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sábado, 24 de abril de 2021

MASCULINO FEMININO

















quarta-feira, 8 de julho de 2020

BAD NEWS





O jornal espanhol MARCA divulgou nesta quarta-feira, o acordo entre Alonso/Renault. Será um contrato 2 + 1 . Inicialmente, será de 2021 a 2023. Mas conseguiu incluir no documento que o vincula à Renault uma série de cláusulas que poderiam liberá-lo se considerasse apropriado. .

O retorno de Fernando Alonso à Fórmula é uma péssima notícia para a categoria e para os que apreciam as corridas.

Deixou a F1 em 2018 pela "porta do fundos". Não por vontade própria, mas por falta de convite. Ninguém queria o cara. Isso era quase uma unanimidade.

Pode ter feito sucesso entre os idiotas do tweeter, mas sua falta de comprometimento, fechou-lhe as portas nas principais equipes. Inclusive na Renault.

Foi um dos responsável pela queda da McLaren. Alonso fez piada da equipe, afugentando patrocinadores.

Humilhou a fornecedora de motores Honda, no seu próprio país, durante o GP de 2015, onde chamou o propulsor japonês de um "motor de GP2". 

Recusou-se a correr o GP de Monaco de 2017 para ir "brincar" em  Indianápolis.

Tudo isso contribuiu para o rompimento entre Honda/McLaren. Você não pode trabalhar com uma pessoa que "debocha" e "menospreza" o seu trabalho.

Há sete anos não vence um GP. Sua última vitória aconteceu em 2013. 

Além disso, está velho. Em 2021 terá 39 anos (29 julho), só perdendo para Raikkonen, que deve deixar a categoria este ano.

Esse retorno não acrescentará nada a sua carreira. Hoje, o apelo de seu nome é só um bom "marketing". 

Vai roubar o lugar de um jovem piloto promissor. Lando Norris é um bom exemplo.

Seu contrato é de 2 anos. Como será seu comportamento em duas temporadas sem vitórias ?

E quando as críticas e as piadas começarem ?

Nem lembro quando foi a última vitória de um carro Renault. Daniel Ricciardo caiu fora porque não viu uma "luz" no fim daquele túnel.

Se Fernando não conseguiu vencer na McLaren/Honda. Será diferente com a Renault?

Essa recessão provocada pela pandemia do Covid-19, vai afetar as vendas na Renault, o que significa corte de orçamento e menos investimento para F1.

Agora é tudo festa, como foi na volta do Robert Kubica, onde os "babacas do tweeter" comemoraram.

Mas bastou a falta de resultados para os críticos aparecerem.

Kubica, que voltou para F1 nos braços da galera, sendo chamado de futuro campeão, acabou saindo com a fama de "velho, lento e acabado".

Na minha opinião em 2023, Renault e Fernando Alonso abandonam a Fórmula 1.

Sem vitórias ...

















quinta-feira, 29 de agosto de 2019

COM OU SEM VÍNCULO ?




Pessoal, mais uma confirmação, Ocon por dois anos na Renault.

Até agora não consegui saber se o vínculo com a Mercedes foi quebrado.

Quando tiver confirmação, faço a minha análise.









domingo, 11 de agosto de 2019

AUTOMOBILISMO NÃO É UMA CIÊNCIA EXATA




A grande decepção da temporada é o time Renault. Investiram alto com a contratação de um piloto de ponta, Daniel Ricciardo, e o pacote para 2019 com Hulk no segundo carro parecia bom.

Só que em corrida de automóvel você nunca sabe o que pode acontecer.

E essa "máxima" vem desde os tempos do Fangio.

Apesar de vivermos numa era de computadores e simuladores, (que não simulam nada, na minha opinião) você só sabe se o carro vai ser competitivo quando ele vai para a pista.

No papel, o time prometia dar um salto e entrar na briga com os Red Bull/Honda, mas a realidade foi outra, com os carros sofrendo para passarem do Q2. Fora os problemas de quebras e abandono.

Com os fracos resultados, começa a "caças às bruxas", procurando culpados.

Não adianta trocar o gerente Cyril Abiteboul, ou procurar culpados entre os pilotos.

O problema maior parece estar no RS19, já que a McLaren que usa o mesmo motor está na 4ª colocação, enquanto a equipe de fábrica é a 6ª colocada.

Abiteboul, apesar de ser um engenheiro, não constrói os carros. Sua função é de gerência. Faz  o trabalho de organização na pista. E até agora, não vi ele tomar alguma decisão errada, que comprometesse o resultado de uma corrida.

O que acontece é que o carro é ruim. E isso não tem ligação com falha de estratégia ou organização de box.

Saíram notícias de uma possível saída do Nico, depois daquele erro na Alemanha. Mas, Lewis Hamilton e Charles Leclerc também erraram no mesmo lugar, e ambos pilotavam carros superiores. Então, aquele erro não vai ser responsável pela sua demissão.

Já Daniel Ricciardo, acho que fica em 2020, apesar do fraco desempenho do carro. Chegou a essa conclusão pelos valores de seu contrato (boatos dizem que envolveu muito dinheiro), e o próprio Alain Prost admitiu que o "investimento" em Ricciardo foi grande.

Conclusão, que a Renault não iria deixar "brechas" no contrato as quais permitissem sua saída depois de apenas uma temporada.

E acho que essa estória de "cláusula de desempenho" é papo furado. Principalmente, quando se trata de equipes da frente. Se um piloto assina com a equipe, é porque ele acredita no trabalho dela. Só que não dá para garantir que eles construiriam um carro vencedor já no próximo ano.

Antigamente, na assinatura do contrato, tinham cláusulas que o piloto podia exigir, tipo: carro reserva, porcentagem dos prêmios, definição de primeiro piloto, promessa de patrocínio, etc.

Mas cláusula onde você pode romper o contrato depois de "apenas" uma temporada, porque o desempenho do carro é ruim, eu acho difícil. A Renault , uma equipe de fábrica, não faria isso.

O Ricciardo foi contratado para trazer resultados para a equipe e não o contrário, a equipe ter a obrigação de entregar um carro vencedor para ele em apenas uma temporada.

A Renault precisa de uma reformulação, o desempenho do time esse ano é ruim, mas, no meu entender, a culpa não é dos pilotos, nem do gerente de pista. O problema principal está no projeto do carro RS19.

Encerrando o post, Daniel Ricciardo fez a coisa certa em trocar a Red Bull pela Renault. Se eu estivesse no seu lugar faria o mesmo.

O seu ciclo na Red Bull estava chegando ao fim e era hora de mudanças. Praticamente toda a sua carreira foi feita dentro do time austríaco, o que com o tempo, acaba gerando desgastes para ambas as partes.

No ano passado, com a possibilidade de um assento vago na Ferrari (saída do Kimi) e na Mercedes (Bottas), equipes com estrutura superior à da Red Bull, viu uma oportunidade de mudança para um time com potencial para disputar o título mundial.. Mas as negociações não deram certo, já que Bottas permaneceu na Mercedes e no lugar do Kimi entrou o Leclerc.

Aí recebeu a proposta da Renault, equipe grande de fábrica, com um bom orçamento anual, que ofereceu um contrato vantajoso. O pacote parecia bom, e ele assinou com o time francês.

Ele fez o movimento certo, só que ninguém poderia prever que a Red Bull, no seu primeiro ano com motor Honda, iria conseguir 2 vitórias e pole position, e a Renault cair tanto de rendimento.











sábado, 10 de agosto de 2019

quinta-feira, 25 de abril de 2019

CHARMING



1977 - Apart from Gilles Villeneuve's Formula one debut in a works McLaren, the other significant event at the 1977 Bristish Grand Prix at Silverstone was the appearance of the first turbocharged F1 car, the Renault RS01. Along with the bright yellow car came their charming press officer Marie-Claude Beaumont.


Além da estréia de Gilles Villeneuve na Fórmula 1, com um McLaren, outro fato importante no Grande Prêmio da Inglaterra de 1977 em Silverstone foi o aparecimento do primeiro carro de F1 turbinado, o Renault RS01. Junto com o carro amarelo brilhante veio a encantadora assessora de imprensa Marie-Claude Beaumont.








domingo, 17 de fevereiro de 2019

MINHA TORCIDA EM 2019 ...É PARA ELE




DANIEL RICCIARDO é o meu piloto em 2019. Vou torcer pelo seu sucesso. Sei que não vai ter carro para brigar pelas primeiras posições, mas espero que faça um excelente trabalho na Renault.

Casa nova, esperança renovada e finalmente teve o seu valor reconhecido. Vai ganhar mais que o Max e depois de Vettel e Hamilton é o terceiro maior salário da F1 em 2019.

Merece !!!!!!

Enquanto a Ferrari dá suas "cabeçadas", a Renault no famoso "come quieto" foi lá e "roubou" ele da Red Bull.

Até hoje as duas equipes trocam "farpas" pela imprensa. E essa briguinha não foi só pelos motores.

A Red Bull ficou "P da vida" por perderem Riccardo para os franceses.

Marko sabe que Ricciardo foi um dos responsáveis pelo sucesso de Max Verstappen. O holandês aprendeu muito com o australiano.

Depois da "conturbada" relação com Carlos Sainz na Toro Rosso, ele foi encontrar a tranquilidade trabalhando ao lado de Ricciardo.

Sem essa tranquilidade, talvez acontecesse com Max o que vimos com Danill Kvyat. Uma subida atabalhoada, seguida pelo retorno ao segundo time.

O relacionamento entre Max e Daniel foi bom apesar da grande rivalidade entre os dois.

Na Red Bull nunca teve número 1 e número 2 com Verstappen/Ricciardo, mas a equipe "tinha uma quedinha" em favor do Max.

Ricciardo em nenhum momento foi preterido ou prejudicado por isso.

O que aconteceu foi o que o próprio Ricciardo já relatou: que a equipe era sempre mais "camarada" e "compreensiva" com o Max quando ele fazia "cagadas".

Ontem, numa entrevista, ele citou o caso do acidente em Baku. Concordo plenamente com ele. A culpa foi do Max, mas o maior erro foi a equipe ter permitido chegar naquele ponto. E, permitiu isso por causa daquela "quedinha" pelo holandês.

Aposto que na reunião pós corrida, o Daniel entrou na sala chutando as cadeiras e enfiou o dedo no nariz do Verstappen (que deve ter ficado quietinho, diga-se de passagem....).

E o que saiu na imprensa foi o aperto de mão na saída.

Como comentei aqui no blog semana passada...AS PENDEGAS FORAM MUITAS...só que tudo foi resolvido dentro da equipe. E não "vazou" para fora porque Ricciardo é ADULTO !!!!

Se vazasse, causaria um tumulto lá dentro e a equipe iria ser prejudicada, e "por tabela" o Riiciardo, por ele faz parte da equipe.

E Daniel Ricciardo não saiu só por causa disso. Ele saiu por diversos fatores.

A Red Bull foi a "única namorada" dele desde que entrou na Fórmula 1. Começou a "namorar" com ela aos 15 anos. Chega uma hora que você quer "experimentar" coisa diferente. 

Outro fator: ele estava no auge quando venceu em Monaco. Momento certo para buscar contatos com outros times. Ademais, as duas principais equipes (Ferrari e Mercedes) acenavam com uma possível vaga no segundo carro.

E a Red Bull apesar de ter um excelente chassi, é ainda um ponto de interrogação com o motor Honda. Nesse primeiro ano, pode ser competitiva ou um fracasso.

Na Renault vai liderar a equipe, com status de primeiro piloto. Teve uma recepção muito calorosa por parte dos franceses. Já conhece o motor Renault, o que é bom, e ainda vai levar muita informação dos anos de trabalho na RBR. Além do "reconhecimento" financeiro.

Tem contrato de dois anos e se fizer um bom trabalho, mantendo seu nome em evidência possa no futuro realizar o sonho de sentar um dia numa Mercedes ou Ferrari...

...e quem sabe, a conquista do título mundial.









sexta-feira, 14 de julho de 2017

DAUPHINE




1956 - Dizem os dirigentes da Régie Renault que a idéia de lançar o "Dauphine" remonta ao mês de julho de 1951, quando, certa noite, cinco homens se reuniram em tôrno da mesa do diretor geral.

O novo modêlo, cuja criação levaria cinco anos, seria um meio têrmo entre o Renault de 4 CV (muito popular e destituído de confôrto) e a série de Frégates que hoje fazem o prestígio da grande usina francesa, mas cujo preço não é acessível à chamada classe média.

Pois bem, o "Dauphine" tornar-se-ia de ampla aceitação popular não só pela maior beleza de linhas e estilização geral, como pelo motor mais potente e o confôrto oferecido aos quatro ocupantes.

Transcorridos quase cinco anos, a Renault apresenta o "Dauphine" nestes princípios de 1956, num lançamento de grande encenação no "Palais de Chaillot", e o "L' Auto-jornal", de Paris, estampa anúncio de página inteira: "Dauphine, rival do Volkswagen".

Com efeito, a preocupação de rivalizar com o Volkswagen é tanta e tão evidente que nem precisaria constar em letras de fôrma no cabeçalho.


Simpático o brôto da indústria francesa

Pois bem, está aí o "Dauphine", pronto para conquistar o público. Vejamos de que predicados êle foi dotado pelos seus fabricantes para a ambiciosa tarefa.

Antes de mais nada, os técnicos da Renault procuraram construir um carro ao mesmo tempo confortável e econômico. Assim, o "Dauphine" comporta folgadamente quatro passageiros e possuiu quatro portas.

A exemplo do Volkswagen e do 4 CV, o motor é traseiro, e por isso os ocupantes do banco dianteiro podem esticar as pernas à vontade.

Preocupada inicialmente com a importância do lançamento que se realizou em Paris, no dia 6 do mês passado, só agora a Renault cuidará de acelerar a cadência da produção que, em julho próximo, deverá alcançar 350 unidades por dia, e talvez 500 unidades em outubro.

O objetivo final é a fabricação de 1.000 "Dauphines" por dia. Atualmente, a produção total da Régie Renault é de mil veículos diários, somados os diversos tipos fabricados pela maior indústria automobilística francesa.

Sabe-se que a Renault espera construir dois mil veículos, de todos os gêneros, por dia, lá por volta de 1960. Com particular orgulho, a grande fábrica francesa gosta de chamar a atenção para o fato de haver produzido até hoje 765.000 Renault 4 CV e 120.000 "Frégate".

Presentemente, a Régie Nationale des Usines Renault sobressai como a maior fábrica francesa de automóveis, e na produção mundial, ela se coloca em sétimo lugar.

Espaço folgado para quatro, para maior comodidade 4 portas


A febre da motorização tomou conta do mundo e o automóvel torna-se dia a dia mais acessível ao povo graças à fabricação em escala cada vez maior de carros populares, baratos e econômicos.

Na Alemanha, são os Volkswagen, o DKW, o Loyd, o Goggomobil, os pequenos Mercedes e o Messerschmitt, para citar os principais.

Na Itália, o Fiat 600 e o 1.100, assim como o Iseta. Na Inglaterra, o Austin e o Morris e na França, o Citroen, o Simca e o Peugeot e agora o Dauphine.

Em outras palavras, dentro do padrão popular, carros de vários tipos e vários preços, já acessíveis a quase todo o mundo.

O "Dauphine" é mais um dêles, planejado para conquistar as simpatias de um vasto público internacional.