domingo, 11 de outubro de 2026

BOM DOMINGO A TODOS ! 👇

 






 

sábado, 10 de outubro de 2026

BOA NOITE ... CLARK GABLE !

 (February 1, 1901 – November 16, 1960)












"Polarização Tóxica" ... FERNANDO SCHÜLER !

 


A política é um terreno limitado, as opções eleitorais são imperfeitas e as questões em jogo são bem mais prosaicas. Deveríamos nos debruçar no pouco tempo que resta para o debate sobre as temáticas econômica e institucional


“Precisei ser hospitalizada”, diz a influencer digital, horas depois do resultado eleitoral. Devidamente imersa em sua tribo, ela conta ter tido “picos de pressão” e recebido recomendações do médico para se afastar da internet. Sabedoria médica. A maluquice anda nas redes. Os espertalhões do marketing e caçadores de likes sabem disso, e por aí vai a onda algo patética de ódio e fake news que corre solta, em nossa festa da democracia. Nem mesmo gente vetusta e bem-preparada escapa. De um conhecido jurista, leio que a eleição do candidato da oposição jogaria o País em um “precipício”. Em um artigo, leio que é preciso (incrível originalidade) decidir entre a “civilização e a barbárie”. E mesmo de uma autoridade federal leio que tudo se resume a um conflito entre a “honra e a humilhação”.

Há um componente “psicótico” em nossas democracias. A definição foi dada por Peter Coleman, um calmo e erudito professor em Colúmbia, autor de The Way Out, livro de referência no tema da “polarização tóxica”, que aflige a política na era digital. Seu traço mais comum é o que se poderia chamar de “captura da vida pela política”. A política que deixa seu terreno próprio — o debate sobre políticas públicas — e passa a definir a identidade das pessoas. A partir daí, a obsessão, a linguagem hiperbólica. Aquele vizinho antes ameno que passa a excluir os amigos que pensam diferente, ocupa o seu dia com a política, parece mesmo acreditar que ele representa a luz e o “outro”, a escuridão, além de entrar em depressão (ou mesmo ir para o hospital) quando seu candidato toma uma surra nas eleições.

De minha parte, chama a atenção a “tentação do espantalho”. O vezo do sujeito que passa tanto tempo metido com sua própria tribo que passa a ver o adversário como um tipo de monstro moral. Ou simplesmente como “precipício”. O professor Curtis Puryear, da Kellogg School of Management, em uma ampla pesquisa, mostrou que democratas e republicanos superestimam significativamente a proporção de adversários que aprovam comportamentos manifestamente imorais, como pornografia infantil e apropriação indevida de dinheiro. Na prática, tendem a enxergar seus oponentes como uma caricatura. O Brasil de hoje é um perfeito laboratório disso. Ainda por estes dias lia que Lula fecharia as igrejas e que Flávio acabaria com o SUS, o Pix e iria “privatizar as praias”. E isto de gente autoproclamada “civilizada”. Por alguma razão, há quem realmente pense que mentir é desculpável se a causa for virtuosa. Não é. É apenas patético, além de um jogo em que todos saem perdendo.

Nas eleições passadas, tivemos parte da “direita” nesta toada, com a infinita conversa em torno das “urnas eletrônicas”, hoje vencida. Nesta campanha, os ventos mudaram. Já tivemos o “vão tirar Nossa Senhora de padroeira do Brasil”, que deu direito à impagável cena de Lula erguendo a santa e gritando, em um comício, que “enquanto eu for presidente ninguém vai avacalhar com Nossa Senhora!”. Tivemos a conversa sobre a “intervenção externa” nas eleições, com direito a um pedido de “investigação”, pelo governo, a partir de uma matéria de imprensa (e devidamente arquivado). E ainda esta semana assistimos à conversa histriônica em torno da “mudança na Constituição”, em algum momento mencionada pelo candidato da oposição. “É golpe!”, li de um notório jurista, sem saber do que se tratava. Também sem saber, escutamos de um ex-ministro do STF que a democracia “repudia pretensões autocráticas!”, com inescapável ponto de exclamação. No fim, a tal mudança dizia respeito a coisas como reduzir a maioridade penal, terminar com a reeleição e fazer reformas no Judiciário, em geral já em discussão no Congresso. Mesmo o que poderia ser um bom debate, coisa rara em uma campanha, termina na vala comum da caricatura.

O fato é que a política é um terreno limitado, as opções eleitorais são imperfeitas e as questões em jogo são bem mais prosaicas. No terreno econômico, precisamos resolver a questão fiscal e retomar reformas com foco na produtividade. No tema institucional, voltar a fazer valer a letra da lei, encerrar de vez o estado de exceção tropical que criamos no País, ao menos desde o inquérito das fake news. E, de quebra, levar ao Supremo quatro novos ministros que não sejam políticos de carreira e estejam dispostos a fazer cumprir a Constituição. Não é pouca coisa. São temas complicados, mas todos no plano da política. Muito longe da retórica do “precipício”, da birutice dos militantes e pegadinhas do marketing irresponsável. E é sobre eles que deveríamos nos debruçar no pouco tempo que resta para o debate, até as eleições.





BOM DIA ... DEMÉTRIO MAGNOLI !

 


sexta-feira, 9 de outubro de 2026

BOM DIA... Nada de Novo no Front ! 👇

 



EM VEZ DE SE DISCUTIR "PLANO DE GOVERNO" ... 

MUDANÇAS OU SEI LÁ O QUÊ ...

... "Partiu-se para o ataque"


O ELEITOR está "farto" desse discurso LENGA-LENGA ! 






quinta-feira, 8 de outubro de 2026

Drugstore Cowboy ... DESMOND DEKKER !

 







BOA TARDE ... DORA KRAMER !

 



BANDIDOS vestem TOGA ...“Podemos confiar nos tribunais" !?!

 



 TSE vai julgar o registro da candidatura de Deltan Dallagnol ... eleito pelo "POVO" com 2,9 milhões de votos!

Como confiar, que o julgamento será justo, imparcial, num tribunal "contaminado"...

com juízes sem ética !!!!!!! 👇




ALTERNÂNCIA de PODER ... Alberto Carlos Almeida !

 

O cientista político Alberto Carlos Almeida faz uma avaliação mais categórica sobre o resultado da eleição e diz não ver caminho para Lula virar a disputa.


“É aritmético. Você tem um candidato de governo, que é o Lula, e todos os demais são de oposição. Os outros candidatos somaram cerca de 8% dos votos. O Flávio vai ter mais da metade, no mínimo cinco, e deve alcançar 52% dos válidos. Lula vai a 48%, que é o teto dele”, diz. “Eu considero irreversível o resultado. Em todas as eleições para presidente, quem liderou no primeiro turno também chegou na frente no segundo. Isso não acontece por acaso. O segundo turno não é uma nova eleição; é a consolidação do primeiro.”

Almeida sustenta, desde o início do ano, que Lula caminhava para uma derrota e avalia que o presidente não agiu a tempo para melhorar a percepção sobre o governo, que, segundo ele, permaneceu em patamar abaixo do necessário para uma reeleição.

“Bolsonaro deu um aumento gigante do Bolsa Família seis meses antes da eleição. Isso ajudou muito. Avaliação de governo não melhora da noite para o dia. Provavelmente, o Lula e seu entorno, especulando, devem ter dito: “A eleição está ganha, o Flávio é um candidato ruim e é muito rejeitado”. Mas não é o candidato que importa, é o contexto. As pessoas vão procurar o candidato de oposição que representa a mudança no pleito.”


Autor de livros como “A cabeça do brasileiro” e “O voto do brasileiro”, Almeida também se distancia dos demais especialistas ao rejeitar a leitura de que o resultado das urnas deste domingo representa uma vitória do bolsonarismo ou uma “onda” de direita. Para ele, o que houve foi um movimento de alternância de poder.

“Não foi vitória do bolsonarismo ou onda de direita, foi alternância de poder com crescimento do partido de um candidato a presidente competitivo. O PL comeu cadeira dos partidos do Centrão, que são ideologicamente próximos dele”, afirma o especialista.






quarta-feira, 7 de outubro de 2026

BOA NOITE ... LIZA with a "Z" & BOB FOSSE !

 (broadcast by NBC on September 10, 1972)













CASAL 20: Heloísa Helena & Fernando Haddad !

 






 

2º TURNO ... é só FORMALIDADE !


 


Tenho lido opiniões diferentes de alguns analistas sobre as chances de uma virada no 2º turno.


A Dora Kramer, da Folha de São Paulo, acha melhor ter prudência, que é difícil uma virada, mas não impossível ...

Já Fernando Schüler, do Estadão, tem uma opinião diferente, ele acha que os votos do Caiado e do Zema não irão influenciar no resultado ...

Eu penso como o Schüler, quando ele diz que a transferência de votos dos 2 nanicos, não é suficiente para uma virada.

A porcentagem dos dois é pequena: Zema é insignificante (0,27%) e do Caiado só (2,18%)

Quem votou em um dos dois, votou porque não gosta do LULA e nem Flávio ... É QUASE que um VOTO DE PROTESTO, porque ele já sabe de antemão (pelas pesquisas) que seu candidato vai PERDER !

a "tendência" no 2º turno é esse eleitor votar em branco, ou seu voto ir para o FLÁVIO. 

Acho muito difícil ir para o LULA, pq como comentei, foi mais um "voto de protesto" de um eleitor que não está satisfeito com o "atual governo".

E os 2 candidatos já declararam apoio ao Flávio. O eleitor que tem "afinidade" com o Caiado ou Zema não votará no Lula (já que os 2 declararam apoio ao Flávio)

Os 30 milhões que não votaram no primeiro turno, não compareceram porque não querem dar mais um mandato para o LULA e não querem eleger o Flávio ... na minha opinião, se não foram no 1º turno, não irão no 2º, porque os candidatos "SÃO OS MESMOS" (todo mundo sabia, que eram só 2 candidatos)

Outra coisa, a tendência desse eleitor (do Zema e Caiado), é votar no favorito (no caso, Flávio), porque ele não vai querer perder "duas vezes"...


Eu acompanhei a apuração, e desde o começo, com 1% dos votos apurados, o Flávio já estava na dianteira, e em nenhum momento o Lula "ameaçou" se aproximar ... a espera pelo final das apurações era só para saber se haveria 2º turno !

Acho muito difícil uma virada ...

Também não acho que um fato novo de "corrupção" ou outra sujeira, possa influenciar alguém a mudar o seu voto.




terça-feira, 6 de outubro de 2026

BOA TARDE ... Do It Again !





1974 ... tinha um DODGE CHARGER R/T amarelo, capota de vinil preta, bancos de couro ... que "bebia" litros da gasolina "azul" (quem se importava com o preço)!

No toca-fitas do carro, "do it again" do Steely Dan, não parava de tocar nas rádios ...

era o começo das transmissões em "stereo" na frequência FM (Frequência Modulada) que tinha um som "mil vezes" melhor que as estações AM.

Quando você sintonizava um estação que transmitia em stereo (não eram todas) acendia uma luzinha vermelha "ST" ... aí você aumentava o volume nos alto-falantes de 6 polegadas das portas e 6x9 na tampa traseira !!!!

A gente era feliz ... e não sabia!




O BANQUEIRO .... esse novo VILÃO !

 








segunda-feira, 5 de outubro de 2026

O CRIME COMPENSA (na Bahia)... no resto do Brasil, NÃO!