terça-feira, 24 de março de 2026

... ALCEU VALENÇA !

 (São Bento do Una, 1 de julho de 1946) 



Alceu Valença se recusa a contar o tempo. “Oito ou oitenta, não sei”, diz ele sobre os 80 anos que completará em 1º de julho. Talvez a resposta esteja em uma de suas canções que versam sobre o tema, Embolada do Tempo. Nela, o tempo é incalculável, sem fim nem começo. Filosofando ainda mais, a letra diz que ele é “a existência do nada”.

Não que as marcas dos anos não aborreçam o pernambucano de São Bento do Una. Valença confessa que faria uma cirurgia plástica apenas para que ninguém mais pergunte sua idade, exposta a todos na turnê Oitenta Girassóis, que ele estreou neste mês de março, cantando seus grandes sucessos - dia 28 é a vez de São Paulo receber o show, no Parque Villa-Lobos.

Alceu Valença tem outras artimanhas para se esquivar. No palco, ele diz, é um “menino travesso e traquina”. Fora dele, caminha 17 mil passos diariamente. Usa o método Urbes Paralelas. São Paulo, Rio, Recife e Lisboa podem coexistir perfeitamente. “Eu estou em um canto, corto e vou dar em outro”, diz, em mais um drible.

É quando caminha que Valença ouve apenas o que quer. Jamais no fone de ouvido. “Não ouço música. Prefiro caminhar e ouvir minhas passadas. Acho lindo o som quando eu chuto uma folha”, diz. Em conversa descontraída com o Estadão, o advogado de formação também lembra o curto período que passou em Harvard, quando foi chamado de “Bob Dylan brasileiro”.


Os 80 anos têm um significado especial para você?

Para mim, é oito. Oito ou oitenta, não sei, até agora. É uma data. De minha parte - preste atenção -, não estou ligando e nem nunca liguei para aniversário. Sempre que tem um aniversário meu, eu digo: “Eu quero é show!” Para que eu quero ver [festa de] aniversário? Se eu tomasse um porre...Mas não bebo mesmo. Os convidados vão ficando bêbados e, quem não bebe, não aguenta muito tempo. É muito chato (risos). Agora, essa comemoração [a turnê] não é obrigada a ser em 1º de julho [data do aniversário], pode ser qualquer dia. Aí, tudo bem.

No palco, você parece sempre estar em festa

Palco é vitamina. É alegria, harmonia. É comunicação. Muitas vezes, me encontro cansado, fatigado, mas quando chego ao palco é aquela energia absurda. Aí, viro o menino travesso, traquina, meio maluco. E adoro sê-lo.

Na música ‘Embolada do Tempo’ você diz que ‘o tempo não tem parada’. Para onde o tempo o está levando?

Essa música é filosófica. “Eu marco o tempo na base da embolada/da rima bem ritmada/ do pandeiro e do ganzá/O tempo em si não tem fim/ não tem começo/ mesmo pensado ao avesso/ não se pode mensurar/ Buraco negro/a existência do nada/Noves fora, nada, nada/Por isso nos causa medo/ Tempo é segredo/senhor de rugas e marcas/E das horas abstratas/quando paro pra pensar”. Bom, se quisesse tirar minhas rugas, a cirurgia plástica, atualmente, está genial. Uma perfeição inacreditável, rapaz! Mas quem faz essa cirurgia tem que dormir de cabeça para cima. Eu não consigo, senão tirava as marcas abstratas da minha pele.

Você faria mesmo um procedimento estético?

Por que não? Faria para ninguém me perguntar quantos anos eu tenho. Outro dia, aqui em São Paulo, fui ao pilates na rua Tutóia [no bairro do Paraíso] e, quando estava saindo, um senhor parou em um carro e disse: “Alceu Valença? Você está novo demais! Você vai fazer 70 quando?”. Eu disse: “Vou fazer 69!” (risos).

O passar do tempo o assusta, de alguma maneira?

Não. Eu corro, caminho 17 mil passos na rua, minha testosterona é um absurdo (risos). Bom, foi o que me disseram. Para que eu vou me preocupar com o tempo, então? Mas exagerei. Ouvindo as músicas que eu havia escolhido para o show, como Agalopado e Bicho Maluco Beleza, que têm uma baita rapidez, comecei a correr na rua. Não trotar, correr mesmo. Dava pulos e dizia: “Você é uma criança!”. Me senti um cavalo. Me deu canelite. Agora, já estou bem.

O pessoal deixa você andar na rua ou pede muita selfie?

Sei como fazer. Saio por ruas [mais vazias]. Não ando pela praia. Caminhar me dá alegria. Já virou uma doença minha. Tenho até meu projeto Urbes Paralelas. Eu estou em um canto, corto e vou dar em outro. Posso estar caminhando no centro de São Paulo e dar no Rio de Janeiro. Posso estar em uma velha rua do Recife e cortar para Portugal...Há muita similaridade nesses locais.

Suas músicas têm muitas estradas e caminhos. Sempre esteve em busca de chegar a algum lugar?

Ninguém chega aonde quer. A pior coisa do mundo é a tal da aposentadoria. É bom, é necessário, mas o aposentado deve arrumar alguma coisa para realizar. Caminhar, curtir o mar, ir para uma floresta, tomar algo. Parou, está lascado.

Alguns artistas de sua geração estão se despedindo dos palcos. O Gilberto Gil, por exemplo. O que pensa sobre isso?

Não marco hora para parar. Teve uma época que Luiz Gonzaga parou e depois voltou. Eu não. Logo depois desses shows, vou para uma turnê na Europa. Minha quinta seguida. A internet é democrática, abriu os ouvidos das pessoas que, antigamente, só ouviam música anglófona.

Suas músicas também têm altas doses de solidão e saudade. São sentimentos seus?

[cantarola Solidão]. Os artistas têm muita solidão. O fato de estarmos sempre em hotéis é fogo. Solidão eu compus em Belo Horizonte, depois de um show no Palácio das Artes. Lotado, muita energia. Cheguei no hotel e a dona insônia estava deitada em minha cama. A megera não me deixou dormir um só segundo. Três, quatro da manhã, me levantei e olhei para a rua. Vi a solidão. Olhei para as estrelas, para a lua, e fiz essa canção.

Luiz Gonzaga dizia que você eletrificou o pife. Como você elaborou esse som?

Ele disse que criei uma banda de pife elétrica [imita a voz de Gonzaga]. Minha música tem uma relação muito forte com o sertão e o agreste - uma parte dela, porque tem o frevo, que não tem nada a ver -, mas eu coloco uma flauta e outra no teclado, além da guitarra. Foi natural. Minha guitarra não é obrigada a fazer o mesmo que um guitarrista inglês ou americano faz. Coloquei uma linha melódica nos solos, nas introduções, sem imitar ninguém. Não quero saber de ninguém, aliás.

Simplesmente?

Acho simplíssimo. Minhas influências vieram de maneira natural e vivenciada. Em São Bento no Una, com meu avô, tocando viola, aprendi tudo sobre violeiro. Um embolador na feira, o cego arauto que tocava rabeca, o sanfoneiro de oito baixos, a voz de Luiz Gonzaga no alto-falante...Já no Recife, havia na frente da minha casa um poeta chamado Carlos Pena Filho e o maestro Nelson Ferreira, um dos maiores compositores de frevo de todos os tempos. Na minha rua passavam bandas de frevo, os frevos líricos, que têm uma grande relação com Portugal. Passavam os caboclinhos, do nosso povo originário, e o maracatu, de origem africana. Isso tudo entrou na minha cabeça.

Você estudou em Harvard no final dos anos 1960. Como foi esse período por lá?

Estudei por pouco tempo. Quando falam em Harvard, as pessoas ficam admiradas. Fui realizar um curso de Sociologia e Desenvolvimento da América Latina. Foi uma época boa. Eu pegava o violão, ia para a rua e ficava tocando. Era o período da Guerra do Vietnã. Um jornalista de Fall River [em Massachusetts] me viu e pirou. Ficou sabendo que eu era brasileiro, nordestino. Ele botou [no jornal]: “O Bob Dylan brasileiro”. Não! É o Bob Dylan que é o Alceu de lá.

Nessa época você estava envolvido em questões sociais?

Todo mundo estava - as pessoas mais sensíveis participavam de passeatas e reuniões.

Viu de perto os Panteras Negras?

Sim. Fui a um esconderijo dos Panteras. Me lembro de uma frase que ouvi: “Quando acabarem as diferenças sociais, acaba o preconceito”.

No ano passado, seus colegas Caetano Veloso, Gilberto Gil, Chico Buarque e Paulinho da Viola se reuniram em protestos no Rio de Janeiro contra a PEC da Blindagem e da Anistia. Você foi convidado?

Nesse dia eu tinha um show marcado no Maranhão. Não podia quebrar minha agenda. Mas falei nas redes sociais. Pode olhar lá.

Você conseguiu separar o Alceu artista do cidadão?

Não sei se me acho tão artista assim. No palco, eu sou.

Você se interessa por novos gêneros musicais, como o rap, o trap, o piseiro e a vaquejada?

Não ouço música. Isso porque meu pai não tinha radiola lá em casa. Ele não queria que eu fosse artista. Minha mulher me deu uma gramophone. Nunca ouvi nada nele. Nem meus próprios discos. Conheço alguns artistas de shows, como Juliana Linhares, do Rio Grande do Norte, e Madu, brasileira que está em Portugal. Quando as plataformas digitais chegaram, comecei a ouvir minhas músicas. Mas, depois, ficou cansativo ouvir sempre a mesma coisa. Não quero não. Prefiro caminhar e ouvir minhas passadas. Acho lindo o som de quando eu chuto uma folha.






BOM DIA ... SHIVERS !

 




Tarde ensolarada de uma segunda-feira em Sampa ... com SHIVERS de Cronenberg !

... em tela grande !!!!!!


P.S HORRÍVEIS as cadeiras do Cinesesc ... com encosto alto que chega a atrapalhar a visão da tela !

Saudades daquelas antigas cadeiras de encosto baixo dos cinemas, onde a gente escorregava o corpo para frente e apoiava a nuca no encosto !!!!!!













segunda-feira, 23 de março de 2026

BOM DIA ... IGNÁCIO DE LOYOLA BRANDÃO !

 


Anos 1960 e 1970. Assim que a transmissão do Oscar – precária diante da tecnologia de hoje – se iniciava, “nossa rede” entrava no ar. Três telefones se fechavam em circuito. O de Thomaz Souto Corrêa, editor da Claudia, revista máxima da mulher brasileira; Edith Eisler, editora de culinária da Claudia (ah!, como era delicioso participar das degustações), e eu, redator. Comecei na Abril escrevendo um perfil de Raquel Welch, o máximo da sensualidade, tesão absoluto. Ela morreu em 2023, aos 82 anos.

Cinema era nossa paixão. Líamos tudo, das revistas americanas que chegavam – da Cena Muda (enquanto existiu) até as mais bem informadas de todas, Cinelândia e Filmelândia. Naquelas noites de glória, estávamos ao telefone, minuto a minuto, desde que entravam em cena o tapete vermelho e a inicial disputa acirrada de vaidade, beleza e cafonice de estrelas e estrelinhas. De superstars a desconhecidos totais. Aquele sempre foi o espelho da vaidade, imaginação e mau gosto (ou coragem). Ali se batalhava pela originalidade, se media o que é bom e mau gosto.

Nossos três telefones eram rede fechada. Iniciado o show queríamos saber se estava sentado na primeira fila, de óculos escuros e o sorriso mais debochado do mundo, Jack Nicholson. Que falta ele faz. Era um dos símbolos do Oscar. Sem aquele ar de escárnio ficou um vazio.

Celso Nucci, colunista, sommelier e escritor, entrava no nosso circuito. Edith e eu iniciávamos. Depois, de mim para o Thomaz, e, dependendo do momento, do Celso para o Thomaz, depois para Edith. Não havia muita organização. Era de quem discasse primeiro. Juntos, vimos, lá atrás, para espanto geral e símbolo da contracultura, uma indígena entrar para receber o Oscar para Marlon Brando, afrontando Hollywood.

Como faltaram indígenas este ano. Desta vez, Sean Penn deu o toque, desistiu, foi visitar Zelenski na Ucrânia. Sobre o presidente deles, Trump, não se ouviu um pio! E os grandes comediantes que apresentavam o Oscar, tipo Bob Hope? Com Donald Trump, a América perdeu o humor, a revolta, o cinismo, a ironia, a raiva? Não digo isso porque nada ganhamos. Alguém acaso acreditava que Hollywood desse dois prêmios seguidos ao Brasil em tão curto espaço de tempo? Vá, vá, vá! – como dizia minha avó Branca.

Nos anos 1960, pedi um visto para os States e me foi negado com o argumento de que eu, ao lado de Armindo Blanco, Maurice Capovilla e Jean-Claude Bernardet éramos contra o cinema americano. Eu, um nada, contra o poder dos estúdios? Vá, vá, vá.




domingo, 22 de março de 2026

BOA TARDE ...

 



 





BOM DIA ... LEE REMICK uma beleza estonteante !



 

"Rio Violento" (Wild River, 1960) é o meu Kazan favorito, revi ontem, continua ótimo!!!

A primeira vez que assisti, foi aos 13 ou 14 anos, na TV ...

Atuações primorosas de Jo Van Fleet (uma das grandes do cinema americano) e principalmente Lee Remick ... que foi uma das minhas paixões na adolescência (tive uma namorada que era sua cara). 

Uma injustiça não terem recebido uma indicação ao Oscar !

Montgomery Clift, em seu primeiro filme após o acidente de carro que desfigurou o seu rosto, oferece uma atuação excelente.

A única coisa que não gosto, é o minuto final ... acho desnecessário aquela cena do avião sobrevoando a represa com Carol sorrindo... se o filme terminasse com a velha casa incendiada, seria um final mais impactante.











sábado, 21 de março de 2026

BOA NOITE ... SONNY BONO !

( Detroit, February 16, 1935 – January 5, 1998)
















BOM DIA ... MICK TAYLOR * Fort Worth - 24 June 1972 !

play the guitar, boy !


 









sexta-feira, 20 de março de 2026

NO LÍBANO TEM URÂNIO?! ... 👇😢!

 





 

ISRAEL QUER MAIS SANGUE, MORTES E DESTRUIÇÃO ! 👇

 




 

STF: NÃO É QUADRILHA ...É ORGANIZAÇÃO CRIMINOSA !

 


Master e a JBS repassaram R$ 18 milhões a empresa que fez pagamentos ao filho de Nunes Marques.

Brasília está lotada de craques, e não é de hoje. O presidente Lula já comparava o filho Lulinha a Ronaldo Fenômeno nos primeiros mandatos e os filhos e parentes de um ministro atrás do outro do Supremo Tribunal Federal (STF) parecem não ficar atrás. Timaço, regiamente tratado pelo agora liquidado Banco Master e a já famosa JBS.

É curioso, aliás, como os negócios, contratos e rolos do Master e da JBS, vira e mexe, se embolam e como, talvez por pura coincidência, ambos têm conexão direta com o ministro do STF Dias Toffoli. Além de todos os caminhos de Toffoli levarem ao resort Tayayá e ao Master, foi ele quem, para assombro geral, tentou melhorar o já ‘super camarada’ acordo de leniência dos irmãos Joesley e Wesley Batista, da JBS.

Toffoli abriu a fila, mas toda hora aparecem novas conexões do Master e de Daniel Vorcaro com familiares de ministros. Ele meteu no jogo os irmãos, um padre e outro engenheiro de classe média; Alexandre de Moraes não explica os R$ 129 milhões do escritório da mulher e filhos; agora, o Estadão nos conta sobre o repasse de R$ 18 milhões, em um ano, de Master e JBS a uma empresa que declarou faturamento de R$ 25,5 mil e repassou R$ 282 mil para o filho de Nunes Marques. História muito intrincada.

Nesse contexto, a ida de um filho do ministro Luiz Fux ao camarote do Master no camarote da Sapucaí é insignificante, até porque, se camarotes e fotos fossem problema, não sobrava ninguém. Isso, porém, ilustra como Vorcaro e seu sócio, Augusto Lima, o Guga, tinham o Supremo como prioridade na infiltração nos poderes e na sua desabalada carreira rumo ao sucesso nos negócios.

Um jantar e uma festa hoje, um carnaval e um camarote amanhã; um resort e um festival de fundos daqui; um jatinho e polpudas contribuições de campanha dali... Tudo isso tem sabor e cheio de cooptação “soft”, que, no mundo da política e do poder, tem boas chances de dar “certo”, ao gosto do “freguês”.

Vamos fazer contas. São onze cadeiras no STF, dez estão ocupadas hoje e já são quatro os ministros de alguma forma citados, inclusive Fux, superfluamente, sem relevância. A eles se soma Gilmar Mendes, que não fica sossegado enquanto não se joga numa fogueira, qualquer fogueira. Logo, só 50% da Corte passa ao largo.

Gilmar anulou a decisão da CPI do Crime Organizado de quebrar o sigilo do fundo Arleen, que é administrado pela Reag (central no escândalo Master) e que comprou as cotas da família Toffoli no Tayayá. Segundo o ministro, sua canetada segue a do ministro Flávio Dino, que anulou a quebra de sigilo de Ronaldinho, ops!, Lulinha, na CPI do INSS, sob argumento de “desvio de finalidade qualificado”.

Ou seja, assim como a comissão de inquérito do INSS não pode investigar o filho do presidente, a do crime organizado não pode escarafunchar o escândalo do Master, porque uma coisa é uma coisa, outra coisa é outra coisa e o que se espera da Justiça é que preserve os direitos constitucionais, como alegam os dois ministros.

Mas peraí! Se não existe uma CPI própria do Master, que envolve mundos, fundos e diferentes poderes, se a do crime organizado não tem a ver com o caso, se o Supremo está em modo autoproteção e se a PGR parece alinhada com a Corte... a Polícia Federal vai ficar sozinha na investigação? E sob fogo cruzado?





quinta-feira, 19 de março de 2026

BOA NOITE ... 👇!

 





 

OS ISRAELENSES IRÃO PAGAR A CONTA DESSA INSANIDADE DE NETANYAHU !

 



Quem perde com essa guerra insana ?

Trump é o que mais perde, 54% do americanos são contra (por enquanto), e quando sentirem no bolso o custo que terão que pagar, esse índice deve aumentar.

Os americanos já perceberam que caíram numa armadilha armada por Israel. Fizeram papel de bobo e descobriram que não irão ganhar nada com isso.

O povo de Israel perde ( e muito). Essa aprovação de 82% vai custar caro. Serão precisos muitos anos para recuperar a imagem dos israelenses perante ao mundo.

Nesse mundo globalizado, com redes sociais, internet e smartphones fica impossível esconder a barbárie que eles vem cometendo contra as minorias. A destruição completa de GAZA, a limpeza étnica na Cisjôrdania, e destruição no Líbano.

Quantos homens bomba o Netanyahu não produziu. Nenhum israelense vai estar seguro em qualquer parte do mundo. 

A guerra suja contra o Irã, onde o objetivo não é derrubar o regime, mas aterrorizar a população.

Infligir dor, destruindo toda infraestrutura das cidades.

Milhares de pessoas foram obrigadas a se deslocar em GAZA e agora ordena a retirada de centenas de milhares de pessoas no Líbano ...

Se isso não é crime contra humanidade ...

Muito pior que no conflito na Bósnia ... as barbárie e o Modus operandi são os mesmos:

execuções, estupros, limpeza étnica, deslocamento de populações inteiras ... só que em dimensões muito maiores !!!


P.S será que os árabes estão gostando do que estão vendo ?!




Israel targeted British journalist ! 👇

 






 

quarta-feira, 18 de março de 2026

... COWARDS 2 ! 👇

 





 

... cowards👇!