quarta-feira, 23 de setembro de 2026

MARMITA, OVO e uma CACHACINHA !

 




BOM DIA ... ATAQUE À DEMOCRACIA !


 


Nos últimos 4 anos o Brasil vem sofrendo ataques sistemáticos à democracia, praticados por um judiciário contaminado pela política.

As ações dessa "turma" tem um alvo específico: a oposição ao governo do presidente Lula

Uma das maiores "violências" praticadas contra uma democracia, é a suspensão da campanha de um candidato

Violência como aquela praticada pelo ministro Dias Toffoli, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), que suspendeu no final de agosto de 2026 parte da campanha de Renan Santos (Partido Missão), candidato à Presidência da República.

Uma decisão "atabalhoada" que foi revogada, no dia seguinte, pelo próprio ministro !

Integrantes do TSE ouvidos demonstraram inconformismo com a decisão de Toffoli, e enxergaram na medida um risco para a estabilidade institucional da Justiça Eleitoral.

Agora o ataque mira outro candidato de oposição, Deltan Dallagnol (NOVO), que lidera as pesquisas na corrida pelo Senado Federal no Paraná.

O Ministro Floriano de Azevedo Marques, do TSE, concedeu liminar para suspender os atos de campanha de Deltan Dallagnol.

O ministro Floriano foi indicado pelo presidente Lula e é amigo de longa data do ministro "psicopata" Alexandre de Moraes.







terça-feira, 22 de setembro de 2026

The horror! The horror! : JOSIAS DE SOUZA !

 


Pela primeira vez, a Quaest registra um empate técnico entre Lula e Flávio Bolsonaro. A proximidade é ainda maior no segundo turno. Há simetria também nas taxas de rejeição. E na firmeza do voto no primeiro turno.

A 12 dias do primeiro turno, há na praça menos indecisão e mais convicção: 79% dos eleitores dizem que sua escolha é definitiva. Entre os eleitores de Lula, 86% se dizem convictos. Entre os de Flávio Bolsonaro, 82%. A terceira via está mesmo condenada ao acostamento.

Num dos seus recortes, a pesquisa faz um mergulho assustador na geografia profunda da alma dos eleitores. Pergunta o que mais os preocupa. E constata que há um ponto de encontro psíquico entre petistas e bolsonaristas. As duas tribos se encontram no medo.

Os dois principais candidatos não estão tecnicamente empatados apenas na rejeição e nas intenções de voto. Igualaram-se também no mau sentimento que despertam: 43% dos eleitores dizem temer um quarto mandato de Lula; 42% temem a volta da família Bolsonaro ao Planalto; e 7% temem os dois cenários.


Quer dizer: nove em cada dez eleitores (92%) vão à cabine de votação temendo viver um filme de terror com duração de quatro anos…




ATAQUE À DEMOCRACIA ... PT 8 years ago !

 



O prédio onde a presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministra Cármen Lúcia, tem um apartamento em Belo Horizonte foi pichado com tinta vermelha nesta sexta-feira (6). A ministra não estava no local no momento do ataque.

Segundo relatos de vizinhos, quatro ônibus teriam parado no local e pessoas mascaradas desceram dos veículos e jogaram a tinta no edifício. A Polícia Militar (PM) informou que foi chamada por volta das 16h. Quando chegaram ao local, os policiais não encontraram mais ninguém envolvido na ocorrência.

A assessoria do STF confirmou que a ministra tem um apartamento no prédio e que fica no imóvel a cada 20 dias, quando vem a Belo Horizonte. Segundo o Supremo, Cármen Lúcia não vai se manifestar.

Em uma rede social, o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) assumiu a autoria do ataque em conjunto com o Levante Popular da Juventude. 

No post, o movimento disse que cerca de 450 integrantes chegaram por volta das 16h20 em frente ao prédio da ministra. 

No texto, ele descreve que "foram atiradas bombas de tintas e feitas pichações nos muros e calçadas do prédio onde a golpista reside numa cobertura".



ROBSON BONIN ... Código de CONDUTA ou Código PENAL !

 



Garotas de programa, mesadas para parentes, contratos ocultos… Nesta semana em que até “ética de máfia” foi cobrada no plenário do STF, um ministro da Corte desabafa, sob a condição de anonimato: 

“E pensar que a solução do ministro Fachin para tudo isso é um código de… conduta”. 

Na visão do magistrado, a discussão de um código de conduta fazia sentido quando os problemas do Supremo se limitavam a falas fora do processo, entrevistas, participações em eventos duvidosos e questões de menor impacto jurídico. 

O debate em curso na Corte, no entanto, envolve indícios colhidos pela PF de que magistrados e seus familiares receberam milhões de reais para supostamente favorecer um banqueiro preso por fraudes bilionárias. O caso mira suspeitas de obstrução de justiça, favorecimento em investigações e processos que tramitam na Corte. 

É, por causa disso, um tema para o Código Penal, na visão do magistrado.

Em tempo, está em curso no STF uma disputa de alas para controlar a relatoria do caso Master e o futuro de eventuais delações sobre integrantes do Supremo. 



BOM DIA ... STEVIE WONDER !

 











segunda-feira, 21 de setembro de 2026

BOA NOITE ... separating the men from the boys !

 














BOM DIA ... LULA e a MITOMANIA !

 



O presidente Luiz Inácio Lula da Silva quer reescrever a História. Andou dizendo por aí que eleger José Dirceu como deputado seria uma “reparação histórica”. Esse embuste não é casual: faz parte do esforço dos petistas para caracterizar como perseguição política, passível de “reparação”, a justa punição que alguns de seus principais líderes receberam por protagonizar os maiores escândalos de corrupção da história brasileira. Nisso inclui-se a versão petista segundo a qual Lula foi “absolvido” dos crimes pelos quais foi condenado no âmbito da Lava Jato. Contudo, no que depender deste jornal, bem como dos brasileiros que conservam alguma memória, nada disso vai prosperar.

Vamos à História real. Dirceu foi cassado pela Câmara e condenado pelo Supremo a mais de dez anos por comprar parlamentares, no infame escândalo do mensalão. Cumpriu só parte da pena e recebeu indulto da então presidente Dilma Rousseff. Lula agora quer vender o mensaleiro como perseguido. Por pouco não cobrou indenizações aos brasileiros. Na História lulista, delinquentes são heróis.

Logo que o escândalo explodiu, em 2005, Lula chegou a balbuciar que o PT precisava pedir desculpas. Ele mesmo incriminou os companheiros, dizendo-se “traído”. Em poucos meses, passou a garantir que “não teve mensalão”, e em 2009 as acusações já tinham se metamorfoseado em “tentativa de golpe”, a “maior armação já feita contra o governo”.

Em 2022, como candidato a presidente, Lula admitiu que houve corrupção na Petrobras, pois era impossível negar as inúmeras confissões e a devolução de bilhões de reais desviados. Ainda assim, a narrativa oficial petista sobre a Lava Jato é de uma conspiração urdida pelos Estados Unidos com magistrados e procuradores brasileiros para destruir a Petrobras. Em 2025, Lula anunciou que “a História vai provar” que os corruptos eram os que diziam haver corrupção na estatal. Segundo Lula, os delinquentes foram os que a investigaram. Com ajuda do ministro Dias Toffoli, o ex-advogado do PT que Lula colocou no Supremo Tribunal Federal (STF), criminosos confessos estão recuperando seu butim.

No mesmo escândalo, Lula sofreu duas condenações (ambas confirmadas pelo TRF4 e uma também pelo STJ, somando dez votos unânimes) a um total de 26 anos de prisão, dos quais cumpriu apenas 580 dias – até que o Supremo anulasse tudo sob o argumento extemporâneo de que a Justiça de Curitiba não tinha a competência que a própria Corte ratificara havia anos. Solto, disputou e venceu a eleição de 2022, sustentando a fraude segundo a qual ele foi “absolvido” pelo STF.

Lula também proclamou Dilma “absolvida”. Depois de encerrada uma ação de improbidade sobre manobras fiscais que nada tinha a ver com o impeachment da presidente, Lula concluiu que sua criatura fora julgada por algo que “não aconteceu” e disse que o Brasil lhe devia “desculpas” e “reparação”. O PT passou anos a chamar de “golpe” uma decisão do Congresso sob rito controlado pelo Supremo. Hoje o STF costuma classificar esse tipo de discurso, se proferido por simpatizantes de Jair Bolsonaro, como “atentado à democracia”. São outros tempos.

Lula não esquece as injustiças que diz ter sofrido e cobra reparações com zelo. Já para as promessas eleitorais abandonadas, dissidentes escoriados, adversários demonizados e seus amigos autocratas, a memória é seletiva. O passado inconveniente costuma ter vida curta. Já o passado útil é submetido a retoques sucessivos até adquirir a forma que convém a Lula no presente.

O PT votou contra grandes marcos civilizatórios da redemocratização, a começar pela própria Constituição, passando pelo Plano Real até a Lei de Responsabilidade Fiscal, sem jamais dar sinal de compunção. Como a culpa pela pior recessão da Nova República foi de Deus e o mundo, exceto do governo petista, Lula nunca achou que deveria se escusar.

É por isso que a “reparação histórica” de que fala o presidente merece ser levada a sério – só que não no sentido pretendido por ele. Se Lula quer acertar as contas da História, convém abrir o livro inteiro. Nele estão as culpas que o petismo terceirizou, as vítimas que transformou em algozes e as desculpas que nunca deu. Lula cobra reparações, mas o Brasil ainda espera que ele pague o que deve. As urnas estão aí para lhe antecipar o troco.







domingo, 20 de setembro de 2026

MENTIROSO COMPULSIVO: 4º MANDATO PARA ESSE GRANDE ESTADISTA!

 







sábado, 19 de setembro de 2026

SEXO EXPLÍCITO: Procurador-geral Paulo "oba" Gonet !

 









BOM DIA ... THE ROCKFORD FILES ! (Arquivo Confidencial)

  (on NBC September 13, 1974, - January 10, 1980)













sexta-feira, 18 de setembro de 2026

BOM DIA ... BRAZIL EXPORT: "corrupção" !

 


Trinta organizações anticorrupção de 21 países pediram à Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) que cobre do Supremo Tribunal Federal (STF) uma resposta definitiva sobre as provas obtidas a partir do acordo de leniência firmado com a Odebrecht no âmbito da Lava Jato. Faz três anos que o ministro Dias Toffoli anulou monocraticamente as provas, e o caso ainda não foi levado a plenário para validação. Como resultado, recursos contra a decisão não foram julgados, com impacto nas condenações de envolvidos no propinoduto da Odebrecht em diversos países. É o Brasil exportando impunidade, por meio da irresponsabilidade de seu principal tribunal.

Como se sabe, a empreiteira, que subornou incontáveis políticos no Brasil, infectou países mundo afora com sua engenharia de propinas. Depois, o Brasil os ajudou a rastrear o dinheiro, fornecendo provas e cooperação. Agora, decisões tomadas em Brasília percorrem a mesma rota, invalidando essas provas, abortando a cooperação e oferecendo a corruptos no exterior munição para derrubar processos que o País ajudou a construir.

A Lava Jato revelou crimes reais, mas para isso cometeu irregularidades reais, que vulneraram condenações e precisavam ser sanadas. Mas Dias Toffoli, relator no STF de pedidos envolvendo provas da Odebrecht, foi muito além: com base em provas produzidas ilegalmente, a partir da ação de um hacker, o ministro acusou o juiz Sergio Moro e os procuradores da Lava Jato de conluio, falou em “armação” contra o líder petista Luiz Inácio Lula da Silva e atribuiu à operação o uso de “tortura psicológica”, um “pau de arara do século 21”, para obter provas. O revisionismo se alastrou sobre pessoas, processos e evidências cada vez mais alheios aos supostos vícios. A lógica da contaminação fez terra arrasada de casos com confissões e colaborações homologadas pelo próprio STF, acompanhadas por advogados muito bem remunerados.

Garantias processuais valem mesmo para réus confessos, mas o vício de uma prova não envenena por mágica as demais. Para descartá-las, o tribunal precisa mostrar como o defeito chegou até elas. Pertencer ao universo da Lava Jato não basta para estabelecer essa ligação.

Os danos derivados desse entendimento são extensos. Tome-se o caso do ex-gerente da Petrobras Roberto Gonçalves, que foi condenado a mais de 17 anos por corrupção, lavagem de dinheiro e organização criminosa. Em 2024, a Segunda Turma do STF manteve sua condenação, inclusive com voto de Toffoli. Em 2025, o mesmo Toffoli anulou os atos do processo. Gonçalves foi solto e recebeu de volta R$ 26,5 milhões que haviam sido repatriados da Suíça.

A onda atravessou fronteiras. Em 2024, Toffoli declarou inválidas provas produzidas no Brasil e usadas no processo contra o ex-presidente panamenho Ricardo Martinelli. Outros países mostraram que as chicanas brasileiras encontram limites. No Peru, a decisão afetou o processo do ex-presidente Ollanta Humala, mas ele foi posteriormente condenado. No Equador, Toffoli invalidou provas usadas contra o ex-vice-presidente Jorge Glas. A Justiça local preservou sua condenação, apoiada também em confissões, testemunhos, perícias e documentos obtidos por outras vias. Se a prova independe do Judiciário brasileiro, os criminosos podem ser alcançados pelo braço da Justiça; caso contrário, não.

Em resumo, as engrenagens políticas brasileiras ajudaram a exportar corrupção; as engrenagens judiciais estão ajudando a exportar impunidade.

As irregularidades da Lava Jato precisavam ser resolvidas, não transformadas em salvo-conduto. E o custo dessa erosão da capacidade de responsabilizar os poderosos está longe de ficar relegado ao passado ou ao exterior. O escândalo do Banco Master voltou a testar a capacidade do Estado de investigar gente graúda e expôs relações promíscuas que chegam ao seio do próprio Supremo. É justamente nele que continua sendo acalentada a anomalia de uma decisão individual de alcance geral que há três anos produz efeitos, inclusive no exterior. Outros países talvez consigam preservar seus processos das nulidades fabricadas em Brasília. O vexame é terem de fazê-lo.


OPINIÃO | RAQUEL LANDIM: 👇



OPINIÃO | DORA KRAMER: 👇


quinta-feira, 17 de setembro de 2026

BOM DIA ... RIO DE JANEIRO !

 






quarta-feira, 16 de setembro de 2026

tropa de choque do governo no STF !

 








LULA & ALEXANDRE de MORAES ... ele "O ROUBA MAS FAZ" !