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domingo, 6 de setembro de 2020
CONGRATULATIONS LANDO NORRIS
Parabéns para o Norris, é o 4º colocado junto com o Stroll.
Excelente resultado para um piloto que está no seu 2º ano na categoria.
Consegue acompanhar o Sainz, que é um piloto com mais experiência.
Tem muito potencial para evoluir.
A MERCEDES NÃO ERROU, QUEM ERROU FOI O LEWIS
O culpado pela derrota nesse domingo, foi Lewis Hamilton e não o time Mercedes.
Quem errou foi o Hamilton.
Tinha a corrida na mão com um diferença de 12 segundos para o Sainz. Aí fez a cagada de entrar nos pits com ele fechado.
Sempre afirmei que é errada a comparação de Hamilton com Schumacher ou Senna.
A diferença é "grande"!
Hamilton só funciona com o "script na mão" ...
... quando tenta o "improviso"
dá merda !
sábado, 5 de setembro de 2020
SEM FESTA: 0.808 ...
Não adiantou nada a proibição do "modo party".
A vantagem do carro Mercedes em relação aos outros é tão grande, que mesmo sem a potência extra eles foram 8 décimos mais rápido que o "resto".
A vantagem de "1 segundo" caiu dois décimos. Fazer o quê, é essa F1 que temos ...não adianta reclamar.
Mais uma vez a Mercedes "privilegiando" Lewis Hamilton. A cara do Bottas no final diz tudo ...
"Me deixaram sozinho lá na frente" ...disse o finlandês 2º piloto da Mercedes
Agora só resta ao Toto Wolff, mais uma vez, explicar o "mal entendido"...
porque nos dois "tiros do Q3" Hamilton saiu atrás.
O "normal" é ocorrer um revezamento para que um piloto "não leve vantagem" sobre o outro.
Hamilton "mais uma vez" levou vantagem.
E não é só questão de vácuo, quem vai atrás tem a vantagem de saber o tempo do da frente, e o quanto precisa melhorar. Quem está na frente não tem esse "parâmetro".
Só resta ao Bottas, deixar de "ser bonzinho" e amanhã "não dar espaço" para o Hamilton na primeira gincana ...
mesmo assim, se larga na frente, a Mercedes "arruma um jeito" de inverter as posições ...
Ha, ha, ha ......
domingo, 2 de fevereiro de 2020
domingo, 8 de setembro de 2019
sábado, 7 de setembro de 2019
CONVERSA COM ATRASO
Amanhã, se eu fosse o Seb, fazia uma largada prudente e terminava a 1ª volta na 4º colocação ...
deixando as Mercedes cuidarem do garoto.
Binotto é fraco e não controla mais a equipe.
Quer ter uma conversinha à noite...
conversinha está, que deveria ter acontecido 6 meses atrás...
quando um dos seus pilotos "quase" tirou os dois carros, na largada da primeira prova do ano.
O clima entre Vettel e a Ferrari, que já era ruim, agora azedou de vez.
Não consigo imaginar ele na equipe em 2020.
Se for inteligente pula fora, e faz como o Kimi fez em Monza 2018...
...pensa só nele e não mais na equipe.
Se for inteligente pula fora, e faz como o Kimi fez em Monza 2018...
...pensa só nele e não mais na equipe.
O novo Messias ainda usa fraldas ...
A vitória de domingo passado é ilusão...
Mercedes em "estado de graça" ...
Lá tudo funciona ...
Hamilton e Bottas em uma harmonia perfeita ...hoje praticamente fizeram o mesmo tempo
Vejo alegria nos rostos ...isso acaba refletindo no desempenho na pista
Enquanto na Ferrari o clima parece pesado.
sábado, 19 de janeiro de 2019
domingo, 3 de setembro de 2017
quinta-feira, 5 de janeiro de 2017
ENDURANCE WORLD RECORD, MONZA
Rico Steinemann, Jo Siffert, Charles Vögele and Dieter Spoerry
1967 - The week after Mexico, Jo Siffert joined fellow countrymen Rico Steinemann, Dieter Spoerry and Charles Vogele to set a number of world records with a Porsche at Monza. Their initial plan was to use a Porsche 906, but that car broke after some 2.000 kilometres.
They started over again using a Porsche 911R. They managed five world records within four days. The Swiss drivers set new records over 10.000 miles, 15.000 and 20.000 Kilometres as well as over seventy-two and ninety-six hours.
sábado, 16 de abril de 2016
HAPPY BIRTHDAY FRANK WILLIAMS
1973 - Depois dos treinos de sábado, pilotos, chefes de equipe e mecânicos se reuniram para uma corrida, a pé, de duas voltas pelo Circuito Júnior de Monza.
Entre pilotos e chefes de equipe, o primeiro prêmio era nada mais nada menos do que mil libras em dinheiro vivo, o que corresponde a cerca de quinze mil cruzeiros. Para os mecânicos, o prêmio era um relógio, como se, nesse caso, eles fossem se dedicar menos à corrida.
Antes da largada, todo mundo já sabia quem iria ganhar: Frank Williams. Isso porque, antigamente, Frank Williams tinha se dedicado ao atletismo e era corredor. Atualmente, sempre que chega em uma pista, seu exercício é dar uma volta, de manhã, pela pista. Correndo a pé, é claro.
Não se sabe se ele já tentou a proeza em Nurburgring, com mais de vinte quilômetros.
Assim, como era esperado, Frank já passou disparado na dianteira, na primeira volta, e ganhou fácil a corrida. Em segundo chegou James Hunt, enquanto que Jackie Stewart foi o sexto. Dos brasileiros, o único que participou da prova foi Wilson Fittipaldi Jr. Antes da prova estava todo eufórico: "Estou treinando a quatro dias e estou muito afim de chegar lá na frente".
Wilsinho se perdeu lá por trás e quando chegou estava meio morto, como também estava Jacky Ickx. Pela cara do belga, nota-se que, por pouco, não teve uma parada cardíaca.
quinta-feira, 10 de março de 2016
FORZA PIQUET
1981 - "Estava em terceiro lugar (colocação que me dava a liderança isolada do Campeonato), controlando o Reutemann que vinha 3 segundos atrás. Passei tranquilo em frente do lugar da bandeirada para a última volta; mas depois da primeira gincana e de mudar umas três marchas, vi a luz do óleo se acender e senti um Brummmm atrás de mim. O motor tinha explodido. Dentro do carro fiquei pensando: o que posso fazer agora? Chorar? Não posso chorar, só posso depender do braço nas duas últimas corridas".
Tinha ido para o Grande Prêmio da Itália com muito entusiasmo. Estava empatado em pontos com o Reutemann, que havia liderado quase todo o campeonato. E Monza seria decisivo para nossas pretensões. Ele começou em vantagem, ficando na minha frente nos treinos de classificação, mas descobrimos algo muito interessante. No sábado vimos que a diferença entre o pneu "A" e o pneu "C", quando estava fazendo calor, era muito pequena. Só que guardamos essa informação para nós, pois ninguém tinha usado o composto mais duro do "A". O "B" era muito ruim para nós e não dissemos isso nem mesmo para o pessoal da GoodYear, principalmente porque a Williams só estava utilizando o "B" e o "C".
Nossa tática para a corrida era a seguinte: se fizesse tempo muito quente, usaríamos o "A", enquanto os outros iriam usar o "B", segundo informações da GoodYear. Se realmente optassem pelo "B", a gente já sabia que o pneu era um lixo. E se optassem pelo "C", teriam de parar para troca de pneus. Com isso tínhamos a esperança de poder ir para a ponta tranquilamente.
Quando deram a largada comecei a pilotar como uma "moça". Todo mundo que vinha para me ultrapassar nas freadas eu deixava, e assim estava em nono na primeira volta. Depois fui melhorando, passando alguns e outros quebrando. Começou a chover na curva Parabólica, o Carlos se atrapalhou e não pôde impedir que eu passasse por ele. No final da corrida eu estava em terceiro, muito seguro, e o Carlos em quarto. Mas na última volta o motor estourou.
sábado, 5 de dezembro de 2015
A MAIOR RIVALIDADE DA HISTÓRIA DO AUTOMOBILISMO
Ricardo Rodriguez (8) e o pole position Von Trips (4)
1961 - Para pessoal que ainda usa calça curta o maior duelo que eles viram foi o Lewis vs Nico, (se a gente pode chamar isso de rivalidade, parece mais um briga de colegiais). Para essa turma Lewis Hamilton é o "cara"; tem um monte de tatuagem, curte rap e usa brinquinho. Excelentes atributos!
Para os mais crescidinhos, o máximo é o duelo Hunt vs Lauda. Pô, o James Hunt era o "cara", bebia cerveja, fumava e ainda comeu 16 aeromoça. Caramba tudo isso!
Agora para aqueles que gostam de automobilismo a maior rivalidade da história da Fórmula 1 aconteceu em 1961. A disputa entre Hill vs Von Trips pela coroa de 61.
A chegada a Monza do esquadrão de Ferraris 156, motor V6 de 1 litro e meio. Desenhada pelo legendário Carlo Chiti, ganharam o apelido de Sharknose. O mais belo Fórmula 1 de todos os tempos. Ironicamente não existe nenhum exemplar desse modelo, nem no museu Ferrari, só réplicas.
O aristocrata alemão Wolfgang Alexander Albert Eduard Maximilian Reichsgraf Berghe von Trips, nascido em Cologne, de família nobre, era o oposto de seu rival o americano Phil Hill, nascido em Miami, Flórida, que começou sua carreira como mecânico. Von Trips chegou a Monza quatro pontos a frente de Hill na disputa pelo título mundial.
Momentos antes da largada, Phil Hill à esquerda, Carlo Chitti no centro e Von Trips no carro. A expressão no rosto dos pilotos refletia a tensão antes da largada. Naquele tempo os pilotos eram homens, apesar de serem rivais havia muito respeito e amizade.
Momentos antes do acidente fatal que vitimou Von Trips e matou 15 espectadores. Na curva inclinada de Monza (usada pela última vez pela F1) Phil Hill (2) Ferrari, Richie Ginther (6) Ferrari, Jim Clark (36) Lotus-Climax, Ricardo Rodriguez (8) Ferrari, Jack Brabham (10) Cooper-Climax, Von Trips (4) Ferrari e Giancarlo Baghetti (32) Ferrari. O acidente aconteceu na segunda volta da prova.
Depois do terrível acidente a prova continuou com a Ferrari destruída de Von Trips no acostamento. Phil Hill só soube da morte de seu companheiro de time no final da prova.
O momento em que o engenheiro Carlo Chiti dá a notícia a Phil Hill que o seu companheiro de equipe tinha falecido durante a prova. O rosto corado pela vitória em segundos se transforma em um rosto pálido. Ele começa a chorar e é rapidamente retirado de lá em estado de choque. A felicidade pela conquista do título mundial se transforma em tristeza profunda pela perda do amigo e rival.
Nunca na história da Fórmula 1 houve uma prova tão carregada de emoções: um mitológico carro a Ferrari 156, um templo do automobilismo Monza com as famosas curvas inclinadas, em jogo um título mundial, dois grandes pilotos de temperamento e origem tão diferentes, amizade e rivalidade, a alegria da vitória e as lágrimas da tragédia.
Nunca na história da Fórmula 1 houve uma prova tão carregada de emoções: um mitológico carro a Ferrari 156, um templo do automobilismo Monza com as famosas curvas inclinadas, em jogo um título mundial, dois grandes pilotos de temperamento e origem tão diferentes, amizade e rivalidade, a alegria da vitória e as lágrimas da tragédia.
quinta-feira, 3 de setembro de 2015
O TEMPLO DA VELOCIDADE
1972 - Autodromo Nazionale Monza – Via Vedano n° 5 – Parco di Monza - Essa pista tem história, muito "sangue, suor e lágrimas", Nuvolari, Caracciola, Rosemeyer, Ascari, Fangio, Moss, Von Trips, Surtees, Fittipaldi, Peterson, Piquet, Senna, Schumacher passaram por lá. Todo piloto deveria fazer a genuflexão cada vez que entrasse lá.
SPA e agora Monza, as duas melhores etapas do mundial depois só Suzuka. México até que seria legal mas acabaram com a Peraltada, mal comparando seria a mesma coisa de tirarem a parabólica de Monza, perdeu a graça. Interlagos nem se fala, não sobrou nada, a única coisa boa é que o Felipe pilota muito bem lá.
Na foto, os "tifosi" em 72, usando uma Norton Commander como poleiro.
Forza Ferrari !
Forza Ferrari !
segunda-feira, 21 de abril de 2014
RONNIE PETERSON
1978 - A morte do piloto sueco Ronnie Peterson no Grande Prêmio da Itália levantou uma onda de debates sobre a insegurança das corridas automobilísticas em geral, e em particular sobre as perigosas condições do autódromo de Monza. Alega-se mau estado da pista, curvas mal planejadas, má situação do ponto de largada e até um erro grosseiro do diretor da prova Gianni Rastelli na bandeirada de partida.
Contudo, a causa principal não chegou a ser ventilada: o estado endocrinológico do corredor.
O homem inventou a máquina e parece estar sendo dominado por ela, em lugar de dominá-la. daí, os mil cuidados técnicos com o mecanismo. Cada parafuso é vistoriado até a exaustão. e o piloto? Já se disse que "a peça mais perigosa do automóvel é o motorista". No entanto, pouca importância se dá às condições em que ele se encontra no momento da corrida.
Se Ronnie Peterson soubesse alguma coisa a respeito de biorritmo e tivesse tido o cuidado de procurar saber como andava seu quadro biorrítmico no dia da corrida de Monza, é bem provável que ainda estivesse vivo. De fato, quem nasceu a 14 de fevereiro de 1944 tinha naquele dia, 10 de setembro de 1978, o seguinte quadro: para o aspecto físico, dia crítico (passagem de ciclo); para o aspecto emocional, dia pré-crítico, a um ponto de crítico; para o aspecto intelectual, dia altamente negativo.
Por isso, acho que nos boxes de corridas do futuro os quadros biorrítmicos serão mais importantes que qualquer ferramenta mecânica. Até quando pilotos continuarão a morrer em acidentes, se é tão fácil averiguar seu estado biorrítmico antes de corridas importantes ?
quarta-feira, 25 de setembro de 2013
GORDINI TYPE 32
CHASSI 0042
1957 - Gordini Type 32 em Monza, este carro foi pilotado pelo brasileiro Silva Ramos no Grande Prêmio de PAU em 1957 chegando na sexta colocação.
quarta-feira, 19 de junho de 2013
Champagne for monsieur ?
Nah. I want the real thing ...
1971 - This is Peter Gethin celebrating his legendary victory in the BRM P160-01 at Monza
1971 - This is Peter Gethin celebrating his legendary victory in the BRM P160-01 at Monza
quinta-feira, 3 de maio de 2012
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