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sexta-feira, 2 de outubro de 2020

CUIDADO LEWIS, HONDA FORA NO FINAL 2021 ...



 


Pessoal, acabou o mistério, a Honda anunciou que deixa a F1 no final de 2021.

Alegou uma série de motivos, pandemia, crise, vendas em baixa, "ecologia"(sic), corte de custos, "missão cumprida" ...

A verdade é que o mundo mudou, esse é o novo normal.

Já foi comentado aqui no blog, que esse covid-19 iria afetar a F1. 

Tinha cravado que a pandemia iria afetar primeiro a Renault, mas foi a Honda que tomou a iniciativa.

O que vai acontecer com a F1, ninguém sabe.

Sem a Honda, ficam só três fornecedoras de motores, Ferrari (essa nunca deixa a F1), Mercedes (7 anos de vitórias geram muito lucro) e Renault (ponto de interrogação).

Uma coisa é certa ...

... acabou a F1 $$$ milionária !

Todos países foram afetados pela crise.

Excetuando-se as ditaduras, ninguém vai estar disposto a pagar aquelas taxas altas para ter um Grande Prêmio.

A televisão, que já vinha sendo afetada, muito antes do surgimento do vírus, pela falta de competividade da categoria, vai ter que repensar. O domínio hegemônico da Mercedes por quase uma década, afetou a audiência, principalmente na Europa onde a F1 é paga.

Mundo em crise, pessoal com a grana curta, não vai comprar produto ruim.

Quando o pessoal (Ross Brawn) começa a pensar em "grid invertido", é porque o "negócio tá ruim" !

Aqui, a F1 ainda era de "graça", mas duvido que algum brasileiro pagaria para assistir F1.

Salário milionário de piloto, nem pensar ...

'Cash is king': Lewis Hamilton ...

vai ter que baixar a "pedida" ... £ 40 milhões (R$ 290 milhões) por ano (ops!)

Sem Honda ... sem Verstappen

Aposto nessa "cláusula" de contrato na Red Bull,

2022, Max é um "free bird" ...

A Mercedes vai arriscar a pagar  £ 40 milhões por um cara que já está com 35 anos, fora os problemas que "volta e meia" ele arruma ...

Na minha opinião a saída da Honda vai impactar diretamente na decisão da Mercedes sobre o futuro de Lewis Hamilton.







quarta-feira, 19 de fevereiro de 2020

DOUTOR, "BOTOU O DEDÃO" ...JÁ ERA




Pessoal, eu leio essas notícias da F1 e custo a acreditar que alguém leva a serio as bobagens publicadas.

A mais engraçada de todas é a da "cláusula" no contrato.

Tão dizendo por aí, que o Verstappen tem uma cláusula no contrato que permitiria uma mudança para a Mercedes antes de 2023.

Bobagem!

Não existe essa cláusula.

O Helmut Marko não falou nada, só disse que há uma maneira pela qual o holandês pode romper o contrato. Mas não falou qual. O resto foi "dedução" do "panaca" que entrevistou o Marko.

A única cláusula que pode existir no contrato assinado pelo Max, deve ser uma que permite a quebra do contrato caso a Honda se retire da F1 antes 2023. Nesse caso a Red Bull ficaria sem motor.

O que não vai acontecer, porque quem paga parte (ou total) do salário do Verstappen é a Honda.

Mas vamos imaginar que aconteça um "terremoto" no Japão, e a Honda seja obrigada a sair da F1, nesse caso, eu acredito que o Max pode romper o contrato assinado. Fora isso não existe outra possibilidade. 

Cláusula de desempenho não existe, porque ninguém é "vidente" para saber como será o desempenho de um carro ou motor !

O que você pode exigir num contrato é:  promessa de um X de dinheiro para desenvolvimento, ou um X número de testes , status de nº1...etc, esse tipo de coisa. Mas não uma garantia que o cara vai te dar um motor campeão.

O Max botou o "dedão" lá, e agora vai ter que esquecer a Mercedes até 2023. Da mesma forma que se o Toto Wolff quiser o rapaz ...só depois de 2023.

Há não ser que paguei os "bilhões" da multa contratual.

Já comentei aqui no blog e vou repetir:

já foi o tempo em que o pessoal "rasgava contrato" na F1.

Hoje quem redige contrato é gente competentíssima como o Nicolas Todt. Tudo gente profissional, amparados por advogados etc. Não tem mais amadorismo na F1.

Da mesma forma que o Max, o Leclerc vai ter que passar 5 anos na Ferrari, mesmo que a equipe entregue uma  "carroça" para ele dirigir !











terça-feira, 7 de janeiro de 2020

"pièce touchée pièce jouée"





Pessoal, notícia bombástica da temporada :

Max Verstappen fica na Red Bull/Honda até 2023.

Estou em choque, não espera esse movimento tão cedo.

Honda e Red Bull foram audaciosas e anteciparam a jogada, deixando a Mercedes em xeque-mate...

Os quatro principais pilotos, Lewis, Seb, Daniel e Max, com os contratos terminando em 2020, era esperado que provocassem uma agitação no mercado.

Mas com essa jogada da Red Bull, a coisa toda muda de patamar.

Max era a peça principal do tabuleiro de xadrez, mas só era esperado um movimento na segunda metade da temporada que se inicia em março.

E todos os sinais indicavam nessa direção.

Max parecia ansioso para um acordo com a Mercedes. Declarações de Jos também indicavam isso.

O próprio Toto Wolff disse que tinha um "plano B" caso Hamilton deixasse a equipe. E esse plano B só podia ser o Max Verstappen.

Porque eu só vejo ele como um potencial substituto de Lewis, se a Mercedes espera continuar dominando.

A turma fala em George Russel, mas eu iria com calma.

Já se falou de Pascal como substituto ou até de Ocon, e os dois passaram...George pode ter o mesmo destino. Nada indica que a Mercedes arriscaria tudo colocando um novato no time...se pretende continuar vitoriosa, tem que ir atrás dos melhores.

Vejo possibilidade maior de Bottas ser efetivado, do que Russel assumir o carro do Lewis.


Quem ganha e quem perde ?


Ganha a Red Bull/Honda e Max, que fez uma aposta de risco que pode dar certo. Eu tinha até comentado que o "pacote todo" era bom. A Honda deve ter mostrado ao holandês que eles querem voltar a ganhar o título mundial.

O acordo deve ter sido vantajoso para Verstappen, já que ele estava em melhor posição para negociar. E a sua permanência deve ser um fator importante na continuação da parceria Honda/RBR.

Quem perde é a Mercedes.

Que tinha em Max um "trunfo" caso Lewis endurecesse nas discussões de um novo contrato. Não só uma economia na parte financeira (Max sairia mais barato que um Lewis 6 ou 7 x campeão) mas também significaria um piloto para longo tempo, já que Lewis está com 35 anos.

Lewis Hamilton também perde, pois com a renovação de Leclerc até 2024, ficou praticamente impossível sua ida para Maranello, e agora também fecham-se as portas na Red Bull.

Sim Red Bull, porque não acharia loucura se Lewis resolvesse assinar com os austríacos. Seria uma jogada de risco, como foi sua saída da McLaren para a Mercedes, que depois acabou se confirmando como "acertada". Como falei o "pacote parece ser bom"...

Com isso ele perde o seu "poder de barganha", e talvez tenha que "reduzir" sua pedida para renovar com a Mercedes.

Isso também abre muitas possibilidades para Daniel Ricciardo.

Um possível assento na Ferrari fazendo dupla com Leclerc, com a saída do Vettel. Já que ele tem a vantagem de ser rápido e não arrumar problema com companheiro de time. Ou até um contrato com a Mercedes, no lugar de Bottas ou do próprio Hamilton, caso ele não renove.

Ou até a volta para sua antiga casa na Red Bull, caso Albon não faça uma boa temporada. Revivendo a dupla vitoriosa Verstappen/Ricciardo.

A situação dele é boa, só não pode desanimar com o péssimo rendimento da Renault. Tem que mostrar vontade para se manter em evidência ...

Vettel na minha opinião encerra a carreira.

Nenhum time de ponta vai arriscar com ele.

É ainda um grande piloto mas muito irregular. Vive de "lampejos" do "velho Seb". Um time que almeja ser campeão não pode apostar em piloto sem regularidade. Pois para você ser campeão é preciso manter uma constante regularidade durante toda temporada.

Este é o mesmo problema que a Ferrari vai enfrentar com Leclerc : falta de constância. Coisa que Lewis e Max tem de sobra.

Com Ferrari e Red Bull antecipando suas jogadas e definindo o futuro até 2023 (Ferrari até 2024), resta saber qual será a jogada da Mercedes ...

Em 2023 Lewis vai estar ... com 38 anos !

... enquanto Max e Charles com somente 26 ...

12 anos de diferença, significam muito em se tratando de F1 ...


















quarta-feira, 1 de janeiro de 2020

UM APOSTA PARA 2020





Amigos, um time que pode surpreender em 2020 é a Red Bull/Honda.

Acho que eles podem ser uma ameaça à hegemonia da Mercedes.

Em 2019 mostraram força e evolução. Não acho absurdo sonhar com o título mundial 2020.

Mesmo com Max sozinho na equipe, sem ajuda de companheiro, incomodaram a Mercedes e Ferrari em 2019. Terminaram o ano na 3ª colocação no mundial de pilotos, à frente das Ferrari; e no de construtores ficaram também em 3º, com um diferença de 87 pontos (com apenas um carro).

A Honda evoluiu, e apesar de ainda apresentarem um déficit em relação a Mercedes e Ferrari*, mostrou confiabilidade, já que Max não sofreu com quebras de motor.

*Ferrari - sob suspeita de irregularidade nos motores

Se Adrian Newey acertar a mão e fizer um carro melhor que o RB15, que já era bom ... com a Honda em evolução, conseguindo um pouco mais de potência ... e atrás do volante um Max Verstappen, cada vez melhor ...

Por quê não sonhar com o título, já que o "pacote" é bom ....



















quarta-feira, 6 de novembro de 2019

TANABE ESTÁ CERTO




"Precisamos ter dados do Brasil e Abu Dhabi", disse Tanabe. "Então descobriremos algo. Caso contrário, não podemos distinguir apenas com essa corrida."

Toyoharu Tanabe está certo. Você não pode tirar conclusões baseado numa só corrida, é preciso continuar a fiscalizar no Brasil e Abu Dhabi.




Refrescando a memória da rapaziada ... o "mito" Ayrton Senna "morreu" jurando que a Benetton estava trapaceando ...

...e, aqui no Brasil, ninguém o chamou de idiota !



























domingo, 28 de julho de 2019

HORA DO TROCO




A Honda engoliu aquilo tudo calada. Agora chegou a hora de dar o troco.

E não somente para Fernando...

...Zak e todo o resto do time tem culpa no cartório.

A união com os japoneses trouxe dinheiro, tecnologia e uma chance de terem exclusividade do motor...

a Honda tem tradição nos mundo das corridas, assim como a McLaren ...já que no passado conquistaram vários títulos...

Mas a soberba falou mais alto...

e os japoneses foram tratados como inferiores ...

a paciência oriental venceu a arrogância ocidental ....












segunda-feira, 1 de julho de 2019

HONDA GP2








domingo, 25 de junho de 2017

NAS ENTRELINHAS




Amigos, os últimos acontecimentos entorno de Fernando Alonso: jantar de Briatore com Lauda e Wolff, e gerente do Alonso, Luis Garcia, reunido com o pessoal da Renault às claras; tem que ser lido nas entrelinhas.

A meu ver, isso é um sutil recado para a Honda. A Mclaren está fechada com o Fernando e quer forçar um rompimento com a Honda. Alonso quer ficar, porque não tem mais opções, mas sabe que com a Honda as chances de vencer são zero. Com a saída e a substituição do motor Honda pelo Mercedes a esperança renasce. É uma espécie de recado, se vocês continuarem, Alonso cai fora.

E a Mclaren + Honda sem Alonso é = Vandoorne

Em Baku ele teve problema de câmbio nos treinos, mas falou pelo rádio "engine". A tv ficou mostrando a cara do chefe Honda Hazegawa, mas a caixa de transmissão é McLaren. Não tem mais clima para a Honda continuar com o time. Qualquer problema que o carro tiver vai cair nas costas da Honda.

Para a Mercedes é interessante ter uma equipe forte como a Mclaren usando o seus motores.

terça-feira, 22 de janeiro de 2013

SOICHIRO HONDA

Soichiro Honda - Wheel of fortune Industrial Pundits have long anticipated the new records that would be set when Japan's superb imitative talents were turned to an original creation. But it would have taken uncanny foresight to predict that Soichiro Honda, a poorly educated mechanic with a reputation for youthful profligacy and a string of pre-War business failures, would be the first to turn the trick.

This is how a British manufacturer incredulously described a disassembled Honda motorcycle : "It was made like a watch and it wasn't a copy of anything." Indeed, the enormous honda manufacturing concern, comprising four factories and employing more than 7000 workers, produces a precision mechanism that is setting the pace for the motorcycle industry of the world.

In 1961 and 1962, Honda bikes virtually swept all the grand prix contests. (Since then, factory teams have been withdrawn from competition.) Last year, Honda gobbled up 60 percent of motorcycle sales in Japan, 65 percent in the United States, and an incredible 30 percent of the world market.

Boss-man Honda, born 59 years ago on the wrong side of the rice paddy, attended school for only eight years before quitting to become a mechanic. At 22, he opened his own garage, but lavished the first year's profits ($80) on fast cars and fast women. Although he held an auto-racing speed record, Honda gave up the sport at 31 after a severe accident smashed his face.

Drifting from shop to shop until the War, he opened a piston-ring foundry, which weathered several financial crises, only to be blown to oblivion by Allied bombers. Honda's turning point, after a session at night school helped him rise from mechanic to technician, came in 1948. Putting together a company out of old parts and a meager capitalization of $2777, he ingeniously adapted a storehouse full of War-surplus motors to ordinary bicycles, thus providing cheap transportation for a population that needed it desperately.

By 1952, he was able to market his first bona fide motorcycle. The Honda product of today, inexpensive, well designed and simple to operate, has cultivated a new breed of cyclist: gray-flanneled businessmen, pretty girls in pretty sport clothes, clean cut teenagers, all eschewing the black leather jacket image of "The Wild One".

This years, Honda, not content to rest on his two-wheeled laurels, will enter a recently developed Formula 1 racing car in the grand prix circuit, and he'll export a perky, chain driven sports car to the U.S.A. "Women's bodies are beautiful", he says. "I tried to make these cars like that." Honda's inspired inspirations should garner even greater sales and speed records.