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quarta-feira, 26 de julho de 2017

MANTA






1972 - Capaz de alcançar velocidades acima de 300 km/h, com uma carroçaria que parece um estilete, o Manta é o mais novo concorrente para a prova de Indianápolis.

Construído pela Antares Engineering, firma montada pelas equipes Michner/Hopkins e Patrick Petroleum, três deles serão entregues imediatamente à equipe de Lindsey Hopkins e serão pilotados por Roger McCluskey, Mel Kenyon e Walli Dalenbach.

Embora o carro ainda esteja coberto de sigilo, alguns detalhes já escaparam das oficinas da Antares: projetado por Don Gates (criador do Chaparral 2J ), o Manta tem uma suspensão especial e carroçaria de traseira baixa, como no McLaren, larga atrás e estreita ao máximo na frente, chegando a lembrar um estilete.

Alguns técnicos que viram o desenho do Manta acham que a aerodinâmica da carroçaria forçará a aderência mais do que os aerofólios comuns, que o carro também usará. Essa característica, combinada com as da nova suspensão, deve dar ao Manta um desempenho muito alto: segundo a fábrica, ele será capaz de correr 17,7 km/h mais do que qualquer carro de Indianápolis.

Atualmente, o recorde do circuito é de Mark Donohue, a 290 km/h. O Manta deverá chegar pelo menos a 307,7 km/h na mesma pista.

De acordo com Don Gates, a traseira baixa não implicará uma montagem diferente do motor. "A montagem será convencional", ele garante.

Mais dois carros estão sendo montados para a equipe Patrick Petrolium, idênticos aos três da Hopkins, com motores Offy. Outras equipes, porém, não podem comprar o Manta, pelo menos por enquanto. Só a Patrick Petrolium e a Micner/Hopkins.

O carro será testado neste mês, no circuito de Ontário, por Roger McCluskey.






quinta-feira, 25 de maio de 2017

500 MILHAS DE MONZA


1957 - Há muito, vinha sendo tentado um confronto entre os pilotos e carros americanos e os pilotos e carros europeus. Seria um meio de avaliar as qualidades dos primeiros, restritos a provas cheias de particularidades e nas quais os carros europeus não obtinham sucesso.

Para o confronto, foi escolhido o Autódromo de Monza que, possuindo uma pista de alta velocidade, melhor se adapta às características americanas, por suas longas retas e curvas com elevação.

Aproximando-se a realização das 500 Milhas de Indianápolis, de onde sairia a representação americana, a União dos Pilotos Profissionais, por seu Presidente, Behra, participou a decisão de seus membros em não participar das 500 Milhas de Monza.

Em seguida, as fábricas Maserati, Ferrari e Osca declararam-se fora da prova, por não possuírem carros à altura da mesma, (cuja média horária espera-se, ser de 290 Km/h) e o dispêndio que acarretaria a construção dos mesmos.

Falando à imprensa, Juan Manuel Fangio declarou a inutilidade de competir com os carros americanos, maiores do que os europeus, acrescentando, no dia imediato, a viabilidade da mesma, ser realizada na pista plana...onde os americanos não terão oportunidade, completamos.

A representação dos Estados Unidos se compõe de Pat O'Connor, (1º lugar nas eliminatórias de Indianápolis, 230,316 Km/h) com um Summer Special; Troy Ruttman (campeão de Indianápolis em 1952); Johnnie Parsons e Bob Keith.







segunda-feira, 30 de maio de 2016

sábado, 21 de maio de 2016

CORRENDO EM CASA



Helio Castroneves conhece como ninguém aqueles 4.023 metros. Amanhã corre em casa e tem tudo para conquistar a pole position. Good Luck!



sexta-feira, 8 de novembro de 2013

BRABHAM



1972 - Another Brabham chassis was modified for Indy in 1972 with a new nose cofiguration by Detroit's Antares Engineering. Rolling on Eagles wheels, the Brabham from Pat Patrick's stable was qualified in the middle of the third row by Johnny Rutherford at 183,234 mph. Rutherford retired with a broken connecting rod after 55 laps.