segunda-feira, 5 de outubro de 2026

Próximas semanas ... vale-tudo do STF ?!

 

CAIO JUNQUEIRA: próximas semanas 👇



Terminada a apuração, as análises dos comentaristas era se AGORA, os dois candidatos irão discutir "plano de governo" (coisa que nenhum dos 2 fez até agora!)


Acho muito difícil isso acontecer ...

LULA não vai mudar !

No discurso após a derrota ... foi bem claro:

Mais um vez, usou a velha e manjada "TÁTICA DO MEDO" ...do "nós contra eles"

Falou de VORCARO, da "putaria", caso Flávio vença (dessa vez foi "mais educado" e usou "orgias") ... usou o argumento de que o "outro" nunca governou e "ele" tem "história" (um equívoco, pq não "cola" dizer que fará no 4º mandato, o que não fez nos outros 3)

A cansada "tática" do medo (se o outro ganha), que o PT sempre usou para se eleger, (lembram do Alckmin com o "colete" da caixa e dos correios) também não vai funcionar ... porque foi justamente esse "cansaço", que fez Flávio (um desconhecido) quase liquidar a fatura no 1º turno.

na minha opinião, a pergunta agora é o que (a banda podre) do STF e STE irá fazer até o dia 25... (video acima do Caio Junqueira)

Irão se comportar ... ou vão partir para o TUDO ou NADA ?

as véspera da eleição, foram para o tudo ou nada, com as "manobras" do GILMAR MENDES e da "militante de boca de urna" ESTELA  ARANHA (que eu me nego a chamar de "ministra")

Tática que se mostrou equivocada ...  um "tiro no pé"

Discutir "PLANO DE GOVERNO" ... pode esquecer

a não ser que você acredite em PAPAI NOEL !





tuiter da DORA KRAMER na véspera da eleição: 👇


 ... resultado de ontem: Flávio 47,03% dos votos, Lula 45,16%.









 

domingo, 4 de outubro de 2026

Obrigado pela visita... hora de PARTIR !

 



BOM DIA ... DORA KRAMER !

 





ELEIÇÕES: Voto Popular X STF !

  "É como o ovo da serpente. Através das finas membranas, você pode claramente discernir o réptil já perfeito"




 

sábado, 3 de outubro de 2026

BOA NOITE ... filmes do fim de semana !

 



... ovo da serpente !

 "É como o ovo da serpente. Através das finas membranas, você pode claramente discernir o réptil já perfeito"








 

BOM DIA ...

 August 1972, John Denver and Cass Elliot are talking about getting out the vote







sexta-feira, 2 de outubro de 2026

comentário sobre a MONICA BERGAMO !

 

Acabei de assistir esse video da jornalista Monica Bergamo ...

Não assisti ao programa, portanto meu comentário é só sobre o vídeo





A apresentadora do programa pergunta para a Monica:

O que aconteceu ontem... FOI um ataque a democracia, um ataque liberdade imprensa ... etc


RESPOSTA DA MONICA:

"Eu não quero entrar no mérito se esta certo se está errado" ....EU NÃO QUERIA DAR OPINIÃO !


Aí ela justifica dizendo que a interferência do judiciário vem de muito tempo ... etc

e dá um exemplo: cita a batalha para fazer a entrevista com LULA na cadeia (que lembro)

E TERMINA DIZENDO:

revisitando a estória do Brasil, a gente vê que não tem nada de novo ...


MEU PONTO DE VISTA e a onde eu quero chegar:

A Monica tem todo o direito de lembrar pelo "perrengue" que ela passou para conseguir fazer a entrevista ...

Como disse, lembro do caso, e à época, bati palmas pela sua perseverança para conseguir fazer a entrevista


ONDE QUERO CHEGAR:


uma jornalista SÉRIA como ela é (considero a Monica uma jornalista séria) não pode FUGIR da responsabilidade de dar sua opinião sobre o caso gravíssimo que aconteceu ontem ...

SERÁ que ele ficaria feliz em "ouvir de outra colega jornalista", quando lutava para conseguir a entrevista...

"Eu não quero entrar no mérito se a Monica esta certa ou se está errado" ....EU NÃO QUERIA DAR OPINIÃO !

Acho que não !


Eu, e muitos brasileiros, ficamos "indignados" (e assustados) com o que aconteceu ontem ...

por isso, eu acho importante, que "jornalistas íntegros" como a MONICA, se manifestem sobre o que esta acontecendo no país !

Nós não podemos aceitar como NORMAL  os fatos que aconteceram ontem !

É preciso que todos (população e imprensa) se manifestem (de forma civilizada) contra tudo que acontece ... 






ALERTA: Estão querem "inverter" os fatos !

 


O debate na GLOBO estava pronto para ser realizado com as presenças confirmadas de ZEMA, CAIADO e FLÁVIO ... sem a presença do candidato LULA (que havia desistido)

tudo certo ... até o STF de Gilmar Mendes e o TSE da ministra Estela Aranha RESOLVEREM atropelar a DEMOCRACIA e armarem um CIRCO para tumultuar o DEBATE

DIANTE do risco JURÍDICO a emissora que transmitiria o debate, CANCELOU o debate (fez o certo)

O candidato da oposição FLÁVIO, diante da "REPENTINA" mudança das regras (proibir a cadeira vazia e permitir a presença de outro candidato), contrário ao que havia sido combinado, cancelou sua participação (fez o certo)


As decisões dos ministros GILMAR MENDES e ESTELA ARANHA tiveram objetivo claro: ajudar o PT e o candidato LULA

O jornalismo MARROM tenta INVERTER os fatos, como fizeram naquela SESSÂO do STF de 15 setembro

Ontem quem atuou em favor de LULA foi a banda podre do judiciário


QUERER RESUMIR O QUE ACONTECEU ONTEM, A UMA BRIGA POLÍTICA ENTRE ALA LULISTA X ALA BOLSONARISTA ...

NÃO É VERDADEIRA !!!!

querer envolver outros ministros (Mendonça) NESSE Circo ARMADO pelos ministros (Mendes STF e Aranha TSE) "não condiz com a realidade dos fatos" 


Por acaso a ministra CARMEN LÚCIA é Bolsonarista !?

A decisão do MINISTRO GILMAR MENDES que atropelou a ministra CARMEN foi uma clara manobra de ATIVISMO JUDICIAL praticado por um ministro que TRABALHA para a reeleição de LULA.








 

Braço "petista" infiltrado no judiciário "MELA" debate!

 

CAIO JUNQUEIRA: "a confusão jurídica favoreceu LULA"  👇



VERA CHEMIN: Gilmar Mendes pratica "ATIVISMO JUDICIAL" 👇




VERA CHEMIM: decisão ministra ESTELA ARANHA "atropelou todas as regras"👇




O RISCO DO BRASIL VIRAR UMA VENEZUELA







quinta-feira, 1 de outubro de 2026

BOA NOITE ...

 








LULINHA ... "¡Hala Madrid y nada más!"

 






Bon Appétit ... LAURO JARDIM !


 





VICE de LULA capricha no "Discurso Motivacional" !

 



LU ALCKMIN a nossa NANCY REAGAN de PINDAMONHANGABA




 

BOM DIA ... OPINIÃO DO ESTADÂO !

 




 Luiz Inácio Lula da Silva é presidente da República há um bocado de tempo, razão pela qual deveria conhecer, de cor e salteado, a liturgia do cargo. Mas o chefão petista, a esta altura, parece incapaz de respeitar os limites da Presidência – o que fica ainda mais explícito em época de campanha eleitoral. É em cima do palanque que Lula avacalha a institucionalidade que sustenta a República.

Na segunda-feira passada, no Pará, Lula mais uma vez transformou em comício o que seria um ato de governo – a sanção de uma lei sobre controle de qualidade do atendimento em hospitais particulares. Até aí, nenhuma surpresa: tudo o que Lula faz na condição de presidente invariavelmente é transformado em discurso eleitoral, mesmo fora de época. Mas desta vez Lula caprichou: não contente em fazer comício durante ato como presidente da República, chamou para o palanque o “companheiro” Flávio Dino, seu fiel escudeiro no Supremo Tribunal Federal (STF), a pretexto de homenageá-lo por ser o autor da tal lei quando era senador.

Foi assim: antes de assinar o papel, o presidente pediu a um assessor que telefonasse para Dino, ali mesmo, no palanque. Atendida a ligação, Lula acionou o viva-voz e começou a discursar para o aparelho. Quando o presidente pediu ao ministro do STF que se dirigisse à plateia, a ligação caiu – ou Dino desligou, o que seria um inédito surto de pudor de um ministro que só foi parar no Supremo porque é um político a serviço de Lula.

Um chefe de Estado e de governo com o mínimo senso de decoro e respeito à institucionalidade saberia que um integrante da mais alta corte de Justiça do País jamais poderia ser chamado a participar, sob qualquer pretexto, de um ato de campanha eleitoral, ainda que mal disfarçado de cerimônia oficial. Evidentemente, sendo o líder político calejado que é, Lula sabe disso, o que só agrava a situação.

A naturalidade com que Lula chamou Dino ao telefone desde o palanque diz muito sobre o que ele pensa do ministro e, por tabela, do STF. Para o petista, Dino é seu correligionário e, sendo assim, o Supremo não é um Poder independente, mas uma extensão de seu governo a ser colonizada por gente que lhe devote lealdade pessoal.

Não por acaso, a primeira indicação de Lula para o STF neste terceiro mandato presidencial recaiu sobre seu advogado particular, Cristiano Zanin, cujo “notável saber jurídico” só foi notado mesmo por seu cliente mais famoso. A segunda indicação foi a do próprio Dino, seu ex-ministro da Justiça, que só chegou ao STF por ter a “cabeça política” com a qual Lula sempre “sonhou” para a Corte. Ora, quem escolhe ministros do STF por afinidades políticas ou pessoais tende a tratá-los como aliados, quando não subalternos. Foi exatamente isso o que Lula fez no Pará, à vista de todos.

O que mais impressiona é o despudor. É óbvio que presidentes da República mantêm contatos com ministros do STF no curso de seus mandatos. Mas, tradicionalmente, preservava-se alguma aparência de distância e republicanismo, porque se sabe que a legitimidade dos órgãos do Poder Judiciário advém de sua aura de imparcialidade. Lula mandou às favas até isso. Fez questão de exibir a intimidade com um ministro do STF que trata como seu, diante não só da plateia de militantes, mas do País. Em qualquer democracia madura é impensável uma cena remotamente parecida.

O estrago provocado por Lula, ademais, vai além do desrespeito à institucionalidade do cargo. A encenação ocorreu um dia após Dino ter liberado, em decisão monocrática, postagens falsas nas mídias sociais contra o principal adversário do incumbente na corrida eleitoral, Flávio Bolsonaro. Logo, cada decisão do ministro que, eventualmente, interesse ao governo será lida com ainda mais ceticismo a partir do telefonema.

O Supremo chegou ao rés do chão nesta que já pode ser interpretada como a mais profunda crise de legitimidade de sua história. O mínimo que se esperaria de um presidente da República cioso das implicações dos fatos é que, pelo menos, não a agravasse, sobretudo a menos de uma semana de eleições gerais cujos resultados podem ser determinantes para o futuro não de um, mas de alguns ministros da Corte – e, principalmente, para o futuro do Brasil.