que disputou pela Sauber, reclamando do carro. Pegou um carro ruim nas mãos, isto é fato, mas nenhuma equipe gosta de piloto reclamão. 

A própria chefe Monisha Kaltenborn sentiu-se constrangida de ter de ficar respondendo a jornalistas brasileiros sobre a possibilidade de Nasr estar sendo prejudicado ou sabotado pela própria equipe. Hipótese absurda.

Esse tipo de atitude é prejudicial até para o seu patrocinador que fica em dúvida se vale a pena patrocinar um carro que o seu patrocinado não para de falar que é ruim.

E teve aquele acidente de proporções épicas em Monte Carlo, quando os dois carros ficaram fora da prova por culpa exclusivamente de seus dois pilotos. Os dois foram culpados: Marcus que provocou o acidente e Felipe que por não seguir as ordens da equipe não evitou a tragédia.

O que ele deveria ter feito era tentar extrair o máximo do equipamento que tinha e reclamado menos.

Luiz Razia corre o risco de perder o emprego...em 2017.


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