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sexta-feira, 10 de abril de 2020

quarta-feira, 26 de fevereiro de 2020

STRIP-TEASE


Richard Petty speaks with Jody Scheckter (left) and Bobby Unser (right) 






























sexta-feira, 20 de setembro de 2019

JODY SCHECKTER



















sexta-feira, 6 de setembro de 2019

LEGEND: JODY & T4



















quarta-feira, 17 de abril de 2019

79 WORLD CHAMPION


Um visitante muito especial passou pelos portões de Maranello na terça-feira, um homem que uma vez escreveu um capítulo glorioso da história da Ferrari.

Dadas suas credenciais passadas, era natural para o fabricante italiano lançar o tapete vermelho para o campeão mundial de F1 de 1979, Jody Scheckter.

O ex-piloto sul-africano - que agora dirige Laverstoke Park Farm, uma propriedade agrícola bem-sucedida que ele estabeleceu em Hampshire - fez uma visita às linhas de montagem da Ferrari junto com Piero Ferrari antes de verificar o departamento de corrida do fabricante, guiado pelo chefe da Scuderia Mattia Binotto.

Vacas e búfalos são agora parte da vida de Jody Scheckter como fazendeiro, mas o Cavallino Rampante ainda corre em seu coração.








sábado, 2 de março de 2019

terça-feira, 12 de fevereiro de 2019

ANDERSTORP




1978 - Nosso maior problema no Grande Prêmio da Suécia foi o excesso de velocidade nas retas. Sim, é isso mesmo: excesso de velocidade !!!!!

Nosso carro, o Wolf WR5, foi desenhado para dar um "efeito de asa" graças à forma de suas laterais. O ar, passando sobre elas, cria uma força que empurra o carro de encontro ao chão, dando-lhe aderência nas curvas mas sacrificando um pouco a velocidade nas retas.

Mas quando vimos que nosso carro era um dos três mais rápidos na reta, descobrimos que ele não estava fazendo aquilo para que fora desenhado.

Depois de obter o sexto tempo nos treinos de classificação, fizemos alguns ajustes no carro tentando melhorar sua velocidade nas curvas. Mas logo nas primeiras voltas eu vi que a única coisa que o carro apresentava era velocidade cada vez menor, culpa do motor, que perdia rendimento a cada quilômetro. Quando olhei pelos retrovisores e vi a baforada de fumaça azul saindo pelo escapamento, tive de tomar uma decisão: abandonava a prova, ou tentava ir até o fim, arriscando-me a explodir o motor ? A essa altura, eu estava em sétimo lugar e decidi abandonar.

O grande assunto em Anderstorp foi o novo Brabham-ventilador usado por Niki Lauda.

Antes da corrida, Ken Tyrrel, Colin Chapman, John Surtees e Frank Williams assinaram um protesto, dizendo que o ventilador vai contra o regulamento.

Sua função principal é puxar o ar através do radiador, refrigerando a água, mas ele também cria um vácuo que atrai o carro para o chão, dando-lhe mais aderência.

A FIA vai se reunir para opinar, mas na minha opinião é de que será uma decisão muito ampla: não se trata de dizer se o Brabham é ilegal, mas de decidir se a Fórmula 1 precisa ou não desse tipo de tecnologia.

Se o ventilador for aceito, todas as equipes terão de instalar um em seus carros o mais rápido possível, pois é inegável sua eficiência.

No momento, os Lotus, Shadow e Wolf têm uma aerodinâmica apropriada para dar mais aderência; as outras equipes obtêm isso por meio dos já aprovados aerofólios.

Mario Andretti foi muito enérgico ao liderar os protestos, dizendo que o ventilador do Brabham atira detritos, poeira e pedras nos pilotos de trás, mas eu não estou bem certo de que isso seja o grande problema: as rodas traseiras de um Fórmula 1, com suas  18 polegadas de largura, também jogam pedras para trás com a força de balas de um revólver. E ninguém se queixa.

O que ninguém admitiu até agora é que o Gordon Murray deu um salto à frente de todas as outras equipes: seu invento é, além de eficiente, muito barato. E eu gostaria de aplaudi-lo por isso.

A maioria das coisas, nas corridas, custa rios de dinheiro, e Bernie Ecclestone admitiu que todo o sistema de ventilador do Brabham pode ser construído e instalado num carro por menos de CR$ 100.000,00 (nota blog: preço de um Passat), o que em termos de Fórmula 1 é uma ninharia.

Teddy Mayer, da McLaren, fez as contas recentemente e descobriu que cada quilõmetro rodado por seus carros custa CR$ 5.500,00, portanto, CR$ 100.000,00 não passam de um pingo d'água num barril !!!!!!!!!!













segunda-feira, 17 de setembro de 2018

MAURO FORGHIERI






1980 - A cena tornou-se comum para os mecânicos da Ferrari, a mais prestigiosa equipe italiana e uma das mais tradicionais do cenário automobilístico de competição :

"Os mecânicos correm para o carro de Jody Scheckter que entra no boxe com os pneus esfumaçando...

Mauro Forghieri, chefe de equipe, aproxima-se de Jody com um ar resignado e liga os fones de ouvido.

Depois de ouvir por alguns instantes, faz um gesto largo com as mãos, como que indicando impotência, e diz alguma coisa ao mecânico chefe.

Em seguida consulta a folha de tempos, buscando alguma boa notícia de seu segundo piloto, o impetuoso canadense Gilles Villeneuve

De Scheckter, Forghieri parece não esperar mais nada. "




Depois, num canto do boxe, entre sério e brincalhão, é assediado pelos repórteres, principalmente os italianos. E se dispõe, paciente, a falar da crise da Ferrari.

" Ah, a crise?... diz rindo.

A Ferrari está sempre em crise ..."

_ Mas, e os últimos resultados ?

Bem, são péssimos, como todos podem ver.

Mas na Fórmula 1 é sempre assim: há erros e acertos, lembra Forghieri.

_ Mas todo mundo anda acertando, com os carros de efeito solo e elevada pressão aerodinâmica ...

Nossa aerodinâmica está chegando num ponto a partir do qual vamos ter que introduzir mudanças radicais. Mas antes era preciso esperar uma definição dos regulamentos. Além do mais estamos construindo um carro novo com motor turbo.

_ E quando estréia o carro novo ?

Ainda não dá para dizer com certeza. O Gilles já andou nele, e os resultados são satisfatórios. Mas há uma grande expectativa, e não queremos lançar o turbo prematuramente.

_ Quais são os maiores problemas ? Aerodinâmica ou motor ?

O motor turbo ainda é problemático, tem problemas de resistência, como podemos ver no Renault, mas esse não deve ser um grande obstáculo depois dos teste.

_ Então vocês estão apostando tudo no turbo e deixando de lado o T5 ?

Claro que não. Simplesmente estamos tendo problemas grandes com o T5, principalmente de pneus. Com isso não quero dizer que a Michelin seja a única responsável, mas ficou claro que eles perderam terreno para a GoodYear. E quando você tem problemas de pneu já fica muito mais difícil aperfeiçoar o carro em outros aspectos.

_ E os pilotos ? Fala-se que o Scheckter não estaria bem com a equipe ...

O Scheckter é um bom piloto. Com um carro problemático ninguém pode fazer milagre.

_ Mas vocês vão renovar o contrato ?

Os contratos da Ferrari são feitos numa base anual.
No fim da temporada, se a equipe ou o piloto não estiverem satisfeitos, é só não renovar.

_ Vocês estariam considerando o Alain Prost para substituir Jody Scheckter ?

Se ele realmente resolver abandonar o automobilismo, como anunciou, temos uma lista de 22 pilotos para ser consultada. É claro, que Prost está entre eles. É um bom piloto, muito combativo.

_ Vocês não consideram nenhum piloto italiano ?

Neste instante entrou no box o carro de Villeneuve para trocar pneus, e Forghieri corre para falar com o piloto.

A pergunta que ficara no ar é respondida por um jornalista italiano :

_  Piloto italiano ? Quem ?

Só vejo o Patrese, mas se você consultar o Livro do Ano da Ferrari verá que ele não mereceu uma boa cotação, foi considerado "meio imprevisível".

O grupo de italianos sai do box da Ferrari discutindo...

Para eles a crise é mais uma das muitas porque já passou a equipe e, dada a rapidez das mudanças na Fórmula 1, por causa do aperfeiçoamento tecnológico, eles não parecem muito preocupados.

O carro de Villeneuve sai do boxe com pneus novos...

Forghieri disfarça sua tristeza e brinca :

A nova máquina do Fittipaldi parece estupenda...

E sorri ...












quarta-feira, 8 de agosto de 2018

JARAMA





1978 - Um quarto lugar e mais três pontos. Isso foi tudo que consegui no Grande Prêmio da Espanha, mas quando desci do carro Peter Warr estava satisfeito:

"Você mereceu seu salário hoje", ele brincou.

Eu estava fisicamente esgotado, e tinha bolhas em toda a palma da mão direita, causadas pela alavanca de câmbio. Havia sido uma corrida dura.

Muita gente pensa que Mônaco é o circuito que mais exige do piloto, mas eu acho que Jarama é pior. Tem apenas 3,4 Km de extensão e quinze curvas fechadas, mas sua velocidade média é em torno de 150 Km/h !

Não há nenhum lugar para relaxar durante as voltas, o que provoca um esforço físico e mental imenso.

Eu mantenho minha forma com ginástica, levantamento de pesos e corridas a pé, e tudo que posso dizer é que é incompreensível como muitos outros não se cuidam.

No final da prova comecei a ultrapassar alguns deles: a primeira coisa que identifica um piloto cansado é que ele não consegue manter a cabeça reta nas freadas e acelerações. E são sempre fáceis de ultrapassar, embora seja preciso cuidado, pois eles podem, de um momento para outro, cometer um erro.

Meu quarto lugar foi, de fato, um prêmio pelo esforço: normalmente, era para eu terminar em sétimo ou oitavo, posição em que larguei depois de ter problemas de falta de aderência na traseira durante todo o treino.

Fiquei por um bom tempo em oitavo, até ser ultrapassado por Peterson, Niki e finalmente Depailler, que escolheu um lugar terrível para isso.

Por uns 400 metros nossas rodas ficaram lado a lado, quase encostadas, se eu não tivesse errado uma troca de marchas durante essa curva talvez tivesse conseguido resistir. Mas meu carro estava muito difícil de manejar, e só fui subindo de posição graças a muito esforço e às quebras dos demais.

Quanto a Mario e Ronnie, eles apenas confirmaram o que todo mundo já sabe: os Lotus são, hoje, um grupo de competidores totalmente à parte dos demais.

Quando Colin Chapman acerta, "acerta mesmo".

O Lotus 72, com o qual Rindt e Emerson foram campeões mundiais, era fantástico e estabeleceu uma nova tendência na época. E este novo é assim: algo em que todos os demais terão que se basear para evoluir.

A Brabham apareceu com seu "carro-ventilador": basicamente, o que eles fizeram foi colocar na traseira todos os radiadores de água e óleo, à frente de um enorme ventilador que suga o ar para eles.

Muita gente pensou que aquilo fosse um aparelho para provocar sucção e grudar o carro ao solo, como um carro que Jim Hall fez nos EUA anos atrás e que foi banido das pistas por infringir os regulamentos.

Mas o ventilador dos Brabham tem apenas a função de refrigerar os radiadores, e por isso é perfeitamente legal, embora possa proporcionar um pouco de aderência a mais.

A principal vantagem da inovação é que ela permitiu "limpar" a frente do carro (onde estavam os radiadores), mas serve também de exemplo para a sofisticação que os carros de Fórmula 1 estão tendo.

Antigamente, podia-se vencer corridas apenas com um bom piloto e um bom motor. Hoje, é preciso muito mais.












terça-feira, 18 de julho de 2017

JODY SCHECKTER


Dois dias depois da realização do Grande Prêmio da Inglaterra, Jody Scheckter anunciou, em Milão, que abandonará o automobilismo no final da temporada. Nesse depoimento exclusivo, ele comenta sua decisão:



"Quando comecei a correr profissionalmente, tinha uma grande paixão pelo automobilismo. Nada era mais importante para mim. E, correr de automóvel, é uma profissão que precisa de 110 por cento de dedicação, dentro e fora das pistas. Atualmente não tenho mais tanto entusiasmo, por isso estou parando.

Outros esportes, como tênis e golfe, permitem que se continue praticando mesmo sem ter mais motivação. Mas, no automobilismo, você fica tão perto da glória, tentado pelo dinheiro e cercado de riscos, que se não tiver uma motivação, não consegue correr.

Anunciei essa decisão agora e não em outubro, quando a temporada termina, porque a equipe Ferrari foi muito boa para mim, me dando a oportunidade de vencer o Campeonato Mundial. Então, anunciando agora meu afastamento, estou dando a oportunidade a eles de escolher rapidamente meu sucessor.

Muita gente pensa que essa minha decisão foi motivada pelos péssimos resultados dessa temporada. Mas não foi.

Pilotos profissionais (ou esportistas de todas as espécies) não se retiram simplesmente por causa de más atuações. Quando parei para analisar a situação, para fazer um balanço, resolvi parar.

Deixei a Africa do Sul em 1971 determinado a ser campeão mundial. E consegui.

Naquela época, eu só tinha um pensamento: correr de automóvel e chegar ao máximo, não importando o resto. É como quem almejasse escalar o Everest. Depois que consegue, não vai querer voltar lá.

Quando vim para a Ferrari, muita gente me contou histórias terríveis sobre o relacionamento entre piloto e equipe na Ferrari.

Certamente, no passado, tenha havido alguns incidentes. Mas, honestamente, meu relacionamento na equipe foi o melhor que tive em minha carreira. Claro que houve momentos de tensão e discussões. Só que os argumentos mais justos sempre prevaleciam e o relacionamento voltava a ser bom.

Talvez acreditando que eu fosse para uma outra equipe no próximo ano, o pessoal da equipe não vinha me deixando ter acesso a muitas informações sobre o programa de desenvolvimento do turbo.

Agora, anunciando a minha saída, a situação é outra. Estamos jogando abertamente e eles podem confiar em mim para o desenvolvimento do carro turbo. E o que eu gostaria realmente é que esse carro fosse competitivo. Isso poderia até me dar uma nova vitória antes do final do ano.

Ainda é cedo para pensar no que fazer depois de parar com as corridas. Não tenho nenhum plano de voltar para a Africa do Sul. Depois de nove anos, me considero europeu e estou muito feliz morando em Mônaco."







domingo, 11 de março de 2012

SCHECKTER RESOLVE PARAR




Classe é classe e independe da fama ou da fortuna. Quando Niki Lauda resolveu parar de correr, foi incapaz de poupar o esporte de sua vida de algumas declarações, no mínimo contraditórias. Em outras palavras, conseguiu simplesmente reconhecer que tudo que havia feito nas pistas não resultara em nada positivo e destilou frustrações.

Agora, quem resolve parar é Jody Scheckter, na pior temporada desde que passou a integrar o circo da Fórmula 1.

Se Jody fosse um homem como Lauda na certa, haveria motivo bastante para que também não poupasse o esporte de muitas críticas. Afinal, campeão da última temporada, atualmente tem só 2 pontos a seu crédito.

Entretanto, o sul-africano preferiu sair de cabeça erguida, apesar de todas as pressões que vinha sofrendo por parte dos italianos, que vivem uma autêntica "lua-de-mel" com Gilles Villeneuve

" Quando fui discutir com o Comendador Enzo Ferrari meu novo contrato, preferi informá-lo que pararei, definitivamente, de correr, no final desta temporada. Da mesma maneira que cumprirei meu atual contrato até o fim, achei que seria justo da minha parte comunicar-lhe minha decisão para que a Ferrari tenha tempo bastante para contratar outro piloto para o ano que vem ".

Caso Jody Scheckter decidisse anunciar sua retirada no final da temporada, a maioria dos outros pilotos já estaria de contrato assinado com várias equipes. E, certamente, a Ferrari ficaria em apuros.

Para Scheckter, sua decisão em parar "não foi em decorrência da fraca temporada. Pilotos sérios não param de correr por causa disso, mesmo que só existam cinco carros em cada grid. Minha motivação foi porque a Fórmula 1 era a paixão da minha vida e eu simplesmente não tinha vontade de pensar ou viver para outra coisa. Este tipo de envolvimento consome 110% de sua garra e vontade e, quando comecei, meu objetivo era o campeonato mundial. Agora que já o conquistei, sinceramente, a paixão se acabou ".

E o atual campeão mundial continua:

" Tive por parte da Ferrari uma excelente oferta para continuar. Se eu fosse um jogador de tênis aceitaria na hora. Mas, não é assim que as coisas funcionam no automobilismo. Com todos os riscos inerentes, você não pode unicamente pensar no dinheiro. Ficaria muito irritado se, na hora de um acidente, pressentisse que ia morrer simplesmente pelo dinheiro envolvido ".

A decisão de Scheckter não foi uma surpresa. O Ferrari T-5, tão pouco competitivo, só consegue estimular realmente um Gilles Villeneuve, que ainda tem muito chão pela frente.

Em Brands Hatch, Scheckter acha que guiou uma das melhores corridas de sua vida: " Mas, o carro estava tão ruim que, lá atrás, ninguém pensou em avaliar minha pilotagem. Porém, é assim que as coisas funcionam. Vencedores, são vencedores ".

Para a próxima temporada, Jody Scheckter tinha outras ofertas, além da Ferrari, mas somente uma ele admite ter recebido: da nova equipe Talbot, que adquiriu o controle acionário da Ligier e agora permanecerá com Pironi e Laffite como pilotos e vai chamar-se Talbot-Ligier.

Sair da Equipe Ferrari bem relacionado é, pelo menos, um fato raro, principalmente diante das pressões que os pilotos costumam sofrer. Mas, com Jody, isso aconteceu: " Respeito-os profundamente por terem me dado um carro para vencer o Mundial. E sei que eles me respeitam pela conquista. Foi sem dúvida a melhor equipe pela qual eu passei, em toda a minha carreira ".

Para o futuro, Jody ainda não se decidiu por completo. Mas, já bastante rico, pretende tornar-se fazendeiro, provavelmente na Inglaterra, onde já andou pesquisando. Independente disso, continuará contratado como relações públicas das empresas Brooklyn (goma de mascar) e Kiwi (capacetes). E, na última reunião com o Comendador Enzo Ferrari, Jody Scheckter tratou de indicar, pela ordem, um substituto para a Ferrari número 1: Jones, Piquet, Arnoux e Laffite.

Diante da maneira como Niki Lauda parou, é pelo menos reconfortante assistir à despedida de Jody Scheckter. Prova que ainda há profundo respeito pela arte de pilotar um Fórmula 1.