Mostrando postagens com marcador Lotus. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Lotus. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 16 de julho de 2018

LOTUS





1972 - Os carros Lotus de Fórmula 1 e 3 vão correr neste ano com o nome de John Player Special, porque a fábrica de cigarros John Player, uma das patrocinadoras da Lotus, passou a controlar a maior parte de seus negócios.

A notícia foi dada por Geoffrey Kent, um dos diretores da John Player, no fim do ano passado. Êle anunciou também que sua indústria patrocinará na Inglaterra um torneio de cinco provas de Fórmula 2, em conjunto com a Motor Circuits Developments.

Colin Chapman, que continua dirigindo a parte técnica da equipe, ainda não revelou detalhes sôbre os carros, mas sabe se que o Fórmula 1 será um Lotus 72 com pequenas modificações. Talvez êle tenha algumas partes feitas em fibra de carvão, traseira e entradas de ar modificadas.

O que parece decidido é que os pilotos serão Emerson Fittipaldi e David Walker.

Os carros de Fórmula 3 ainda estão sendo construídos e serão semelhantes aos de Fórmula 1. Na Fórmula 3, um dos pilotos será Bernard Vermilio, o outro poderá ser Tony Trimmer, que já foi convidado.

Embora os carros ainda não tenham sido apresentados no anúncio das mudanças feita pela John Player, suas fotos impressionam bem : serão pintados de prêto brilhante, com filêtes dourados no realce das linhas.

No lugar do distintivo da Lotus, que desapareceu, haverá um decalque com as letras JPS (John Player Special) entrelaçadas. Os decalques de outros patrocinadores também foram eleiminados, e a equipe se chamará John Player Team Lotus.

A John Player já marcou também as datas para as corridas de Fórmula 2 que vai promover: 12 de março, em Mallory Park; 31 de março, Oulton Park; 2 de abril, Thruxton; 29 de maio, Cristal Palace; 16 de setembro, Oulton Park.














sábado, 12 de setembro de 2015

sexta-feira, 12 de abril de 2013

Red and Yellow


Red and yellow coalition in business as well as in private the JPS duo of Mario Andretti and Ronnie Peterson get along reasonably well with each other.

But ambition and passion for this sport seethe deep within. The speedy Swede is not always in agreement with the highly partisan directions of Lotus boss Colin Chapman.

The working clothes of the two drivers at Hockenheim seem to indicate a greater degree of harmony.


quarta-feira, 30 de maio de 2012

Lotus Cup


O ex-piloto de Formula 1 Arturo Merzario com sua Lotus Exige em Imola. No fim de semana o veterano Merzario venceu a prova da Lotus Cup Italia 2012.


terça-feira, 27 de março de 2012


Lotus Brand from Griffin Productions on Vimeo.

sábado, 26 de junho de 2010

Lotus Turbine 56B

.
Emerson Fittipaldi conta sua experiência com o Lotus movido a turbina

Estréia do Lotus Turbina
.
" O momento mais emocionante de todas as experiências que tive até agora com o Lotus-Turbina 56B foi o que passei durante os treinos para a Corrida dos Campeões, em Brands Hatch.
.
Colin Chapman sabia que o problema dos freios ainda não tinha sido resolvido e que por isso dificilmente eu teria condições de lutar pelos primeiros lugares. Clay Regazzoni com um carro excelente e andando muito bem, acabou vencendo com sua Ferrari 312 B2. Mesmo assim era preciso correr. E logo nas primeiras voltas do treino, com a pista molhada pela chuva, o Turbina 56B se havia mostrado insuperável: com tração nas quatro rodas, eu podia acelerar fundo que ele não se desiquilibrava como nos Formulas 1 normais, de tração nas rodas traseiras. Mas a chuva parou e na pista seca eu tinha de usar os freios cada vez mais, ao mesmo tempo em que ia perdendo nas curvas a vantagem que conseguia nas retas."


Nos treinos com pista molhada
.
"Como os freios estivessem perdendo a eficiência, parei e pedi aos mecânicos que reajustassem as pastilhas das rodas traseiras. Logo depois lamentei isso. Saí e, quando comecei a frear no fim da reta em descida, as rodas traseiras travaram, o carro virou ao contrário na pista e começou a correr de ré a 280 Km/h. Sem poder fazer outra coisa, virei a cabeça para trás e tentei mantê-lo na pista, correndo como estava. Consegui isso por algum tempo, até que a velocidade foi baixando e ele saiu para a grama. A turbina nem chegou a desligar e eu pude continuar para o boxe, com as pernas bambas por causa do susto."

.
"Isso, aconteceu na sexta-feira, que havia amanhecido chuvosa e muito fria. com esse tempo, como eu vi depois, o Turbina rende muito mais do que os outros Formula 1. Tive uma prova disso logo nas primeiras voltas, quando consegui o segundo melhor tempo, atrás somente de Jackie Stewart. Mais tarde a chuva parou e os outros carros começaram a descontar na pista seca a vantagem que eu havia conseguido na chuva. Principalmente por causa dos freios, normalmente ruins, que pioravam à medida que esquentavam. Meu tempo havia caido muito e no fim dos treinos acabei ficando em sétimo lugar."


.

"O dia da corrida, 21 de março, amanheceu nublado, mas sem chuva. Isso acabou com as minhas esperanças. Só cinco dias antes da prova é que Colin Chapman me havia avisado de que eu correria com o Turbina 56B nesse domingo, dia 21 de março. Ele teve boas razões para precipitar a estréia: haveria uma excepcional cobertura jornalística e a Gold Leaf, patrocinadora da equipe, gostaria do lançamento."
.
"Pouco antes da largada eu pensava no lado negativo dessa estréia: os freios eram ruins e estavam com pastilhas novas, porque as do treino não resistiriam até o fim da corrida. Eu teria de tomar mais cuidado no início para que elas assentassem. Além disso, pela primeira vez o tanque estava com o máximo de 200 litros de querosene e a suspensão esbarrava em dois pontos do circuito."
.
"Para aumentar os problemas, a BRM de John Miles, que estava na minha frente, afogou. Quando finalmente saímos, o grupo da frente já se havia distanciado. Mesmo assim, só pude andar melhor depois de umas dez voltas, quando as pastilhas dos freios assentaram. Mas, quando o carro começou a andar melhor, a luz de emergência do painel acendeu: o óleo do burrinho traseiro tinha vazado, porque o mecânico deixara a tampa mal colocada. Tive de parar no boxe, feito o reparo, saí de novo e dei quinze voltas procurando frear o mais suavemente possível. Eu tinha um recurso: podia frear e acelerar ao mesmo tempo para que o motor não caísse de giro, mas mesmo assim tinha de reduzir a marcha muito antes dos outros, nas curvas, e perdia terreno. Nas retas, eu procurava usar o melhor possível os 560 HP do Turbine e eliminava um pouco as diferenças, que nas curvas tornavam a aumentar."
.
"Quando faltavam dezessete voltas para terminar a corrida, a suspensão traseira quebrou, de tanto bater nos dois pontos mais altos da pista, quando o tanque de combustível estava cheio. No final, apesar de tudo, concluímos que o carro tem potencial, porque a estréia foi feita as pressas, num circuito cheio de curvas impróprias para este tipo de carro."
.
.