quarta-feira, 7 de dezembro de 2016

MO NUNN

Chefe da Ensign


Mo Nunn acompanhou de perto a estréia de Nelson Piquet na Fórmula 1, quando ele se classificou para o Grande Prêmio da Alemanha apesar dos problemas no câmbio de seu Ensign.

Acho que Nelson tem uma qualidade que sobressai às demais: é extremamente profissional. Em sua primeira corrida na Fórmula 1, fez exatamente o que recomendei que fizesse, sem se deixar levar pela emoção da estréia e sem se impressionar com a pressão que havia sobre ele.

Uma categoria que não conhecia, uma pista que não conhecia e um carro que, além de desconhecido, tinha problemas de câmbio: com tudo isso, Piquet saiu-se muito bem. Posso afirmar, com toda a segurança: seu potencial é muito grande, e ele, além de rápido, guia com segurança.

Além de tudo, nesse início de carreira ele terá um professor dos melhores. Para um piloto novo, seria muito ruim ficar numa equipe de um só carro, onde tivesse que fazer tudo sozinho, sem oportunidade de aprender os detalhes dos acertos e do desenvolvimento dos carros, o que, hoje, é absolutamente fundamental na Fórmula 1, tão importante quanto o próprio talento ao volante.








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