quinta-feira, 30 de julho de 2026

BOM DIA ...

 





 

quarta-feira, 29 de julho de 2026

BOA NOITE ... October 24, 1969. It was a Friday... !

 






BOA TARDE ... ROBERTO DaMATTA !

 




O senhor acompanhou a Copa do Mundo? Os brasileiros deixaram um pouco de lado a divisão política que vem caracterizando o País nos últimos anos para torcer pela seleção?

O Brasil, que é o tempo todo criticado, na Copa vira objeto de afeto, uma solidariedade absolutamente impressionante. A partir da classificação, o time brasileiro se apresenta como uma unidade brasileira na qual, inevitavelmente, o Brasil inteiro projeta os nossos afetos, a língua que falamos, a maneira que somos. O futebol brasileiro sempre se caracterizou pelo drible, pela malandragem, pelos negros, os pobres, os artistas da pelota. Artistas de um esporte que chegou com os colonizadores; e justamente os mais pomposos, os mais distantes, os ingleses, aqueles que não se misturavam. Além disso, é um esporte em que não sabemos qual será o resultado, estamos entregues ao destino. Pode haver preferências, mas não sabemos o resultado, certezas absolutas não funcionam. O segundo ponto é que no futebol temos a experiência da igualdade absoluta. Não tem jeitinho, compadrio, corrupção. E todos nós conhecemos as regras do jogo. O que é bem diferente da nossa burocracia aristocrática, tão difícil de administrar, em que sempre existe uma regra que desconhecemos.

O senhor está chegando aos 90 anos. Como se sente?

Cheguei numa idade, em que não há nada completamente ruim, nem completamente bom; é tudo mais ou menos. Mas, olha, o que eu queria fazer eu fiz. Fui um dos primeiros a fazer doutorado em antropologia em Harvard, consegui sobreviver à minha timidez, morei nos Estados Unidos, fui contratado por uma universidade americana. Consegui olhar para a sociedade brasileira com um olhar diferenciado, que é fundamental para a antropologia social, enxergar o que acontece com uma certa distância. Sobre o envelhecimento, até os 50 anos ninguém morre, né? Ninguém acha que vai morrer. Só depois os problemas começam a aparecer, tive um infarto, tive que colocar um stent. Mas o mais chato foi o AVC (há três anos), quando tive certeza de que morria, acabei ficando com o lado esquerdo paralisado [a fisioterapia o tem ajudado bastante e já está praticamente recuperado], tomo uma batelada de remédio. O maior sofrimento é nos conformarmos com a ideia de que somos finitos. E enxergar esse contraste maravilhoso entre a nossa consciência da finitude e as artes, o cinema, a pintura, o teatro, os romances. O criador é finito - e ter consciência disso é o ponto central da nossa existência -- mas há um outro lado que se perpetua. O que está perpetuando é finito, mas o que é perpetuado é infinito.

Como a figura do banqueiro Daniel Vorcaro -- que, aparentemente, conseguiu comprar praticamente toda a República, à esquerda e à direita -- pode ser analisada do ponto de vista da antropologia?

O universo doméstico e público têm muitas oposições; o que fazemos em casa, não podemos fazer na rua; e o que faz na rua, não podemos fazer com nossos parentes. Vorcaro entendeu isso intuitivamente muito bem. Como explica muito bem o antropólogo Marcel Mauss, quando recebemos um presente, implicitamente, nos sentimos obrigados a devolver com outro presente. É assim que o sistema público funciona. Você não vai deixar de dar um emprego para o seu cunhado que está precisando, fazer um favor para um amigo. As oposições ideológicas e de classe existem, mas são rompidas pelas relações pessoais; é ai que entra em jogo a corrupção. Vorcaro deu dinheiro para todo mundo, da direita e da esquerda, porque ele sabia que a gente não esquece o tratamento afetuoso, o presente, a gentileza, a simpatia.

O senhor falou há pouco em consciência humana. Há todo um debate acadêmico a respeito da Inteligência Artificial. O senhor acredita que um dia a IA poderá ter consciência?

Nós temos uma coisa que ninguém tem, a consciência, um dos maiores mistérios do mundo. [O filósofo Friedrich] Nietzsche dizia que quem inventou a alma foi o corpo, como uma forma de poder lidar com a consciência. Sabemos que funcionamos com base na eletricidade. Nosso cérebro funciona por impulsos elétricos. Os literatos, com suas imaginações fantásticas, como Isaac Azimov, criam robôs com consciência. Será que conseguiremos criar uma máquina que tenha consciência de si própria e do mundo? Olha, acho que isso não vai acontecer por uma razão trivial. Nossa consciência é agasalhada por uma máquina chamada corpo humano. E são as experiencias com esse corpo, essas várias consciência, esses vários tipos de memória, que fazem a nossa consciência.

Como o senhor vê essa disputa entre as políticas identitárias e o radicalismo da extrema direita? Estamos melhorando ou piorando?

Acho que melhoramos e pioramos ao mesmo tempo. Existe uma questão moral, filosófica, sociológica muito importante que é o fato de convivermos todos os dias com coisas positivas e negativas. Os avanços criam outras dificuldades. É curioso, mas os extremos que levam ao progresso também são motivo de resistência e atraso. Os limites são puxados para cima e para baixo, à direita e à esquerda. Sempre que pensamos em progredir, em crescer, pensamos no lado positivo. Mas devemos pensar também no lado negativo desse crescimento. Todo movimento provoca alguma reação, mas sou absolutamente contrário à desonestidade e à violência. Uma democracia exige imparcialidade. Como fazer isso dentro de uma sociedade familística? Se você virar governador, não vai dar um emprego ao seu amigo de infância que está desempregado? O primo que está passando necessidade? O irmão que tem um emprego sazonal, arriscado? As obrigações do parentesco competem e corroem a imparcialidade da administração pública do Brasil há séculos.

Indígenas ou índios?

Índios, claro. Essa discussão é muito boboca. Índio é apenas um nome. Todo mundo sabe que eles foram chamados de índios porque os navegadores acharam que estavam chegando nas Índias.

Como o senhor vê a ascensão dos evangélicos no Brasil nas últimas décadas?

O que caracteriza o protestantismo em geral, seguindo aqui, mais ou menos, Max Weber em A ética protestante e o espírito do capitalismo, é o individualismo, a ideia de se desvencilhar das relações pessoais, da dependência que caracteriza a sociedade moderna, em que o todo é mais importante que a parte. As igrejas evangélicas entenderam e abraçaram as dinâmicas do capitalismo e do mercado moderno de forma muito melhor que a Igreja Católica, oferecendo uma justificativa espiritual e moral para a ascenção social. Mas é uma transição dramática, que envolve rupturas, abala pilares da sociedade. Há um conjunto de impulsos, tendências, eventos e fatos que rompem com tradições do Brasil de forma muito acelerada e podem passar essa impressão errada de fim do mundo.

Mas esse movimento pode estar por trás da nova onda conservadora?

Do ponto de vista da ética, somos reacionários, seguimos um sistema ético do século 19. O evangelismo surpreende porque não tem uma igreja, são templos, grupos, uma multiplicidade maior de vozes, que acabou aparecendo com mais nitidez na direita ou na centro-direita, com tendência a radicalismos e posições extremadas. Mas o evangelismo pode ser libertador no sentido que permite a emergência e a elaboração de certos problemas humanos e sociais muito importantes. É libertador no sentido de que nos tira de uma situação em que há uma religião dominante, precisamos ter visões alternativas, críticas. Mas tudo depende das lideranças. No caso do Brasil, eu não entraria na igreja do bispo (Edir) Macedo.





BOM DIA ... THOMAS FRIEDMAN !

 


Não sei que tipo de prefeito de Nova York Zohran Mamdani se tornaria, mas ele já provou ser uma verdadeira decepção como homem público. Nova York é a única cidade do mundo onde vivem, lado a lado, pelo menos 960 mil judeus e 750 mil muçulmanos. Em vez de atuar como um construtor de pontes entre eles, Mamdani — o primeiro prefeito muçulmano da cidade — escolheu ser um destruidor de consensos, usando o conflito no Oriente Médio como machado para essa tarefa. É um enorme desperdício de um talento político genuinamente carismático.

Veja a recente jogada de Mamdani: ameaçar prender o primeiro-ministro de Israel, Binyamin Netanyahu, quando ele vier a Nova York para a reunião das Nações Unidas em setembro. O Tribunal Penal Internacional emitiu um mandado de prisão contra Netanyahu em 2024, alegando que ele cometeu crimes contra a humanidade em Gaza.

Embora Mamdani tenha acabado reconhecendo que a cidade não detinha tal autoridade legal — e, em vez disso, tenha pedido ao governo federal que cumprisse o mandado dias antes da visita do líder israelense a Washington —, essa atitude é exatamente o tipo de coisa que Netanyahu usará em sua campanha pela reeleição em 27 de outubro. Eu mesmo consigo escrever o comercial de campanha de Bibi: “O único lugar seguro para os judeus é Israel. Basta olhar para o que está acontecendo em Nova York. O único líder capaz de proteger os israelenses sou eu: Bibi.”

A meu ver, as visões extremas de Mamdani e Netanyahu são apenas dois lados da mesma moeda: Bibi não reconhece o direito do povo palestino à autodeterminação em sua pátria nacional e acredita que apenas Israel deve governar o território que se estende do Mar Mediterrâneo ao Rio Jordão. Mas os palestinos são um povo — mais de sete milhões deles vivem nessa região — e eles não vão desaparecer nem abrir mão de seu direito a um Estado, independentemente da fantasia em contrário que Bibi e seus seguidores propaguem. O que Bibi realmente vende é uma guerra eterna entre israelenses e palestinos. Hoje, ele permite que colonos na Cisjordânia destruam vilarejos palestinos e, quando os palestinos resistem, seu governo classifica isso como terrorismo.

Mamdani também não defende uma solução de dois Estados. Ele argumenta que os judeus não têm direito à autodeterminação em um Estado próprio — um Estado judaico em sua terra natal bíblica, naquela mesma região que se estende do Mar Mediterrâneo ao Rio Jordão. Mas mais de sete milhões de judeus também vivem nesse espaço e eles, também, não vão embora nem abrirão mão de seu direito a um Estado judaico — não importa o que Mamdani e outros socialistas democratas digam. Portanto, eles também estão, na prática, promovendo uma guerra sem fim.

E se Mamdani realmente quisesse ser um construtor de pontes entre israelenses e palestinos, um papel para o qual ele possui capacidade e talento ímpares? Se quisesse, ele anunciaria sua intenção de convocar um seminário em seu escritório no dia em que Bibi chegasse a Nova York para a Assembleia Geral da ONU, convidando especialistas israelenses, palestinos, árabes, muçulmanos e judeus para discutir a única solução justa e estável: como criar dois Estados separados para dois povos que vivem naquela área entre o rio e o mar.

Ele convidaria representantes sauditas para discutir a Iniciativa de Paz Árabe, lançada nesta coluna em 2002 pelo príncipe herdeiro saudita, Abdullah bin Abdul Aziz al-Saud. Convidaria Bill Clinton, Barack Obama e George W. Bush para falar, cada um, sobre seus respectivos planos de dois Estados para dois povos. Convidaria líderes palestinos como Salam Fayyad — ex-primeiro-ministro da Autoridade Palestina, que tanto fez durante seu mandato para construir instituições palestinas visando um Estado palestino ao lado de Israel — para discutir como poderiam retomar esse esforço hoje.

Mais importante ainda: ele convidaria representantes de organizações judaico-árabes que buscam concretizar a solução de dois Estados para dois povos, como a Abraham Initiatives. Não confundir com os Acordos de Abraão; trata-se de uma organização sediada em Israel que trabalha pela reconciliação entre cidadãos palestinos e judeus de Israel. (Já doei dinheiro para o grupo.)

Ele convidaria representantes da EcoPeace Middle East, uma organização israelense-palestina-jordaniana dedicada a promover a reconciliação por meio de projetos ambientais conjuntos. (Também já doei dinheiro para ela.) E convidaria o novo partido israelense “Um Lugar para Todos Nós” (A Place for Us All), fundado antes das próximas eleições com uma lista conjunta de palestinos e judeus israelenses, liderada por Rula Daoud e Alon-Lee Green. Em um artigo publicado no Haaretz, Green explicou que o novo partido “não é um partido judaico (com representação árabe simbólica) nem um partido árabe (com representação judaica simbólica), mas sim um partido conjunto árabe-judaico”. Ele propõe construir “uma paz que traga tanto o fim da ocupação quanto o estabelecimento de um Estado palestino independente, lado a lado com o Estado de Israel”.

Por fim, para acrescentar um pouco de brilho de celebridade, ele poderia convidar a atriz Natalie Portman. Fiquei muito impressionado com o discurso que ela proferiu em um recente evento virtual de arrecadação de fundos para o grupo Um Lugar para Todos Nós. Segundo uma reportagem do jornal Haaretz, Portman “enfatizou sua identidade como mulher judia e cidadã israelense, observando que seu pai nasceu e cresceu em Israel e que ela nutre um ‘profundo amor — assim como muitos de vocês — pelo povo desta região, por todos os povos desta região, pela terra e pelo futuro’”.

Como Portman disse aos apoiadores do grupo: “Vocês lutaram pelo retorno dos reféns. Posicionaram-se contra a guerra de aniquilação e em defesa das crianças de Gaza. Exigiram ruas mais seguras e salários mais justos... O establishment quer nos convencer de que isso é impossível, que uma parceria verdadeira é impossível. Eles querem minimizar o que esses líderes incríveis estão fazendo aqui agora e morrem de medo do que esse movimento representa”.

É assim que soa uma liderança construtiva. O Um Lugar para Todos Nós ainda registra nas pesquisas um apoio muito abaixo do patamar necessário para conquistar uma cadeira no Knesset. Mas o movimento está apenas começando. Se você prefere uma versão mais pragmática dessa mensagem, confira o site do grupo Commanders for Israel’s Security (Comandantes pela Segurança de Israel), que reúne cerca de 600 coronéis e generais aposentados do Exército israelense, além de veteranos do Mossad, do Shin Bet (segurança interna), da polícia e do corpo diplomático; todos eles estão comprometidos em se opor à anexação israelense da Cisjordânia e em trabalhar por uma solução de dois Estados.

Imagine se Mamdani, em vez de se envolver em uma manobra inútil de cogitar publicamente a prisão de Netanyahu, reunisse todos esses defensores israelenses, palestinos, árabes e americanos da solução de dois Estados para dois povos e, então, convidasse Netanyahu para falar a eles. Que o próprio Bibi dissesse: “Não, não quero ter nada a ver com defensores israelenses, palestinos, árabes e americanos da solução de dois Estados para dois povos”.

Isso pelo menos transmitiria aos eleitores israelenses de centro-direita, centro e esquerda a mensagem de que o mundo não os odeia, de que o prefeito de Nova York não está tentando prejudicá-los e de que tudo o que a comunidade internacional deseja é que israelenses e palestinos sejam parceiros construtivos, prontos para explorar a única alternativa realista a uma guerra sem fim. Não faço ideia se isso ajudaria. Mas sei, com certeza, que o que Mamdani está fazendo é apenas fabricar eleitores para Netanyahu entre os israelenses que veem Bibi como seu único protetor e sua postura de linha-dura como a única salvação.

Se é isso que Mamdani pretende fazer agora com sua plataforma — jogar mais lenha numa fogueira que já arde intensamente por conta própria —, é um tremendo desperdício de seu talento, de seu cargo, de seu fôlego e do nosso tempo.




terça-feira, 28 de julho de 2026

BOA TARDE ...

 







BOM DIA ...

 









segunda-feira, 27 de julho de 2026

BOM DIA ... Waltz With Bashir (ואלס עם באשיר) !

 (Release 13 May 2008 Cannes)




O cineasta Ari Folman é um veterano israelense da 1ª Guerra do Líbano, a história gira em torno do diretor, que lutou na Guerra do Líbano em 1982, e testemunhou os massacres nos campos de Sabra e Shatila. Ele sofre de uma doença traumática do conflito, que o impede de lembrar o que aconteceu lá.

Ele tentar reaver a memória perdida com a ajuda de companheiros que lutaram ao seu lado, tentando reconstruir sua participação no ataque israelense ao Líbano.

O filme aborda os horrores da guerra, e as consequências a longo prazo na psique de um soldado.

Na minha opinião, a combinação de animação com documentário, torna a experiência de assistir mais assustadora que um documentário convencional.

 Só no final, , o diretor troca a animação por imagens reais do massacre.








 O filme começa com um pesadelo recorrente no qual 26 cães raivosos correm em direção à sua casa pelas ruas de Tel Aviv , destruindo tudo em seu caminho. Boaz explica que, durante a Guerra do Líbano de 1982 , os outros soldados de sua unidade sabiam que ele não seria capaz de matar um ser humano, então lhe deram a tarefa de matar os cães quando se infiltrassem em uma vila à noite, para que os animais não alertassem os moradores sobre sua presença, e ele se lembra vividamente de cada um dos 26 cães que matou...








sábado, 25 de julho de 2026

BOM DIA ... NO CRY ARGENTINA !

 








sexta-feira, 24 de julho de 2026

BOM DIA... U.S.S. LIBERTY !

 



quinta-feira, 23 de julho de 2026

BOA TARDE ... soundtrack RADIO DAYS !

 


Agradável tarde aqui em casa ... 

Tomando Cappuccino Italiano com um croissant quentinho... enquanto roda no meu velho player PIONNER "The music score for Woody Allen's 1987 film Radio Days" !

RADIO DAYS, é um filme maravilhoso, tem lugar garantido na lista dos 10 melhores do Woody...

A trilha sonora também está entre as melhores de seus filmes ...  'Radio Days' é uma grande homenagem à era de ouro do radio.

Recomendo fortemente este CD a todos os amantes do swing !










BOM DIA ...

 

UNIFORME MAIS BONITO DA NOSSA SELEÇÃO:

camisa amarelo ovo (sem frescuras)

com número verde

calção azul claro

meião branco

chuteira preta

DENTRO DO UNIFORME : o craque JÚNIOR!

COMEMORAÇÃO sem dancinha ou trejeitos... OLD SCHOOL !!!


quarta-feira, 22 de julho de 2026

BOM DIA ... MIDNIGHT CULT !

 



terça-feira, 21 de julho de 2026

BOM DIA ... ARGENTINA, kkkkk !

 

DESCULPA PESSOAL, EU SOU DO SÉCULO PASSADO ...

No SÉCULO XX, QUANDO A  ARGENTINA VINHA JOGAR AQUI

ERA GUERRA !

RIVA, LUIZÃO PERREIRA, CHULAPA E CIA... RECEBIA OS ARGENTINOS COM CARINHO

ERA CADA DIVIDIDA ... ENTRADA PRÁ RACHAR NO MEIO !

NÃO TINHA ESSE NEGÓCIO DE ANTES DO JOGO COMEÇAR OS JOGADORES TROCAREM BEIJINHOS ...

CADA TIME SAÍA DE UM TÚNEL ...IGUAL AO "COLISEU ROMANO"


NA ARQUIBANCADA, A GENTE RECEBIA OS TORCEDORES ARGENTINOS NA "BASE DA PORRADA" !

OUTROS TEMPOS, NÉ !

HOJE, TORCEDORES BRASILEIROS, FICAM "AGITANDO POM-POM" AZUL E BRANCO ...GRITANDO "MESSI, MESSI" ! ...UAU !



 "We are the world"

There comes a time

When we heed a certain call

When the world must come together as one ....

segunda-feira, 20 de julho de 2026

BOA NOITE ... BILLY PRESTON !

 







BOM DIA ... ARGENTINA é a definição de antifutebol e mau perdedor!